As declarações de Vanderson deixaram o torcedor do Treze de cabeça quente.
Se bem que o pensamento dele é o mesmo dos dirigentes dos clubes do Grupo A.
Depois de paralisarem a vida de tantos clubes e torcedores, esperavam o que?
Certo mesmo é que o Galo vai a campo contra o Paysandu com a faca nos dentes. E não só pelo que Vanderson falou.
Mas também pela situação do time na classificação.
Com apenas um ponto, já vê o rebaixamento por perto.
Marcelo Vilar deve promover as estreias do zagueiro Gasparetto e do atacante Zabotto.
O Papão pode usar essa mistura e ira e desespero a seu favor para cozinhar o Galo. Literalmente.
Terá a volta de Alex William que no seu primeiro (e único) jogo pelo Papão, mostrou saber o momento de cadenciar e de acelerar o jogo.
E abriu mão do 3-5-2, que só deu aflição até agora.
Pena que como sempre, tenha sobrado para o prata da casa. No caso, Thiago Costa.
O lado "Professor Pardal" de Roberval Davino se aflorou na lateral e no ataque.
Entre Regis e Yago Pikachu, ficou com os dois.
Regis na lateral e Yago mais avançado com o Potiguar no ataque.
Kiros dançou. Poderia ficar, já que o ex-palmeirense Thiago Messias, zagueiro trezeano, costuma vacilar pelo alto.
Davino pode ser chamado de gênio pelo que fez.
Ou burro.
Certo mesmo é que o Papão pode ser líder.
Uma chance que não pode ser perdida.
sábado, 4 de agosto de 2012
Time-modelo
O Campeonato é a Série D do Brasileiro.
Então, não dá para esperar atuações de gala.
Ainda mais de um time envelhecido e limitado tecnicamente.
O mínimo exigido é eficiência.
E isso o Remo foi na noite de sábado na Arena da Floresta.
Começou tocando a bola com uma certa beleza, mas sem conseguir chegar a área.
O Rio Branco cercou a área com sete jogadores.
E saída rápida no contra-ataque para a bola chegar em Josy.
Que em sua reestreia pelo Galo Carijó, deu um passe primoroso para Ailton abrir o placar.
Contra o vigor da juventude acriana, a experiência azulina.
O trintão Dida cruzou para o quase quarentão Fábio Oliveira, que de calcanhar, deu para Ratinho chutar cruzado e empatar.
Fábio tirou o dia para ser garçom.
Deixou Reis na cara do gol e o homem do cabelo Neymar virou o jogo.
O veterano centroavante era oportunista até na assistência.
Cruzamento na área e ele aproveitou a falha de Ceildo para dar um toquinho para Reis ampliar.
Experiência nem sempre ensina.
Ávalos quase coloca tudo a perder.
Foi deixar para Gustavo e o goleiro acabou cometendo um pênalti.
Sorte do Leão que o árbitro não deu cartão vermelho.
Muitos homens de preto mandariam o camisa 1 direto para o chuveiro.
Josy cobrou. 3 a 2.
O cerebral meia sabe bem usar a cabeça para pensar.
Mas não para coloca-la de encontro com a bola.
Duas cabeçadas de frente para o gol erradas.
Remo 3 a 2.
E com tudo para se classificar.
Basta não fazer besteira contra Náutico e Vilhena em casa.
Então, não dá para esperar atuações de gala.
Ainda mais de um time envelhecido e limitado tecnicamente.
O mínimo exigido é eficiência.
E isso o Remo foi na noite de sábado na Arena da Floresta.
Começou tocando a bola com uma certa beleza, mas sem conseguir chegar a área.
O Rio Branco cercou a área com sete jogadores.
E saída rápida no contra-ataque para a bola chegar em Josy.
Que em sua reestreia pelo Galo Carijó, deu um passe primoroso para Ailton abrir o placar.
Contra o vigor da juventude acriana, a experiência azulina.
O trintão Dida cruzou para o quase quarentão Fábio Oliveira, que de calcanhar, deu para Ratinho chutar cruzado e empatar.
Fábio tirou o dia para ser garçom.
Deixou Reis na cara do gol e o homem do cabelo Neymar virou o jogo.
O veterano centroavante era oportunista até na assistência.
Cruzamento na área e ele aproveitou a falha de Ceildo para dar um toquinho para Reis ampliar.
Experiência nem sempre ensina.
Ávalos quase coloca tudo a perder.
Foi deixar para Gustavo e o goleiro acabou cometendo um pênalti.
Sorte do Leão que o árbitro não deu cartão vermelho.
Muitos homens de preto mandariam o camisa 1 direto para o chuveiro.
Josy cobrou. 3 a 2.
O cerebral meia sabe bem usar a cabeça para pensar.
Mas não para coloca-la de encontro com a bola.
Duas cabeçadas de frente para o gol erradas.
Remo 3 a 2.
E com tudo para se classificar.
Basta não fazer besteira contra Náutico e Vilhena em casa.
Cruel rotina
O Águia gosta de maltratar o seu torcedor.
Faze-lo aguentar o feroz calor de Marabá e as desconfortáveis arquibancadas do Zinho Oliveira é o de menos.
Pior é ver o time sempre saindo em desvantagem.
Mesma novela contra o Salgueiro.
Alexandre Carioca errou passe e permitiu a Rodolfo Potiguar receber livre para colocar o Carcará na frente.
Carcará é um bicho que gosta de matar rapidamente a vítima.
E na bobeira de Marquinhos e Marcelo Cruz, Edmar ampliou.
A defesa, que anda marcando bobeira na Série C, pelo menos limpa a barra as vezes.
Desta fez foi Carlão. 2 a 1.
Thiago Pereira, que não é o medalhista olímpico, está bem longe de ser o centroavante dos sonhos do Águia.
Saiu e deu a vaga para Branco, que também não vem correspondendo.
Sem um parceiro, Wando tem que fazer tudo sozinho.
E conseguiu. 2 a 2.
Se não fosse o goleiro Luciano e suas milagrosas defesas, seria 3 a 2 Águia.
Se não fosse o cabeludo Clebson perder uma chance na cara do gol nos acréscimos, seria 3 a 2 Salgueiro.
E os dois seguem fora do G-4.
Faze-lo aguentar o feroz calor de Marabá e as desconfortáveis arquibancadas do Zinho Oliveira é o de menos.
Pior é ver o time sempre saindo em desvantagem.
Mesma novela contra o Salgueiro.
Alexandre Carioca errou passe e permitiu a Rodolfo Potiguar receber livre para colocar o Carcará na frente.
Carcará é um bicho que gosta de matar rapidamente a vítima.
E na bobeira de Marquinhos e Marcelo Cruz, Edmar ampliou.
A defesa, que anda marcando bobeira na Série C, pelo menos limpa a barra as vezes.
Desta fez foi Carlão. 2 a 1.
Thiago Pereira, que não é o medalhista olímpico, está bem longe de ser o centroavante dos sonhos do Águia.
Saiu e deu a vaga para Branco, que também não vem correspondendo.
Sem um parceiro, Wando tem que fazer tudo sozinho.
E conseguiu. 2 a 2.
Se não fosse o goleiro Luciano e suas milagrosas defesas, seria 3 a 2 Águia.
Se não fosse o cabeludo Clebson perder uma chance na cara do gol nos acréscimos, seria 3 a 2 Salgueiro.
E os dois seguem fora do G-4.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ferido Águia
Em cinco edições da Série C, João Galvão nunca deve ter tido tanta dor de cabeça a frente do Águia quanto agora.
O Águia que joga contra o Salgueiro neste sábado,no sertão pernambucano, deve ser diferente mais uma vez.
Os problemas agora são as lesões de Diogo e Flamel. Dois jogadores que no elenco do Azulão, não tem substitutos.
Alexandre Carioca não dá ao Águia a mesma qualidade na saída de jogo que Diogo.
Marabá tem mais qualidade técnica que ambos.
Falta fôlego. Idade pesa.
O voluntarioso Marquinhos concilia poder de marcação com alguma criatividade na armação.
Mas não a mesma de Flamel.
O Salgueiro está animado pelos 6 a 2 contra o Luverdense.
E o artilheiro daquela partida, motivado.
Marciano, aquele que o Remo dispensou para contratar Mendes.
O Carcará ainda tem Clebson, o cabeludo que ao lado de Edu Chiquita, ajudou a destruir o Paysandu na Curuzu em 2009.
E o ex-corintiano Marcos Tamandaré, lateral-direito aplicado no ataque, mas nem tanto na marcação.
Mocajuba pode ter que segurar o ímpeto.
Ou não.
Porque o Azulão tem que vencer para não ficar mais distante do G-4.
O Águia que joga contra o Salgueiro neste sábado,no sertão pernambucano, deve ser diferente mais uma vez.
Os problemas agora são as lesões de Diogo e Flamel. Dois jogadores que no elenco do Azulão, não tem substitutos.
Alexandre Carioca não dá ao Águia a mesma qualidade na saída de jogo que Diogo.
Marabá tem mais qualidade técnica que ambos.
Falta fôlego. Idade pesa.
O voluntarioso Marquinhos concilia poder de marcação com alguma criatividade na armação.
Mas não a mesma de Flamel.
O Salgueiro está animado pelos 6 a 2 contra o Luverdense.
E o artilheiro daquela partida, motivado.
Marciano, aquele que o Remo dispensou para contratar Mendes.
O Carcará ainda tem Clebson, o cabeludo que ao lado de Edu Chiquita, ajudou a destruir o Paysandu na Curuzu em 2009.
E o ex-corintiano Marcos Tamandaré, lateral-direito aplicado no ataque, mas nem tanto na marcação.
Mocajuba pode ter que segurar o ímpeto.
Ou não.
Porque o Azulão tem que vencer para não ficar mais distante do G-4.
Respeitem o Galo
Já passou da hora dos clubes paraenses pararem de julgar a qualidade técnica de seus adversários pela história do clube.
O Remo pode começar a fazer isso neste sábado contra o Atlético Acreano, na Arena da Floresta, a mesma arena onde o Leão encontrou a desgraça na Série C de 2008 e se viu obrigado a penar no estadual em busca de uma vaga na Série D.
Em termos de título, o Atlético está bem atrás de Rio Branco, Independência ou Juventus.
Mas chama a atenção em 2012 pelos jovens valores.
O Acre dá mostras que começa a fazer uma escola com estilo próprio.
Com mais cadência que o Pará, mas melhor passe.
Contra o Leão, ainda terá um reforço. Josy,o melhor jogador do acriano, reestreia após uma rápida e apagada passagem pelo América-RN.
Pode ser o novo Testinha do futebol do Acre.
Edson Gaúcho não quer problemas novamente com o Galo Carijó e reforçou o meio-campo com André.
Deve ser ele o responsável por marcar Josy.
Utilizado sempre como meia, Ratinho vai ao ataque desta vez.
É para ele ser o Potiguar do Baenão.
Se não for, o recém-contratado Laionel estará no banco esperando pela chance de ser esse cara.
Enquanto na armação, Edu Chiquita, 20% mais pobre devido a alcoólica noite em Salinas, ganha nova oportunidade.
O Remo precisa vencer.
Com qualquer outro resultado, deve se classificar em segundo.
Para enfrentar o Sampaio Corrêa.
Na atual fase da Bolívia Querida, encará-los é um presente de grego.
O Remo pode começar a fazer isso neste sábado contra o Atlético Acreano, na Arena da Floresta, a mesma arena onde o Leão encontrou a desgraça na Série C de 2008 e se viu obrigado a penar no estadual em busca de uma vaga na Série D.
Em termos de título, o Atlético está bem atrás de Rio Branco, Independência ou Juventus.
Mas chama a atenção em 2012 pelos jovens valores.
O Acre dá mostras que começa a fazer uma escola com estilo próprio.
Com mais cadência que o Pará, mas melhor passe.
Contra o Leão, ainda terá um reforço. Josy,o melhor jogador do acriano, reestreia após uma rápida e apagada passagem pelo América-RN.
Pode ser o novo Testinha do futebol do Acre.
Edson Gaúcho não quer problemas novamente com o Galo Carijó e reforçou o meio-campo com André.
Deve ser ele o responsável por marcar Josy.
Utilizado sempre como meia, Ratinho vai ao ataque desta vez.
É para ele ser o Potiguar do Baenão.
Se não for, o recém-contratado Laionel estará no banco esperando pela chance de ser esse cara.
Enquanto na armação, Edu Chiquita, 20% mais pobre devido a alcoólica noite em Salinas, ganha nova oportunidade.
O Remo precisa vencer.
Com qualquer outro resultado, deve se classificar em segundo.
Para enfrentar o Sampaio Corrêa.
Na atual fase da Bolívia Querida, encará-los é um presente de grego.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
A magia do Mangueirão
É, o título deste texto pode até ser um tanto quanto indecente.
Menos indecente que a ideia que torcedores tem de que o Paysandu só pode atuar como time grande jogando em estádio pequeno e que por isso, deve abandonar de vez o Mangueirão.
Menos indecente com a quantidade de gols perdida pna noite desta segunda-feira.
O goleiro Marcelo Cruz também teve seus méritos.
Menor que o demérito de Kiros, que começa a fazer a torcida perder a paciência.
Indecente também o Águia, que mesmo com três volantes, era inseguro na defesa.
Mais indecente ainda foi o que os dois times fizeram no segundo tempo.
Erros e mais erros de passes.
Empate sem gols.
E o Papão chega a 5 pontos perdidos em casa.
Poderia estar com 13 e isolado na liderança.
É só o quarto, enquanto o Águia é quinto e fora da zona de classificação.
Paysandu e Águia precisam melhorar e é pra já.
O Azulão tem que dar samba contra o Salgueiro.
E o Papão, espantar a uruca contra Treze.
Menos indecente que a ideia que torcedores tem de que o Paysandu só pode atuar como time grande jogando em estádio pequeno e que por isso, deve abandonar de vez o Mangueirão.
Menos indecente com a quantidade de gols perdida pna noite desta segunda-feira.
O goleiro Marcelo Cruz também teve seus méritos.
Menor que o demérito de Kiros, que começa a fazer a torcida perder a paciência.
Indecente também o Águia, que mesmo com três volantes, era inseguro na defesa.
Mais indecente ainda foi o que os dois times fizeram no segundo tempo.
Erros e mais erros de passes.
Empate sem gols.
E o Papão chega a 5 pontos perdidos em casa.
Poderia estar com 13 e isolado na liderança.
É só o quarto, enquanto o Águia é quinto e fora da zona de classificação.
Paysandu e Águia precisam melhorar e é pra já.
O Azulão tem que dar samba contra o Salgueiro.
E o Papão, espantar a uruca contra Treze.
domingo, 29 de julho de 2012
Cresça e apareça
Quem tiver Facebook pode ver a foto. É so clicar.
Quem não tem, eu explico.
A foto mostra Thiago Cametá, lateral do Remo, atuando neste final de semana em uma decisão de um campeonato em Mocajuba, na região tocantina.
Fez isso no horário de folga.
Poderia jogar.
Mas deveria?
O que os jogadores locais precisam aprender é que não basta ter postura de profissional dentro de campo.
Ainda mais quando o comportamento fora dele é de um peladeiro.
Thiago poderia se machucar em um jogo desses.
Vale a pena arriscar?
Acredito que não.
Dida já não é nenhum garoto.
Thiago pode substituí-lo tranquilamente.
Mas não desse jeito.
Não basta ser adulto.
Tem que parecer um.
Quem não tem, eu explico.
A foto mostra Thiago Cametá, lateral do Remo, atuando neste final de semana em uma decisão de um campeonato em Mocajuba, na região tocantina.
Fez isso no horário de folga.
Poderia jogar.
Mas deveria?
O que os jogadores locais precisam aprender é que não basta ter postura de profissional dentro de campo.
Ainda mais quando o comportamento fora dele é de um peladeiro.
Thiago poderia se machucar em um jogo desses.
Vale a pena arriscar?
Acredito que não.
Dida já não é nenhum garoto.
Thiago pode substituí-lo tranquilamente.
Mas não desse jeito.
Não basta ser adulto.
Tem que parecer um.
G-4 ou G-nada
A diretoria do Paysandu dormiu no ponto e Papão e Águia se enfrentam no Mangueirão, em um jogo em que quem vencer, será líder ao lado de Fortaleza e Icasa. E quem perder, sairá do G-4.
Sem querer, os cartolas bicolores acabaram fazendo com que os dois principais times do Pará no momento jogassem no principal estádio.
Melhor assim, porque se é grande como diz, o Paysandu tem que jogar em grandes estádios.
Alguém se lembra do Corinthians jogando recentemente no Parque São Jorge?
Ou do Flamengo atuando na Gávea?
Não né?
Então é no Olímpico que os bicolores vão ver Yago Pikachu de volta a ala direita.
Enquanto o destro Regis dá uma de Júnior e vai jogar de ala esquerda.
Se bem que ninguém espera um desempenho parecido com o do agora comentarista da Globo.
Um futebol parecido com o do empate contra o Santa Cruz estará de bom tamanho.
E é bom Kiros começar a voltar a marcar.
Pantico estará no banco pronto para estrear.
Já no gol, Dalton tenta deixar outra impressão.
As falhas no Arruda ainda são recentes.
Assim como as atuações de Paulo Rafael, de fora do restante da Série C.
Em todos os últimos confrontos entre Paysandu e Águia, sempre estava lá João Galvão.
Que como já é de costume, faz mistério.
A principal dúvida está no meio-campo.
O bocão pode colocar um terceiro volante, o experiente Marabá.
Ou então, escalar Juliano, o meio-campo que foi recontratado pelo Paysandu e horas depois, descontratado.
Se ele decidir o jogo, não há mais tempo para o Papão ficar arrependido.
Ganhando ou perdendo, um dos dois não poderá respirar.
A diferença do primeiro para o sétimo colocado é de apenas três pontos.
Em matéria de equilíbrio, o Grupo A é classe A.
Sem querer, os cartolas bicolores acabaram fazendo com que os dois principais times do Pará no momento jogassem no principal estádio.
Melhor assim, porque se é grande como diz, o Paysandu tem que jogar em grandes estádios.
Alguém se lembra do Corinthians jogando recentemente no Parque São Jorge?
Ou do Flamengo atuando na Gávea?
Não né?
Então é no Olímpico que os bicolores vão ver Yago Pikachu de volta a ala direita.
Enquanto o destro Regis dá uma de Júnior e vai jogar de ala esquerda.
Se bem que ninguém espera um desempenho parecido com o do agora comentarista da Globo.
Um futebol parecido com o do empate contra o Santa Cruz estará de bom tamanho.
E é bom Kiros começar a voltar a marcar.
Pantico estará no banco pronto para estrear.
Já no gol, Dalton tenta deixar outra impressão.
As falhas no Arruda ainda são recentes.
Assim como as atuações de Paulo Rafael, de fora do restante da Série C.
Em todos os últimos confrontos entre Paysandu e Águia, sempre estava lá João Galvão.
Que como já é de costume, faz mistério.
A principal dúvida está no meio-campo.
O bocão pode colocar um terceiro volante, o experiente Marabá.
Ou então, escalar Juliano, o meio-campo que foi recontratado pelo Paysandu e horas depois, descontratado.
Se ele decidir o jogo, não há mais tempo para o Papão ficar arrependido.
Ganhando ou perdendo, um dos dois não poderá respirar.
A diferença do primeiro para o sétimo colocado é de apenas três pontos.
Em matéria de equilíbrio, o Grupo A é classe A.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Difícil de entender
Tudo leva a crer que Ronaldo estará no banco de reservas no jogo contra o Águia.
O preparador de goleiros vai retomar temporariamente a carreira depois que os Paulos, Wanzeller e Rafael, se machucaram e não devem mais voltar esse ano.
Aí me pergunto:
Paulo Eduardo não tem nem capacidade para sentar no banco de reservas do Paysandu?
O garoto deve estar feliz da vida com essa "moral".
E depois são garotos como ele que são chamados nos momentos mais difíceis.
O preparador de goleiros vai retomar temporariamente a carreira depois que os Paulos, Wanzeller e Rafael, se machucaram e não devem mais voltar esse ano.
Aí me pergunto:
Paulo Eduardo não tem nem capacidade para sentar no banco de reservas do Paysandu?
O garoto deve estar feliz da vida com essa "moral".
E depois são garotos como ele que são chamados nos momentos mais difíceis.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Desculpas
Um problema na Internet de casa me impediu de postar o comentário sobre o jogo do Remo contra o Atlético Acreano.
Para você que sempre acompanha o blog, minhas sinceras desculpas.
Para você que sempre acompanha o blog, minhas sinceras desculpas.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Enquanto isso lá no Amazonas...
O Campeonato Amazonense de 2013 terá o apoio da Chevrolet.
Amazonense, aquele campeonato em que 10 equipes disputam uma vaga para a Série D.
Segundo o notícia do Globoesporte.com do Amazonas, o acordo foi intermediado pela CBF.
CBF, aquela entidade que o Coronel Nunes, presidente da Federação Paraense de Futebol, enche a boca para dizer que tem ótimo relacionamento.
Federação Paraense de Futebol, aquela que gerencia o principal campeonato estadual da região Norte, do qual vive de um contrato de tv com o governo do Estado.
Porque patrocinador, não tem.
Ninguém vai atrás.
O "próspero" futebol do Amazonas foi e conseguiu.
E assim vai o futebol paraense.
Amazonense, aquele campeonato em que 10 equipes disputam uma vaga para a Série D.
Segundo o notícia do Globoesporte.com do Amazonas, o acordo foi intermediado pela CBF.
CBF, aquela entidade que o Coronel Nunes, presidente da Federação Paraense de Futebol, enche a boca para dizer que tem ótimo relacionamento.
Federação Paraense de Futebol, aquela que gerencia o principal campeonato estadual da região Norte, do qual vive de um contrato de tv com o governo do Estado.
Porque patrocinador, não tem.
Ninguém vai atrás.
O "próspero" futebol do Amazonas foi e conseguiu.
E assim vai o futebol paraense.
Ataque azul total
Vencer só não basta.
O Remo quer é convencer nesta terça-feira, diante do desconhecido Atlético Acreano, no Baenão.
Edson Gaúcho pode ser um técnico rígido nos seus métodos de trabalho, mas é o oposto na hora de escalar o time.
São praticamente quatro armadores.
Reis, Ratinho e Edu Chiquita são armadores convictos.
Johnattan, o jogador de mais "pegada" do quarteto, está bem longe de ser o "volante-volante".
Gosta de sair para o jogo.
Novidade maior no gol.
Gustavo é mais um a dar a cara para bater.
E a torcida bate com gosto em quem tenta tirar o lugar de Adriano.
Evandro, Wagner Bueno, Weverton e Jamilton são apenas alguns dos vários goleiros que sentiram isso na pele.
E com esse esquema ofensivo do Leão, é provável que tenha boas chances de mostrar serviço.
O Atlético Acreano está invicto.
E tem um retrospecto de respeito.
Venceu o Penarol dos experientes Fábio Bala e Igor Cearense em Itacoatiara.
E enquanto o Remo sofreu para vencer o Náutico, o Galo Carijó marcou 4 a 0 sobre o Timbu de Roraima.
A fase só não é melhor porque o técnico Álvaro Miguéis foi as vias de fato com o goleiro Máximo.
E o treinador assim dançou.
Afonso Alves, o interino, mantém a garotada no time.
A base que fez bonito na Copa São Paulo e foi vice-campeã acreana.
Ainda poderia ter o meia Josy, melhor jogador do último acreano e que está voltando após uma apagada passagem pelo América-RN.
Mas como não foi regularizado a tempo, não joga.
Ainda bem.
O Remo quer é convencer nesta terça-feira, diante do desconhecido Atlético Acreano, no Baenão.
Edson Gaúcho pode ser um técnico rígido nos seus métodos de trabalho, mas é o oposto na hora de escalar o time.
São praticamente quatro armadores.
Reis, Ratinho e Edu Chiquita são armadores convictos.
Johnattan, o jogador de mais "pegada" do quarteto, está bem longe de ser o "volante-volante".
Gosta de sair para o jogo.
Novidade maior no gol.
Gustavo é mais um a dar a cara para bater.
E a torcida bate com gosto em quem tenta tirar o lugar de Adriano.
Evandro, Wagner Bueno, Weverton e Jamilton são apenas alguns dos vários goleiros que sentiram isso na pele.
E com esse esquema ofensivo do Leão, é provável que tenha boas chances de mostrar serviço.
O Atlético Acreano está invicto.
E tem um retrospecto de respeito.
Venceu o Penarol dos experientes Fábio Bala e Igor Cearense em Itacoatiara.
E enquanto o Remo sofreu para vencer o Náutico, o Galo Carijó marcou 4 a 0 sobre o Timbu de Roraima.
A fase só não é melhor porque o técnico Álvaro Miguéis foi as vias de fato com o goleiro Máximo.
E o treinador assim dançou.
Afonso Alves, o interino, mantém a garotada no time.
A base que fez bonito na Copa São Paulo e foi vice-campeã acreana.
Ainda poderia ter o meia Josy, melhor jogador do último acreano e que está voltando após uma apagada passagem pelo América-RN.
Mas como não foi regularizado a tempo, não joga.
Ainda bem.
sábado, 21 de julho de 2012
O time da virada
Esta foi a rodada dos escanteios para os times paraenses na Série C.
Assim como o Paysandu na sexta, o Águia também teve problemas com o córner neste sábado.
A defesa ficou vendo a banda e Alex Paraíba passarem para o Guarany de Sobral fazer 1 a 0 no Zinho Oliveira.
Thiago Pereira, estreou no domingo passado em Juazeiro do Norte e foi figura decorativa em campo.
Desta vez, deu um visual no ataque e também de escanteio, empatou.
O Azulão atacava.
O Cacique do Vale jogava nos erros do time da casa.
E não foram poucos, principalmente na defesa.
Se não fosse Marcelo Cruz...
No segundo tempo, o Águia voltou ainda mais ofensivo.
Mas pouco objetivo.
Não conseguia passar pela marcação do Guarany.
Até que em um erro do volante João Neto, Wando se aproveitou e no apagar das luzes, foi raio, estrela e luar para o Águia.
E pela segunda vez em casa, o Águia virou um jogo.
Azulão divide a liderança com Paysandu e Icasa.
Mas ou o Verdão do Cariri ou o Luverdense devem se isolar na liderança no jogo deste domingo, em Lucas do Rio Verde.
Certo mesmo é que o aniversário de cinco anos de João Galvão a frente do Águia não poderia ter sido melhor.
E que o clássico contra o Paysandu no próximo domingo promete.
Assim como o Paysandu na sexta, o Águia também teve problemas com o córner neste sábado.
A defesa ficou vendo a banda e Alex Paraíba passarem para o Guarany de Sobral fazer 1 a 0 no Zinho Oliveira.
Thiago Pereira, estreou no domingo passado em Juazeiro do Norte e foi figura decorativa em campo.
Desta vez, deu um visual no ataque e também de escanteio, empatou.
O Azulão atacava.
O Cacique do Vale jogava nos erros do time da casa.
E não foram poucos, principalmente na defesa.
Se não fosse Marcelo Cruz...
No segundo tempo, o Águia voltou ainda mais ofensivo.
Mas pouco objetivo.
Não conseguia passar pela marcação do Guarany.
Até que em um erro do volante João Neto, Wando se aproveitou e no apagar das luzes, foi raio, estrela e luar para o Águia.
E pela segunda vez em casa, o Águia virou um jogo.
Azulão divide a liderança com Paysandu e Icasa.
Mas ou o Verdão do Cariri ou o Luverdense devem se isolar na liderança no jogo deste domingo, em Lucas do Rio Verde.
Certo mesmo é que o aniversário de cinco anos de João Galvão a frente do Águia não poderia ter sido melhor.
E que o clássico contra o Paysandu no próximo domingo promete.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Feliz Galvão
Uma derrota para o Paysandu por 3 a 1 na Curuzu e Fran Costa era demitido do comando do Águia.
João Galvão assumiu o comando do Azulão na Série C de 2008 com a missão de tentar tirar o time de Marabá da rabeira do Grupo 3.
Estreou no dia 20 de julho de 2008, com uma vitória de 2 a 1 sobre o Bacabal-MA, no interior maranhense.
E o Águia foi até a fase final da Série C, perdendo o acesso por um ponto.
Cinco anos depois, lá está o folclórico, extrovertido e as vezes, explosivo João Galvão, comandando o Águia diante de outro time do interior nordestino, o Guarany de Sobral-CE, novamente tentando tirar o time de Marabá lá de trás.
Ironicamente, o único jogador do elenco atual que esteve com ele nos últimos anos, está fora do jogo.
Analdo se machucou e cede vaga para o experiente Marabá.
Menos vigor físico, mas melhor saída de bola.
Juliano, que não começou contra o Guarany, volta a ser titular.
Ivonaldo se recuperou a tempo para voltar a lateral-direita.
E Thiago Pereira pode quem sabe "estrear".
Porque contra o Icasa, foi peça decorativa.
E pode ser bem melhor.
Porque como já mostrou contra o Paysandu, o Guarany de Sobral mostrou que não mete tanto medo assim.
Julio Araújo balançou no cargo de técnico, mas não caiu.
Se não vencer, pode dançar diante do segundo técnico mais longevo do futebol brasileiro.
João Galvão assumiu o comando do Azulão na Série C de 2008 com a missão de tentar tirar o time de Marabá da rabeira do Grupo 3.
Estreou no dia 20 de julho de 2008, com uma vitória de 2 a 1 sobre o Bacabal-MA, no interior maranhense.
E o Águia foi até a fase final da Série C, perdendo o acesso por um ponto.
Cinco anos depois, lá está o folclórico, extrovertido e as vezes, explosivo João Galvão, comandando o Águia diante de outro time do interior nordestino, o Guarany de Sobral-CE, novamente tentando tirar o time de Marabá lá de trás.
Ironicamente, o único jogador do elenco atual que esteve com ele nos últimos anos, está fora do jogo.
Analdo se machucou e cede vaga para o experiente Marabá.
Menos vigor físico, mas melhor saída de bola.
Juliano, que não começou contra o Guarany, volta a ser titular.
Ivonaldo se recuperou a tempo para voltar a lateral-direita.
E Thiago Pereira pode quem sabe "estrear".
Porque contra o Icasa, foi peça decorativa.
E pode ser bem melhor.
Porque como já mostrou contra o Paysandu, o Guarany de Sobral mostrou que não mete tanto medo assim.
Julio Araújo balançou no cargo de técnico, mas não caiu.
Se não vencer, pode dançar diante do segundo técnico mais longevo do futebol brasileiro.
Tinha algo errado no ar
Nem adianta reclamar da arbitragem. Se o nível dela é baixíssimo na Série A, na Série C então, é piada de mau gosto.
O Paysandu perdeu a chance de somar três pontos no Recife muito mais por falhas suas do que por méritos do Santa Cruz.
No ataque, foi a melhor atuação do Papão na Série C.
Robinho foi vibrante e atrevido.
Regis, o substituto de Yago Pikachu, uma grata surpresa.
Kiros, útil taticamente.
Mas Thiago Potiguar é quem roubou a cena.
Primeiramente, no escanteio direto na cabeça de Fábio Sanches.
A bola aérea seria o carma bicolor no mundão do Arruda.
Cobrança de escanteio e Paulo Rafael saiu mal. 1 a 1 com Fabrício Ceará.
No total, 24 mil no Arruda.
Para os padrões do mundão, um mundinho.
Que não abalou Thiago Potiguar nem um pouco.
Que deixou a marcação para trás e desempatou.
Regis era lateral e meia.
Faltava virar atacante.
Ganhou do paraense Chicão na corrida e marcou o que seria o gol da vitória.
O ataque foi bem.
Mas a defesa...
Sem conseguir passar pela parte do meio-campo, formada por Fabinho, Vanderson e Pablo, o Santa apelou para o escanteio.
Dalton, substituto de Paulo Rafael, que saiu machucado, não viu por onde a bola passou.
Quando enxergou Dênis Marques pulando, já era tarde.
E nos acréscimos, mais uma.
Cobrança de escanteio e três atacantes do Santa livres.
O destino escolheu Dênis Marques para dar um ponto ao Santa e tirar dois do Paysandu.
E agora, os bicolores dividem a liderança da Série C, ao lado do Icasa.
Podia ser melhor.
O Paysandu perdeu a chance de somar três pontos no Recife muito mais por falhas suas do que por méritos do Santa Cruz.
No ataque, foi a melhor atuação do Papão na Série C.
Robinho foi vibrante e atrevido.
Regis, o substituto de Yago Pikachu, uma grata surpresa.
Kiros, útil taticamente.
Mas Thiago Potiguar é quem roubou a cena.
Primeiramente, no escanteio direto na cabeça de Fábio Sanches.
A bola aérea seria o carma bicolor no mundão do Arruda.
Cobrança de escanteio e Paulo Rafael saiu mal. 1 a 1 com Fabrício Ceará.
No total, 24 mil no Arruda.
Para os padrões do mundão, um mundinho.
Que não abalou Thiago Potiguar nem um pouco.
Que deixou a marcação para trás e desempatou.
Regis era lateral e meia.
Faltava virar atacante.
Ganhou do paraense Chicão na corrida e marcou o que seria o gol da vitória.
O ataque foi bem.
Mas a defesa...
Sem conseguir passar pela parte do meio-campo, formada por Fabinho, Vanderson e Pablo, o Santa apelou para o escanteio.
Dalton, substituto de Paulo Rafael, que saiu machucado, não viu por onde a bola passou.
Quando enxergou Dênis Marques pulando, já era tarde.
E nos acréscimos, mais uma.
Cobrança de escanteio e três atacantes do Santa livres.
O destino escolheu Dênis Marques para dar um ponto ao Santa e tirar dois do Paysandu.
E agora, os bicolores dividem a liderança da Série C, ao lado do Icasa.
Podia ser melhor.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Papão x Mundão
Uma competição mais comprida como a Série C exige um elenco onde é preciso ter peças sobressalentes de qualidade.
Os bicolores esperam não pagar por essa falta nesta sexta-feira, diante do Santa Cruz, no mundão do Arruda.
Regis, o substituto de Yago Pikachu, suspenso e temido pelos pernambucanos desde a atuação de gala que teve contra o Sport, pela Copa do Brasil, não tem o mesmo entrosamento do substituído. E o paulista, é um lateral mais "puro". Joga mesmo pelos flancos ao invés de afunilar, como Yago gosta de fazer.
Sabendo que o Santa estudou bem o Papão, Davino tenta surpreender o Santa com uma formação completamente diferente no meio-campo. Com Pablo, Fabinho e Vanderson, ganha em "pegada". Mas com os dois últimos, o setor "envelheceu" e perde em velocidade. Pelo menos o "alvo" deles, o ex-bicolor Luciano Henrique, que passou a semana lesionado, não deve estar na sua melhor forma.
A grande surpresa fica na ala esquerda. Improvisado no setor, Robinho tem talvez uma das últimas chances de provar que pode ser útil ao Paysandu. Desde que veio do Cametá, o mineiro nunca nem chegou perto do insinuante e atrevido meia que brilhou as margens do rio Tocantins.
E o destino pode ter dado uma mãozinha para ele, porque Memo, o volante e homem de confiança do técnico Zé Teodoro, ainda é dúvida em virtude de uma lesão.
Para fazer o bicolor sonhar com uma vitória no Recife, ainda tem Kiros, autor de cinco gols contra o Santa.
A esperança de um Paysandu grande como o seu atacante, persiste.
Os bicolores esperam não pagar por essa falta nesta sexta-feira, diante do Santa Cruz, no mundão do Arruda.
Regis, o substituto de Yago Pikachu, suspenso e temido pelos pernambucanos desde a atuação de gala que teve contra o Sport, pela Copa do Brasil, não tem o mesmo entrosamento do substituído. E o paulista, é um lateral mais "puro". Joga mesmo pelos flancos ao invés de afunilar, como Yago gosta de fazer.
Sabendo que o Santa estudou bem o Papão, Davino tenta surpreender o Santa com uma formação completamente diferente no meio-campo. Com Pablo, Fabinho e Vanderson, ganha em "pegada". Mas com os dois últimos, o setor "envelheceu" e perde em velocidade. Pelo menos o "alvo" deles, o ex-bicolor Luciano Henrique, que passou a semana lesionado, não deve estar na sua melhor forma.
A grande surpresa fica na ala esquerda. Improvisado no setor, Robinho tem talvez uma das últimas chances de provar que pode ser útil ao Paysandu. Desde que veio do Cametá, o mineiro nunca nem chegou perto do insinuante e atrevido meia que brilhou as margens do rio Tocantins.
E o destino pode ter dado uma mãozinha para ele, porque Memo, o volante e homem de confiança do técnico Zé Teodoro, ainda é dúvida em virtude de uma lesão.
Para fazer o bicolor sonhar com uma vitória no Recife, ainda tem Kiros, autor de cinco gols contra o Santa.
A esperança de um Paysandu grande como o seu atacante, persiste.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Pé de anjo. Cabeça de burro.
Se o Remo estivesse na Série A do Brasileiro, poderiamos chamar de folclórico. Mas é melhor chamar de pitoresco mesmo.
No mínimo.
Por educação, não usarei adjetivos ainda piores para mais essa da diretoria do Remo.
Encantada com os poucos minutos de Marcelinho Carioca em campo no empate de 1 a 1 com o River Plate do Uruguai, os cartolas do clube resolveram propor a contratação do meio-campo, de 41 anos e há três sem jogar profissionalmente.
Um quarentão para se juntar aos quase quarentões Mendes, Fábio Oliveira e Adriano.
E o discurso de valorizar a base, falado a partir da metade do ano passado? Vai ficando mesmo no discurso.
Mas não dá para condenar a atual diretoria nem mais nem menos que as do passado.
É igual as outras.
Sem planejamento, sem diretrizes e sem conhecimento de futebol.
Uma coisa é Marcelinho no gramado do Mangueirão, jogando poucos minutos de uma partida amistosa.
Outra, é jogando no interior do Brasil, por 90 minutos e com a responsabilidade de carregar nas costas um time envelhecido.
O discernimento passa longe do Baenão.
A Granada Esportes, nova parceira do Leão, deu benção ao acordo.
Pega mal dizer não num namoro tão recente.
Mas os dirigentes da empresa já devem ter se tocado com quem vão ter que lidar. Menos mal que o próprio Marcelinho rejeitou a oferta.
Alguém tinha que ter bom senso nesse papelão.
No mínimo.
Por educação, não usarei adjetivos ainda piores para mais essa da diretoria do Remo.
Encantada com os poucos minutos de Marcelinho Carioca em campo no empate de 1 a 1 com o River Plate do Uruguai, os cartolas do clube resolveram propor a contratação do meio-campo, de 41 anos e há três sem jogar profissionalmente.
Um quarentão para se juntar aos quase quarentões Mendes, Fábio Oliveira e Adriano.
E o discurso de valorizar a base, falado a partir da metade do ano passado? Vai ficando mesmo no discurso.
Mas não dá para condenar a atual diretoria nem mais nem menos que as do passado.
É igual as outras.
Sem planejamento, sem diretrizes e sem conhecimento de futebol.
Uma coisa é Marcelinho no gramado do Mangueirão, jogando poucos minutos de uma partida amistosa.
Outra, é jogando no interior do Brasil, por 90 minutos e com a responsabilidade de carregar nas costas um time envelhecido.
O discernimento passa longe do Baenão.
A Granada Esportes, nova parceira do Leão, deu benção ao acordo.
Pega mal dizer não num namoro tão recente.
Mas os dirigentes da empresa já devem ter se tocado com quem vão ter que lidar. Menos mal que o próprio Marcelinho rejeitou a oferta.
Alguém tinha que ter bom senso nesse papelão.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Muito a melhorar
Que graças a longa pausa, o Paysandu da Série C 2012 é um time mais pronto que o de 2011 ou 2010, não há dúvida.
O que não quer dizer que seja 100% pronto.
Bom ter descoberto isso logo na terceira rodada. Uma pena que para isso, tenha decepcionado a avalanche bicolor que encheu o Mangueirão e viu a derrota de 1 a 0 para o Fortaleza.
Bastou uma única chance real no primeiro tempo para o Leão abrir o placar. A tabela aérea de Waldison com Jailson terminou no gol do primeiro.
Harison parecia ter deixado o futebol em Sobral.
Thiago Potiguar, que jurou vingança ao Fortaleza, só apareceu no lance em que cavou a falta que causou a expulsão de Esley.
Com o Fortaleza sem um jogador, o segundo tempo foi de domínio do Paysandu.
Territorial apenas.
Porque o Papão teve mais chances de gol.
Mas em quase nenhuma, foi uma ameaça para o goleiro Lopes, cujas virtudes (ou a falta delas), o torcedor bicolor conheceu nos tempos de Remo.
Em termos de finalização, uma lástima.
Pikachu foi tentar a malandragem e conseguiu a expulsão, ao cavar pênalti.
E quase que Geraldo fez 2 a 0.
Ficou na trave.
Vitória cearense que ajudou outro cearense.
Agora o Icasa é líder do Grupo A.
E se não quiser sair do G-4 na próxima rodada.
É melhor o Papão ser mais ão do que nunca.
No mundão do Arruda.
O que não quer dizer que seja 100% pronto.
Bom ter descoberto isso logo na terceira rodada. Uma pena que para isso, tenha decepcionado a avalanche bicolor que encheu o Mangueirão e viu a derrota de 1 a 0 para o Fortaleza.
Bastou uma única chance real no primeiro tempo para o Leão abrir o placar. A tabela aérea de Waldison com Jailson terminou no gol do primeiro.
Harison parecia ter deixado o futebol em Sobral.
Thiago Potiguar, que jurou vingança ao Fortaleza, só apareceu no lance em que cavou a falta que causou a expulsão de Esley.
Com o Fortaleza sem um jogador, o segundo tempo foi de domínio do Paysandu.
Territorial apenas.
Porque o Papão teve mais chances de gol.
Mas em quase nenhuma, foi uma ameaça para o goleiro Lopes, cujas virtudes (ou a falta delas), o torcedor bicolor conheceu nos tempos de Remo.
Em termos de finalização, uma lástima.
Pikachu foi tentar a malandragem e conseguiu a expulsão, ao cavar pênalti.
E quase que Geraldo fez 2 a 0.
Ficou na trave.
Vitória cearense que ajudou outro cearense.
Agora o Icasa é líder do Grupo A.
E se não quiser sair do G-4 na próxima rodada.
É melhor o Papão ser mais ão do que nunca.
No mundão do Arruda.
domingo, 15 de julho de 2012
De carrasco a vítima
Na rodada passada, os dois paraenses da Série C conseguiram virar seus jogos.
Neste domingo, um deles sentiu a sensação de estar do lado oposto.
Culpa do ataque do Icasa, que perdeu chance atrás de chance de sair na frente contra o Águia no Romeirão.
A sorte do Azulão é que conseguiu emplacar um contra-ataque mesmo sem um jogador de velocidade.
Flamel lançou Marabá e o veterano volante driblou o goleiro Thomazella para fazer 1 a 0.
Mas o Verdão do Cariri tinha domínio total do meio-campo e virou em apenas seis minutos.
Aos 38, o cruzamento de Nena encontrou Rossini e o ex-bicolor empatou.
Aos 44, foi Rossini quem encontrou Nena. Virada.
O Icasa sentiu a perna pesar no segundo tempo e tratou de segurar desde o início.
Com Peri em campo no lugar de Marabá, o Águia passou a ter três atacantes.
Atacou de todas as maneiras.
E não marcou.
Branco esteve irreconhecível.
Tiago Pereira não mostrou a que veio.
Pode mostrar no próximo sábado, quando recebe o Guarany de Sobral.
Neste domingo, um deles sentiu a sensação de estar do lado oposto.
Culpa do ataque do Icasa, que perdeu chance atrás de chance de sair na frente contra o Águia no Romeirão.
A sorte do Azulão é que conseguiu emplacar um contra-ataque mesmo sem um jogador de velocidade.
Flamel lançou Marabá e o veterano volante driblou o goleiro Thomazella para fazer 1 a 0.
Mas o Verdão do Cariri tinha domínio total do meio-campo e virou em apenas seis minutos.
Aos 38, o cruzamento de Nena encontrou Rossini e o ex-bicolor empatou.
Aos 44, foi Rossini quem encontrou Nena. Virada.
O Icasa sentiu a perna pesar no segundo tempo e tratou de segurar desde o início.
Com Peri em campo no lugar de Marabá, o Águia passou a ter três atacantes.
Atacou de todas as maneiras.
E não marcou.
Branco esteve irreconhecível.
Tiago Pereira não mostrou a que veio.
Pode mostrar no próximo sábado, quando recebe o Guarany de Sobral.
Segundona bicolor
Imagine os clubes paraenses mandando o Coronel Nunes catar coquinho.
O trio de ferro pernambucano fazendo o mesmo com Evandro Carvalho, o mandatário da Federação Pernambucana.
E Fortaleza e Ceará virando as costas para Mauro Carmélio.
Tudo em prol de uma Copa Norte-Nordeste. Contra os estaduais que só servem para satisfazer o ego dos presidentes de federações.
A partir desta segunda, começaremos a ver como seria esse sonho.
Azar de quem estará na praia.
Mangueirão lotado para ver Paysandu x Fortaleza, duas das várias grandes torcidas desta Série C.
Roberval Davino não queria perder Ricardo Capanema, que foi julgado durante a semana pela expulsão contra o Luverdense.
O aplicado volante só pegou um jogo de suspensão e deve ser ele quem marcará Geraldo.
Enquanto Thiago Potiguar tenta convencer os cearenses que merecia mais chances com a camisa do Tricolor de Aço no cearense desse ano.
E ainda tem perigo pelo alto (Kiros) e por baixo (Pikachu e Heliton). Uma linha ofensiva de respeito.
Contra um goleiro que não inspira confiança.
Quem viu o Campeonato Paraense de 2011 sabe do que Lopes é capaz.
Na derrota de 2 a 0 para o Luverdense, último jogo do Fortaleza, o goleiro de Itaperuna, interior do Rio, foi decisivo.
No mau sentido.
Mas o Leão tem a estreia do técnico Vica, substituto de Nedo Xavier.
E o novo técnico já saiu mexendo no time.
O meia Doda entrou no lugar de Assisinho e o zagueiro Micão entrou no posto de Wallisson.
E ainda tem a estrada de Kauê na lateral-esquerda.
Yago Pikachu pode deixar espaços para ele.
Foi por causa do apoio que ele despontou no Ituano e de lá foi para o Inter.
Tudo indicando um jogo digno de ser chamado de clássico.
Porque como todo mundo sabe.
É no Norte e Nordeste que está a grande paixão pelo futebol.
O trio de ferro pernambucano fazendo o mesmo com Evandro Carvalho, o mandatário da Federação Pernambucana.
E Fortaleza e Ceará virando as costas para Mauro Carmélio.
Tudo em prol de uma Copa Norte-Nordeste. Contra os estaduais que só servem para satisfazer o ego dos presidentes de federações.
A partir desta segunda, começaremos a ver como seria esse sonho.
Azar de quem estará na praia.
Mangueirão lotado para ver Paysandu x Fortaleza, duas das várias grandes torcidas desta Série C.
Roberval Davino não queria perder Ricardo Capanema, que foi julgado durante a semana pela expulsão contra o Luverdense.
O aplicado volante só pegou um jogo de suspensão e deve ser ele quem marcará Geraldo.
Enquanto Thiago Potiguar tenta convencer os cearenses que merecia mais chances com a camisa do Tricolor de Aço no cearense desse ano.
E ainda tem perigo pelo alto (Kiros) e por baixo (Pikachu e Heliton). Uma linha ofensiva de respeito.
Contra um goleiro que não inspira confiança.
Quem viu o Campeonato Paraense de 2011 sabe do que Lopes é capaz.
Na derrota de 2 a 0 para o Luverdense, último jogo do Fortaleza, o goleiro de Itaperuna, interior do Rio, foi decisivo.
No mau sentido.
Mas o Leão tem a estreia do técnico Vica, substituto de Nedo Xavier.
E o novo técnico já saiu mexendo no time.
O meia Doda entrou no lugar de Assisinho e o zagueiro Micão entrou no posto de Wallisson.
E ainda tem a estrada de Kauê na lateral-esquerda.
Yago Pikachu pode deixar espaços para ele.
Foi por causa do apoio que ele despontou no Ituano e de lá foi para o Inter.
Tudo indicando um jogo digno de ser chamado de clássico.
Porque como todo mundo sabe.
É no Norte e Nordeste que está a grande paixão pelo futebol.
sábado, 14 de julho de 2012
Aqui se faz...
E o Treze perdeu sua terceira partida na Série C.
Derrota de 2 a 1 para o Santa, no Arruda.
É a terceira rodada em três jogos do Galo.
Pelo menos, o Galo marcou seu primeiro gol.
Os adversários do Grupo A devem estar rindo a toa.
O prejuízo que tiveram por causa do clube paraibano não foi pouco.
A justiça pode até não ter conseguido punir o alvinegro por tudo o que fez.
Mas como diria Muricy Ramalho,
A bola pune.
Derrota de 2 a 1 para o Santa, no Arruda.
É a terceira rodada em três jogos do Galo.
Pelo menos, o Galo marcou seu primeiro gol.
Os adversários do Grupo A devem estar rindo a toa.
O prejuízo que tiveram por causa do clube paraibano não foi pouco.
A justiça pode até não ter conseguido punir o alvinegro por tudo o que fez.
Mas como diria Muricy Ramalho,
A bola pune.
Um Azulão nos domínios do Verdão
Três anos depois do Paysandu ver o sonho do acesso para a Série B ruir, um clube paraense volta ao estádio Romeirão. E se conseguiu segurar o Fortaleza no caldeirão do Presidente Vargas, o Águia também pode sonhar com pelo menos um empate diante do Icasa.
Caso resolva ir atrás de algo além da igualdade, o Azulão precisará ter iniciativa. No jogo de domingo, não terá o contra-ataque como arma. Valdanes, o homem talhado para puxá-los, quebrou a perna e está fora da Série C.
Diogo e Analdo ficam como sempre protegendo a zaga no meio-campo. E ocasionalmente, Marabá ajuda Flamel na armação.
Ocasionalmente, porque o fôlego do ex-volante de Inter, Goiás e Cruzeiro, fisicamente já não é aquele.
Sem Valdanes, o Águia perde velocidade, mas ganha presença de área, com a estreia de Thiago Pereira, tabelando com Wando.
Jogo com sabor de nostalgia para Bernardo, o único jogador do Azulão que estava na fatídica goleada de 6 a 2 que o Verdão do Cariri aplicou no Paysandu em 2009. O zagueiro tem a missão de provar aos cearenses que não é aquele jogador estabanado que levou um baile de Junior Xuxa naquela desastrada jornada de agosto.
O meia que Bernardo terá que marcar desta vez, ele conhece bem melhor. Rossini foi companheiro dele naquele time. Habilidoso, mas também indisciplinado, deixou a Curuzu antes do fim da Série C. A eterna promessa jogará ao lado de Wellington Simião, que nos tempos de Luverdense, despertou o interesse do Remo, mas acabou não vindo para o Baenão.
O Verdão ainda tem a experiência do zagueiro André Turatto, ex-ídolo do Fortaleza e o atacante Reginaldo Júnior, que quase foi para o Paysandu nesta temporada, mas preferiu ficar em terras cearenses.
E quem coloca estas peças em campo é ainda mais conhecido. O jovem técnico Tarcísio Pugliese já enfrentou os clubes paraenses várias vezes na Série C, seja comandando o Luverdense ou o Rio Branco. É um especialista em montar equipes de forte marcação e aplicadas taticamente.
Icasa x Águia deve ser um verdadeiro jogo de xadrez. Quem aproveitar a chance que tiver, dará xeque mate.
Caso resolva ir atrás de algo além da igualdade, o Azulão precisará ter iniciativa. No jogo de domingo, não terá o contra-ataque como arma. Valdanes, o homem talhado para puxá-los, quebrou a perna e está fora da Série C.
Diogo e Analdo ficam como sempre protegendo a zaga no meio-campo. E ocasionalmente, Marabá ajuda Flamel na armação.
Ocasionalmente, porque o fôlego do ex-volante de Inter, Goiás e Cruzeiro, fisicamente já não é aquele.
Sem Valdanes, o Águia perde velocidade, mas ganha presença de área, com a estreia de Thiago Pereira, tabelando com Wando.
Jogo com sabor de nostalgia para Bernardo, o único jogador do Azulão que estava na fatídica goleada de 6 a 2 que o Verdão do Cariri aplicou no Paysandu em 2009. O zagueiro tem a missão de provar aos cearenses que não é aquele jogador estabanado que levou um baile de Junior Xuxa naquela desastrada jornada de agosto.
O meia que Bernardo terá que marcar desta vez, ele conhece bem melhor. Rossini foi companheiro dele naquele time. Habilidoso, mas também indisciplinado, deixou a Curuzu antes do fim da Série C. A eterna promessa jogará ao lado de Wellington Simião, que nos tempos de Luverdense, despertou o interesse do Remo, mas acabou não vindo para o Baenão.
O Verdão ainda tem a experiência do zagueiro André Turatto, ex-ídolo do Fortaleza e o atacante Reginaldo Júnior, que quase foi para o Paysandu nesta temporada, mas preferiu ficar em terras cearenses.
E quem coloca estas peças em campo é ainda mais conhecido. O jovem técnico Tarcísio Pugliese já enfrentou os clubes paraenses várias vezes na Série C, seja comandando o Luverdense ou o Rio Branco. É um especialista em montar equipes de forte marcação e aplicadas taticamente.
Icasa x Águia deve ser um verdadeiro jogo de xadrez. Quem aproveitar a chance que tiver, dará xeque mate.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Soltando o verbo
"Infelismente (sic) o gramado do baenao esta uma lastima quem deveria cuidar ainda faz jogos amistosos das categoris de base e os profissionais sg" "Ficam prejudicados de treinar taticamente.sem campo para treinar esperamos conseguir treinar no mangueirao.falta de profissionalismo." Depois nao sabem porque o Clube do Remo ests nessa situacao.espero q nos tds juntos consigamos sair dessa situacao incomoda.fiquem na paz.
Todas as declarações acima são do twitter do técnico do Remo, Edson Gaúcho. Os dirigentes do Remo queriam um treinador para acabar com o corpo mole. Para eles, esta é a razão dos últimos fracassos do Remo. Só se esqueceram ou não foram informados de que o treinador bota dedo na ferida fora de campo também.
Chama os cartolas a fazerem suas obrigações. Inclusive aquelas que não geram holofotes.
Como cuidar do gramado.
Não tem dirigente que defende com unhas e dentes o uso do Baenão na Série D?
Então, tem que fazer do estádio hostil aos adversários, e não as pernas e tornozelos azulinos.
É gostoso dizer que salário de jogador está em dia não é?
Tem que ser igualmente prazeroso também manter os vencimentos dos funcionários mais humildes, aqueles que não aparecem para a torcida.
De todas as queixas que Edson Gaúcho fez até agora, em todas, está coberto de razão.
Todas as declarações acima são do twitter do técnico do Remo, Edson Gaúcho. Os dirigentes do Remo queriam um treinador para acabar com o corpo mole. Para eles, esta é a razão dos últimos fracassos do Remo. Só se esqueceram ou não foram informados de que o treinador bota dedo na ferida fora de campo também.
Chama os cartolas a fazerem suas obrigações. Inclusive aquelas que não geram holofotes.
Como cuidar do gramado.
Não tem dirigente que defende com unhas e dentes o uso do Baenão na Série D?
Então, tem que fazer do estádio hostil aos adversários, e não as pernas e tornozelos azulinos.
É gostoso dizer que salário de jogador está em dia não é?
Tem que ser igualmente prazeroso também manter os vencimentos dos funcionários mais humildes, aqueles que não aparecem para a torcida.
De todas as queixas que Edson Gaúcho fez até agora, em todas, está coberto de razão.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Sou corrupto
Nesta quarta-feira, ficamos sabendo oficialmente o que até as vaquinhas que pastam nos Alpes suiços já sabiam: o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira e o ex da Fifa e ex-sogro de Teixeira,João Havelange, receberam subornos da ISL, empresa que era parceira da Fifa.
O que surpreende não é isso. Segundo o tribunal de Zug, na Suiça, que julgou o caso, os advogados da Fifa chegaram a alegar, em defesa da dupla, que a “maioria da população” de países da América do Sul e África tem nos subornos e propinas parte de sua renda "normal".
Sim, é isso o que você leu. A maioria de nós, sul-americanos e os africanos, são corruptos.
Se a Fifa acredita nisso, imagine o que já fizeram, estão fazendo e ainda farão com essa história de Copa do Mundo no Brasil.
É de dar náusea essa gente.
O que surpreende não é isso. Segundo o tribunal de Zug, na Suiça, que julgou o caso, os advogados da Fifa chegaram a alegar, em defesa da dupla, que a “maioria da população” de países da América do Sul e África tem nos subornos e propinas parte de sua renda "normal".
Sim, é isso o que você leu. A maioria de nós, sul-americanos e os africanos, são corruptos.
Se a Fifa acredita nisso, imagine o que já fizeram, estão fazendo e ainda farão com essa história de Copa do Mundo no Brasil.
É de dar náusea essa gente.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Jamilton e uma noite
Jamilton foi um dos destaques da vitória do Remo de virada contra o Náutico-RR, em Roraima.
Não que o frágil time roraimense tenha atacado impiedosamente a meta do goleiro.
Foi nos piores momentos do Leão em campo, que o sósia do Anderson Silva mostrou seu melhor.
Como no início do jogo, quando o Náutico já se mandou ao ataque.
O Remo passou logo depois a dominar o jogo, acreditando que dois minutos de ofensividade era tudo o que o Náutico tinha a oferecer.
Até André oferecer ao Náutico a chance do contra-ataque que Vidinha aproveitou e deu o passe para Cacau colocar o time da casa na frente.
Atordoado pelo gol, o Remo errava passes seguidos.
Se não fosse Jamilton, seria 2 a 0. E o resultado seria diferente.
O goleiro segurou as pontas até o Remo colocar a cabeça no lugar.
Literalmente.
Foi com ela que Ávalos aproveitou cobrança de escanteio e empatou.
O Campeonato Roraimense acabou faz tempo.
E achar adversários por lá não é fácil.
O Náutico sentiu tudo isso no segundo tempo.
A insistência do Remo deu resultado aos 20 minutos, com Ratinho dando uma peitada para o gol.
Três pontos garantidos?
Os remistas acharam isso e quase pagaram caro.
Mas lá estava Jamilton de novo.
Vitória de virada e Leão na liderança do Grupo.
Não que o frágil time roraimense tenha atacado impiedosamente a meta do goleiro.
Foi nos piores momentos do Leão em campo, que o sósia do Anderson Silva mostrou seu melhor.
Como no início do jogo, quando o Náutico já se mandou ao ataque.
O Remo passou logo depois a dominar o jogo, acreditando que dois minutos de ofensividade era tudo o que o Náutico tinha a oferecer.
Até André oferecer ao Náutico a chance do contra-ataque que Vidinha aproveitou e deu o passe para Cacau colocar o time da casa na frente.
Atordoado pelo gol, o Remo errava passes seguidos.
Se não fosse Jamilton, seria 2 a 0. E o resultado seria diferente.
O goleiro segurou as pontas até o Remo colocar a cabeça no lugar.
Literalmente.
Foi com ela que Ávalos aproveitou cobrança de escanteio e empatou.
O Campeonato Roraimense acabou faz tempo.
E achar adversários por lá não é fácil.
O Náutico sentiu tudo isso no segundo tempo.
A insistência do Remo deu resultado aos 20 minutos, com Ratinho dando uma peitada para o gol.
Três pontos garantidos?
Os remistas acharam isso e quase pagaram caro.
Mas lá estava Jamilton de novo.
Vitória de virada e Leão na liderança do Grupo.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Ao ataque, Leão!
O técnico Edson Gaúcho "estreia" nesta terça-feira no comando do Remo. Estreia porque será contra o Náutico, em Boa Vista, que o Leão terá o real toque do recém-chegado treinador.
Jamilton estará no gol no lugar de Adriano, lesionado nas costas. E tem tudo para permanecer, já que o "Paredão", tecnicamente e fisicamente, já não é mais o mesmo. Ávalos, que nem sentou no banco diante do Penarol, agora é titular, ao lado de Diego Barros, zagueiro com mais agilidade que Edinho.
Mas a maior mudança está no meio-campo. Serão três meias ofensivos e não dois, como era de costume. Só André marca, enquanto, Chiquita, Reis e Leo Medeiros armam. Leo Medeiros faz sua estreia, assim como Mendes, substituíndo o lesionado Fábio Oliveira. Tudo para o Leão voltar com mais três pontos de Roraima.
Pressão da torcida é algo pouco provável em Boa Vista. O Náutico está longe de ser um clube de massa nem Roraima. Baré e Atlético Roraima tem mais apelo. Ainda assim, estão atrás dos clubes paulistas, cariocas e até do Fortaleza, paixão trazida pelos migrantes cearenses que hoje vivem no estado mais setentrional do Brasil.
Sem muito dinheiro, o clube roraimense trouxe jogadores que disputaram o Campeonato Amazonense. Mais da metade do time que será escalado pelo técnico Serginho Gois vem do estado vizinho. Ainda falta entrosamento e ainda tem a pressão da estreia. Enquanto o Remo vai para o terceiro jogo, o Náutico ainda está no primeiro. Cortesia da agência de viagens que cuida do transporte da Série D e não faz nem ideia da geografia do Norte do Brasil.
Segundo colegas de imprensa amazonenses, o zagueiro Thiago Brandão, um dos novos jogadores, carece de altura e técnica. Mendes adoraria saber disso.
Mas os homônimo do Timbu pernambucano ainda conseguiu garimpar boas peças no Amazonas. Como o lateral Alberto, o melhor da posição no último amazonense,mas que acabou dispensado depois que a diretoria do Fast descobriu que ele costumava complementar sua renda jogando futsal.
Quem deve ser a peça principal do Náutico é o meia Vidinha, de 32 anos, uma testemunha da última boa fase do futebol do amazonas. Era ele o titular do São Raimundo nos tempos em que o Tufão disputava a Série B do Brasileiro.
Pouco para bater o Remo.
Basta o Leão respeitar o time de Roraima.
Outro Vilhena no caminho azul é dispensável.
Jamilton estará no gol no lugar de Adriano, lesionado nas costas. E tem tudo para permanecer, já que o "Paredão", tecnicamente e fisicamente, já não é mais o mesmo. Ávalos, que nem sentou no banco diante do Penarol, agora é titular, ao lado de Diego Barros, zagueiro com mais agilidade que Edinho.
Mas a maior mudança está no meio-campo. Serão três meias ofensivos e não dois, como era de costume. Só André marca, enquanto, Chiquita, Reis e Leo Medeiros armam. Leo Medeiros faz sua estreia, assim como Mendes, substituíndo o lesionado Fábio Oliveira. Tudo para o Leão voltar com mais três pontos de Roraima.
Pressão da torcida é algo pouco provável em Boa Vista. O Náutico está longe de ser um clube de massa nem Roraima. Baré e Atlético Roraima tem mais apelo. Ainda assim, estão atrás dos clubes paulistas, cariocas e até do Fortaleza, paixão trazida pelos migrantes cearenses que hoje vivem no estado mais setentrional do Brasil.
Sem muito dinheiro, o clube roraimense trouxe jogadores que disputaram o Campeonato Amazonense. Mais da metade do time que será escalado pelo técnico Serginho Gois vem do estado vizinho. Ainda falta entrosamento e ainda tem a pressão da estreia. Enquanto o Remo vai para o terceiro jogo, o Náutico ainda está no primeiro. Cortesia da agência de viagens que cuida do transporte da Série D e não faz nem ideia da geografia do Norte do Brasil.
Segundo colegas de imprensa amazonenses, o zagueiro Thiago Brandão, um dos novos jogadores, carece de altura e técnica. Mendes adoraria saber disso.
Mas os homônimo do Timbu pernambucano ainda conseguiu garimpar boas peças no Amazonas. Como o lateral Alberto, o melhor da posição no último amazonense,mas que acabou dispensado depois que a diretoria do Fast descobriu que ele costumava complementar sua renda jogando futsal.
Quem deve ser a peça principal do Náutico é o meia Vidinha, de 32 anos, uma testemunha da última boa fase do futebol do amazonas. Era ele o titular do São Raimundo nos tempos em que o Tufão disputava a Série B do Brasileiro.
Pouco para bater o Remo.
Basta o Leão respeitar o time de Roraima.
Outro Vilhena no caminho azul é dispensável.
sábado, 7 de julho de 2012
Virada (s) e liderança (s)
Deixo para os pesquisadores com mais vivência no futebol paraense verem quando foi a última vez que isso aconteceu.
Mas certamente fazia bastante tempo que dois times do Pará não ocupavam as duas primeiras posições em um campeonato brasileiro mais volumoso.
E assim vai permanecer caso o Salgueiro não vença o Santa Cruz nesse domingo, no interior pernambucano.
Mas tanto Paysandu quando Águia tiveram que mostrar poder de reação.
Fernando fez 1 a 0 para o Cuiabá contra o Águia em Marabá.
Bem longe dali, em Sobral, o Guarany abriu o placar contra o Paysandu através da cabeçada do zagueiro Joécio.
O site do Cuiabá falava do temor dos jogadores com o clima quente e seco (?) de Marabá.
Mal informados, não devem ter esperado a canícula de Marabá, sempre com muita umidade. Os cuiabanos logo se desgastaram.
Na bola parada, Mocajuba colocou na cabeça do zagueiro Bernardo, que empatou.
E antes do primeiro tempo terminar, Valdanes decretou a virada.
No interior cearense, o Guarany gastou suas energias para sair na frente.
Esqueceu de guardar para o segundo tempo.
Parecia que quem tinha viajado duante 12 horas tinha sido o Cacique do Vale e não o Papão.
Kiros mostrou suas armas.
Além da cabeçada, tem um chute forte de direita. Foi com ele que fuzilou o goleiro Marcelo Silva e empatou.
Chances de virar não faltaram ao Paysandu.
Mas como no sufoco é mais gostoso, Yago Pikachu deixou para marcar 2 a 1 aos 47 minutos.
Papão 6, Águia 4.
Uma "gordurinha" para desafios ainda mais difíceis que virão pela frente.
O Águia tem pela frente o Icasa e o lotado Romeirão, em Juazeiro do Norte.
Já o Papão, recebe o Fortaleza e depois, vai ao Recife para encarar o Santa Cruz e o temido Arruda.
A Série C começa pra valer agora.
Mas certamente fazia bastante tempo que dois times do Pará não ocupavam as duas primeiras posições em um campeonato brasileiro mais volumoso.
E assim vai permanecer caso o Salgueiro não vença o Santa Cruz nesse domingo, no interior pernambucano.
Mas tanto Paysandu quando Águia tiveram que mostrar poder de reação.
Fernando fez 1 a 0 para o Cuiabá contra o Águia em Marabá.
Bem longe dali, em Sobral, o Guarany abriu o placar contra o Paysandu através da cabeçada do zagueiro Joécio.
O site do Cuiabá falava do temor dos jogadores com o clima quente e seco (?) de Marabá.
Mal informados, não devem ter esperado a canícula de Marabá, sempre com muita umidade. Os cuiabanos logo se desgastaram.
Na bola parada, Mocajuba colocou na cabeça do zagueiro Bernardo, que empatou.
E antes do primeiro tempo terminar, Valdanes decretou a virada.
No interior cearense, o Guarany gastou suas energias para sair na frente.
Esqueceu de guardar para o segundo tempo.
Parecia que quem tinha viajado duante 12 horas tinha sido o Cacique do Vale e não o Papão.
Kiros mostrou suas armas.
Além da cabeçada, tem um chute forte de direita. Foi com ele que fuzilou o goleiro Marcelo Silva e empatou.
Chances de virar não faltaram ao Paysandu.
Mas como no sufoco é mais gostoso, Yago Pikachu deixou para marcar 2 a 1 aos 47 minutos.
Papão 6, Águia 4.
Uma "gordurinha" para desafios ainda mais difíceis que virão pela frente.
O Águia tem pela frente o Icasa e o lotado Romeirão, em Juazeiro do Norte.
Já o Papão, recebe o Fortaleza e depois, vai ao Recife para encarar o Santa Cruz e o temido Arruda.
A Série C começa pra valer agora.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Um novo Águia
Se fora de casa o Águia conseguiu segurar o Fortaleza, o que torna grande a expectativa de vitória contra o Cuiabá, no Zinho Oliveira, onde o Águia tem aproveitamento de 70% nos últimos jogos.
O Águia 2012 é diferente de outras temporadas. No time que estreia na Série C, não existe o "homem-gol". Valdanes e Wando usam mais a velocidade e habilidade, respectivamente. Branco vai esperar no banco de reservas uma chance de ser o que Felipe Mamão ou Bruno Rangel foram no passado.
No papel, é o melhor meio-campo que o Azulão teve desde que começou a disputar a Série C. A tradição de ter um setor seguro na marcação continua mantida, com Diogo e o "eterno" Analdo. Mas com a implantação do 4-4-2, agora são dois armadores. Com isso, Flamel deixou de ter que carregar a cruz que foi de Soares, Diego Biro e Gustavo. A cruz de ser a única cabeça pensante do meio-campo. Juliano agora o auxilia.
E além de toda esta força, tem os avanços de Ivonaldo na lateral-direita e as bolas paradas de Mocajuba.
Mesmo sem tanta fama assim, o Cuiabá não pode ser subestimado. Tem a experiência de Fernando Lombardi, zagueiro que atuou nos tempos de elite do Paraná Clube. O volante César Romero, que em outros carnavais, já foi assediado pelo Paysandu. Além dos atacantes Leandro Cearense, (bem) conhecido pelos paraenses. E Josiel (mal) conhecido, principalmente do lado bicolor do Pará.
Pesando na balança, o Águia leva o favoritismo. Se vai levar os três pontos, só depende dos comandados de João Galvão.
O Águia 2012 é diferente de outras temporadas. No time que estreia na Série C, não existe o "homem-gol". Valdanes e Wando usam mais a velocidade e habilidade, respectivamente. Branco vai esperar no banco de reservas uma chance de ser o que Felipe Mamão ou Bruno Rangel foram no passado.
No papel, é o melhor meio-campo que o Azulão teve desde que começou a disputar a Série C. A tradição de ter um setor seguro na marcação continua mantida, com Diogo e o "eterno" Analdo. Mas com a implantação do 4-4-2, agora são dois armadores. Com isso, Flamel deixou de ter que carregar a cruz que foi de Soares, Diego Biro e Gustavo. A cruz de ser a única cabeça pensante do meio-campo. Juliano agora o auxilia.
E além de toda esta força, tem os avanços de Ivonaldo na lateral-direita e as bolas paradas de Mocajuba.
Mesmo sem tanta fama assim, o Cuiabá não pode ser subestimado. Tem a experiência de Fernando Lombardi, zagueiro que atuou nos tempos de elite do Paraná Clube. O volante César Romero, que em outros carnavais, já foi assediado pelo Paysandu. Além dos atacantes Leandro Cearense, (bem) conhecido pelos paraenses. E Josiel (mal) conhecido, principalmente do lado bicolor do Pará.
Pesando na balança, o Águia leva o favoritismo. Se vai levar os três pontos, só depende dos comandados de João Galvão.
Papão na terra do poder
Localizada a 235 km de Fortaleza, Sobral está para Fortaleza como Castanhal está para Belém. Pelo tamanho e pela importância. E assim como a Cidade Modelo, Sobral deu ao Ceará dois governadores. A cidade é o celeiro dos irmãos Gomes (Cid e Ciro).
Mas em termos de futebol, o Guarany está mais para o Águia. É o time que nos últimos tempos mais incomoda os poderosos do Ceará.Tem até um título nacional no currículo, algo que Leão e Vozão ainda sonham.
E no estádio do Junco, com a ajuda da torcida, o Cacique do Vale faz pressão.
Eis o que o Papão vai encarar neste sábado.
O time é formado em grande parte por jogadores do Nordeste.
Um deles, até esnobou o Paysandu.
Bismarck disse não ao Papão durante o Campeonato Cearense fazendo promessas de amor ao Fortaleza, que não retribuiu e o emprestou ao Guarany, onde foi campeão brasileiro da Série D.
Descobriremos se os bicolores perderam alguma coisa.
No banco de reservas, lá estará um Araújo.
Cujo sobrenome faz bicolor chorar.
Mas o Araújo que vai estar no comando do Guarany é Júlio e não Flávio. O treinador do Cacique é irmão do carrasco do Paysandu em 2009 e 2011, comandando Icasa e América-RN, respectivamente.
O caçula da família Araújo não terá Rinaldo.
Machucado, o veterano só deve voltar na metade da fase de classificação.
A defesa do Guarany tem motivos para se preocupar.
O atacante Kiros estará em campo esperando as bolas aéreas.
Que da direita virão de Pikachu.
Da esquerda, de Lineker, que deve ser improvisado na ala depois que Regis se machucou.
O time que nos últimos tempos tinha medo de jogar em casa, perdeu a fobia no Nordeste.
Pode mostrar cura total.
Mas em termos de futebol, o Guarany está mais para o Águia. É o time que nos últimos tempos mais incomoda os poderosos do Ceará.Tem até um título nacional no currículo, algo que Leão e Vozão ainda sonham.
E no estádio do Junco, com a ajuda da torcida, o Cacique do Vale faz pressão.
Eis o que o Papão vai encarar neste sábado.
O time é formado em grande parte por jogadores do Nordeste.
Um deles, até esnobou o Paysandu.
Bismarck disse não ao Papão durante o Campeonato Cearense fazendo promessas de amor ao Fortaleza, que não retribuiu e o emprestou ao Guarany, onde foi campeão brasileiro da Série D.
Descobriremos se os bicolores perderam alguma coisa.
No banco de reservas, lá estará um Araújo.
Cujo sobrenome faz bicolor chorar.
Mas o Araújo que vai estar no comando do Guarany é Júlio e não Flávio. O treinador do Cacique é irmão do carrasco do Paysandu em 2009 e 2011, comandando Icasa e América-RN, respectivamente.
O caçula da família Araújo não terá Rinaldo.
Machucado, o veterano só deve voltar na metade da fase de classificação.
A defesa do Guarany tem motivos para se preocupar.
O atacante Kiros estará em campo esperando as bolas aéreas.
Que da direita virão de Pikachu.
Da esquerda, de Lineker, que deve ser improvisado na ala depois que Regis se machucou.
O time que nos últimos tempos tinha medo de jogar em casa, perdeu a fobia no Nordeste.
Pode mostrar cura total.
sábado, 30 de junho de 2012
De volta para o futuro
Era um garoto de 15 anos quando vi pela TV a cena do presidente do Fluminense estourando um champagne em Laranjeiras para comemorar a virada de mesa que mantinha o Flu na Série A do Brasileiro de 1996. Como muita gente se lembra, o Tricolor caiu para a Série B no campo, mas não foi rebaixado porque segundo o presidente da CBF da época, o esquecível Ricardo Teixeira, "houve irregularidades nas arbitragens".
Mas por incrível que pareça, nenhum chefe da arbitragem foi punido. Nenhum árbitro. E se os rebaixamentos de Bragantino e Fluminense foram anulados, o título brasileiro do Botafogo também deveria. Nesta sexta-feira, voltei a ter 15 anos. Ou pelo menos a ter o mesmo sentimento da época. Foi de dar asco ver a torcida do Treze soltando fogos para comemorar a ida do time para a Série C através da justiça e não do campo.
Vou deixar claro mais uma vez, especialmente para alguns trogloditas de Campina Grande (felizmente são poucos), que estão hostilizando jornalistas mais importantes do que eu, que não tenho absolutamente nada contra o Treze e nem contra o futebol paraibano. O Galo merece respeito pela sua história e por manter junto com o Campinense, uma das mais acirradas rivalidades do interior do Brasil. Um clube como o Treze não merecia ficar sem calendário. Mas pelo que fez em 2012, mereceu.
Falo mais uma vez: a vaga na Série C não é do Treze. Opinião minha e de praticamente todos os presidentes de clubes da Série C. E de jornalistas mais renomados que este escriba. E por motivos dos quais já escrevi aqui.
Se o acordo entre Rio Branco e STJD foi lamentável, tão nocivo quanto foi a Justiça Paraibana fazendo as vontades do Treze após o clube perder o direito de disputar a Série C no STJD, em 2011. A alegação do Galo, de que deveria ficar com a vaga do Rio Branco por ter sido colocado na Série D de 2011, foi rejeitada no Rio, mas aceita pelos magistrados paraibanos que aliás, passaram a agir a favor do Galo depois que o clube sucumbiu no Campeonato Paraibano e perdeu para o Sousa a vaga na Série D.
Se o Treze entrar em campo na quarta-feira, contra o Salgueiro, começa uma página triste na história do futebol brasileiro. Abre-se a possibilidade de clubes entrarem na Justiça Comum toda vez que o resultado no campo não for de seu agrado. Um bom advogado terá tanto valor quanto um bom jogador. Nada contra os "doutores". Mas para os apaixonados por futebol, vale mais um gol de alguém de uniforme e chuteira do que um gol de um engravatado.
A CBF já disse que vai recorrer. Melhor que não façam nada. Porque de um Departamento Jurídico que não sabe a diferença entre multa e caução não se pode esperar muito. Que consigam advogados mais qualificados porque várias batalhas virão a partir de agora.
E que o STJD caia no esquecimento. O acordo feito com o Rio Branco é uma das peças mais imorais de um esporte já imoral nos seus subterrâneos.
O futuro repete o passado.
Mas esse museu não é de grandes novidades.
Mas por incrível que pareça, nenhum chefe da arbitragem foi punido. Nenhum árbitro. E se os rebaixamentos de Bragantino e Fluminense foram anulados, o título brasileiro do Botafogo também deveria. Nesta sexta-feira, voltei a ter 15 anos. Ou pelo menos a ter o mesmo sentimento da época. Foi de dar asco ver a torcida do Treze soltando fogos para comemorar a ida do time para a Série C através da justiça e não do campo.
Vou deixar claro mais uma vez, especialmente para alguns trogloditas de Campina Grande (felizmente são poucos), que estão hostilizando jornalistas mais importantes do que eu, que não tenho absolutamente nada contra o Treze e nem contra o futebol paraibano. O Galo merece respeito pela sua história e por manter junto com o Campinense, uma das mais acirradas rivalidades do interior do Brasil. Um clube como o Treze não merecia ficar sem calendário. Mas pelo que fez em 2012, mereceu.
Falo mais uma vez: a vaga na Série C não é do Treze. Opinião minha e de praticamente todos os presidentes de clubes da Série C. E de jornalistas mais renomados que este escriba. E por motivos dos quais já escrevi aqui.
Se o acordo entre Rio Branco e STJD foi lamentável, tão nocivo quanto foi a Justiça Paraibana fazendo as vontades do Treze após o clube perder o direito de disputar a Série C no STJD, em 2011. A alegação do Galo, de que deveria ficar com a vaga do Rio Branco por ter sido colocado na Série D de 2011, foi rejeitada no Rio, mas aceita pelos magistrados paraibanos que aliás, passaram a agir a favor do Galo depois que o clube sucumbiu no Campeonato Paraibano e perdeu para o Sousa a vaga na Série D.
Se o Treze entrar em campo na quarta-feira, contra o Salgueiro, começa uma página triste na história do futebol brasileiro. Abre-se a possibilidade de clubes entrarem na Justiça Comum toda vez que o resultado no campo não for de seu agrado. Um bom advogado terá tanto valor quanto um bom jogador. Nada contra os "doutores". Mas para os apaixonados por futebol, vale mais um gol de alguém de uniforme e chuteira do que um gol de um engravatado.
A CBF já disse que vai recorrer. Melhor que não façam nada. Porque de um Departamento Jurídico que não sabe a diferença entre multa e caução não se pode esperar muito. Que consigam advogados mais qualificados porque várias batalhas virão a partir de agora.
E que o STJD caia no esquecimento. O acordo feito com o Rio Branco é uma das peças mais imorais de um esporte já imoral nos seus subterrâneos.
O futuro repete o passado.
Mas esse museu não é de grandes novidades.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Asilo Futebol Clube
Enquanto o torcida azulina reclama da idade avançada do seu time da Série D, o Futebol do Santiago mostra que a Quarta Divisão Nacional é o paraíso dos velhinhos. Dá até para montar um time inteiro. Tem jogador que já passou até mesmo dos 40. Confira
Flávio- goleiro CSA (41 anos)
Campeão Brasileiro pelo Atlético Paranaense em 2001, Flávio teve seu melhor momento na Arena da Baixada. Nos outros clubes que passou, sempre foi um goleiro irregular, de grandes defesas e de grandes falhas. Na Alagoas natal, tem moral com a torcida do CSA.
Sergio Gomes – lateral Friburguense-RJ (38 anos)
Se você for ao estádio Eduardo Guinle e ver a torcida do Frizão vibrando com o apenas esforçado lateral-direito, não estranhe. Sergio Gomes é um patrimônio do Friburguense. Disputou 12 campeonatos com a camisa do time de Nova Friburgo, que vive de subidas e descidas no estadual do Rio.
Na alegria ou na tristeza lá está o grito: “Ah, é Sérgio Gomes!”
Cadão – zagueiro Friburguense-RJ (40 anos)
Ou os ares montanhosos de Nova Friburgo devem rejuvenescer qualquer um. Cadão foi durante anos figura comum nos clubes pequenos do interior do Rio. Mas passou a maior parte da carreira no Friburguense. E nem pensa em parar.
Fabiano Eller zagueiro Brasil de Pelotas (35 anos)
O estilo aguerrido de jogo conquistou o torcedor do Inter, onde chegou a ser campeão do mundo. O carioca já não é mais nenhum garotão. Precisa ainda mais da raça. Tudo o que o torcedor Xavante adora ver.
Arlindo Maracanã – lateral Sampaio Corrêa (34 anos)
O cearense de futebol rápido teve uma curta passagem pelo Fluminense. Seu destino era mesmo brilhar no futebol nordestino, principalmente no Ceará. Tinha que ter pulmão para alcançar Arlindo, que hoje, defende a Bolívia Querida.
Gil - volante Vitória da Conquista (35 anos)
Dos 11 titulares desse time “geriátrico”, talvez o mais desconhecido. Gil fez sua carreira em equipes pequenas do futebol baiano
Serginho – volante Santos-AP (34 anos)
O remista lembra bem dele. Passou duas temporadas no Remo, onde brilhou tanto como marcador como eventual armador. Esteve perto de voltar em 2012 ao Leão. Preferiu o Metropolitano-SC. E agora, está no Peixe da Amazônia.
Igor Cearense – meia Penarol-AM (32 anos)
Com tantos velhinhos, o time precisava de mais “juventude”. Nos tempos de vacas magras do Flamengo, em 2003, Igor deu alguma alegria com seus dribles e arrancadas. Pena que assim como rubro-negro de sua época, ele era irregular. Pelo menos é respeitado no Amazonas, estado onde é grande a concentração de torcedores do Mengo.
Adrianinho – meia Sobradinho-DF (32 anos)
Quando surgiu na Ponte Preta, Adrianinho despontava como jogador de grande futuro. Habilidoso, também cadenciava o jogo como poucos. As vezes até exagerava. Por isso nunca passou de promessa. Nesse time de veteranos, sua cadência é bem-vinda
Warley – atacante Campinense (34 anos)
Ponta-esquerda a moda antiga, se destacava mais pelas assistências do que pelos gols. No São Paulo, Palmeiras e Atlético-PR, foram poucos encontros com a bola na rede. Quando desembarcou em Campina Grande, despertou seu instinto artilheiro. Foram 19 gols pelo Treze, que o deixou ir para o rival Campinense. Com outros 21 gols, levou a Raposa ao título paraibano de 2012. Não quer mais saber de sair da capital do São João.
Marcos Denner –atacante Brasil de Pelotas (36 anos)
A única coisa que ele tem em comum com o ex-atacante da Lusa é o nome. Marcos Denner faz mais o estilo trombador, tão adorado nos Pampas. Um cigano da bola que já tem quase 20 clubes no currículo.
Flávio- goleiro CSA (41 anos)
Campeão Brasileiro pelo Atlético Paranaense em 2001, Flávio teve seu melhor momento na Arena da Baixada. Nos outros clubes que passou, sempre foi um goleiro irregular, de grandes defesas e de grandes falhas. Na Alagoas natal, tem moral com a torcida do CSA.
Sergio Gomes – lateral Friburguense-RJ (38 anos)
Se você for ao estádio Eduardo Guinle e ver a torcida do Frizão vibrando com o apenas esforçado lateral-direito, não estranhe. Sergio Gomes é um patrimônio do Friburguense. Disputou 12 campeonatos com a camisa do time de Nova Friburgo, que vive de subidas e descidas no estadual do Rio.
Na alegria ou na tristeza lá está o grito: “Ah, é Sérgio Gomes!”
Cadão – zagueiro Friburguense-RJ (40 anos)
Ou os ares montanhosos de Nova Friburgo devem rejuvenescer qualquer um. Cadão foi durante anos figura comum nos clubes pequenos do interior do Rio. Mas passou a maior parte da carreira no Friburguense. E nem pensa em parar.
Fabiano Eller zagueiro Brasil de Pelotas (35 anos)
O estilo aguerrido de jogo conquistou o torcedor do Inter, onde chegou a ser campeão do mundo. O carioca já não é mais nenhum garotão. Precisa ainda mais da raça. Tudo o que o torcedor Xavante adora ver.
Arlindo Maracanã – lateral Sampaio Corrêa (34 anos)
O cearense de futebol rápido teve uma curta passagem pelo Fluminense. Seu destino era mesmo brilhar no futebol nordestino, principalmente no Ceará. Tinha que ter pulmão para alcançar Arlindo, que hoje, defende a Bolívia Querida.
Gil - volante Vitória da Conquista (35 anos)
Dos 11 titulares desse time “geriátrico”, talvez o mais desconhecido. Gil fez sua carreira em equipes pequenas do futebol baiano
Serginho – volante Santos-AP (34 anos)
O remista lembra bem dele. Passou duas temporadas no Remo, onde brilhou tanto como marcador como eventual armador. Esteve perto de voltar em 2012 ao Leão. Preferiu o Metropolitano-SC. E agora, está no Peixe da Amazônia.
Igor Cearense – meia Penarol-AM (32 anos)
Com tantos velhinhos, o time precisava de mais “juventude”. Nos tempos de vacas magras do Flamengo, em 2003, Igor deu alguma alegria com seus dribles e arrancadas. Pena que assim como rubro-negro de sua época, ele era irregular. Pelo menos é respeitado no Amazonas, estado onde é grande a concentração de torcedores do Mengo.
Adrianinho – meia Sobradinho-DF (32 anos)
Quando surgiu na Ponte Preta, Adrianinho despontava como jogador de grande futuro. Habilidoso, também cadenciava o jogo como poucos. As vezes até exagerava. Por isso nunca passou de promessa. Nesse time de veteranos, sua cadência é bem-vinda
Warley – atacante Campinense (34 anos)
Ponta-esquerda a moda antiga, se destacava mais pelas assistências do que pelos gols. No São Paulo, Palmeiras e Atlético-PR, foram poucos encontros com a bola na rede. Quando desembarcou em Campina Grande, despertou seu instinto artilheiro. Foram 19 gols pelo Treze, que o deixou ir para o rival Campinense. Com outros 21 gols, levou a Raposa ao título paraibano de 2012. Não quer mais saber de sair da capital do São João.
Marcos Denner –atacante Brasil de Pelotas (36 anos)
A única coisa que ele tem em comum com o ex-atacante da Lusa é o nome. Marcos Denner faz mais o estilo trombador, tão adorado nos Pampas. Um cigano da bola que já tem quase 20 clubes no currículo.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Edson Gaúcho no Leão
E a diretoria remista decidiu trazer Edson Gaúcho para ser o novo treinador do Remo.
Nacionalmente, ganhou apenas a Série B do Brasileiro de 2002 pelo Criciúma.
Mas os dirigentes remistas suspiram pela cara de mau e declarações polêmicas do gaúcho.
Não há dúvidas que Edson Gaúcho tem seus méritos. Fez o Paysandu de 2011 de Roberto Fernandes jogar. O problema é que o treinador tem um adversário por onde passa.
Ele mesmo.
No Paysandu, entrou em conflito até com a cozinheira da Curuzu.
Deixou o clube após brigar com Sandro e Alexandre Carioca.
E jurou que não voltaria enquanto não houvesse estrutura.
Coisa que no Remo não tem.
Outra coisa que não existe é papas na língua da parte do novo comandante remista.
E a cartolagem do Baenão é capaz de tirar a paciência até do treinador mais paciente.
Imagine o Gaúcho.
Nacionalmente, ganhou apenas a Série B do Brasileiro de 2002 pelo Criciúma.
Mas os dirigentes remistas suspiram pela cara de mau e declarações polêmicas do gaúcho.
Não há dúvidas que Edson Gaúcho tem seus méritos. Fez o Paysandu de 2011 de Roberto Fernandes jogar. O problema é que o treinador tem um adversário por onde passa.
Ele mesmo.
No Paysandu, entrou em conflito até com a cozinheira da Curuzu.
Deixou o clube após brigar com Sandro e Alexandre Carioca.
E jurou que não voltaria enquanto não houvesse estrutura.
Coisa que no Remo não tem.
Outra coisa que não existe é papas na língua da parte do novo comandante remista.
E a cartolagem do Baenão é capaz de tirar a paciência até do treinador mais paciente.
Imagine o Gaúcho.
Os culpados
Os dirigentes do Remo contrataram dois zagueiros de idade avançada (Santiago e Ávalos) e de pouca velocidade, lentos como Juan Sosa.
Mas a culpa é do treinador.
O elenco tem três atacantes exatamente com as mesmas características (Joãozinho, Marcelo Maciel e Cassiano), sendo que dois já haviam passado pelo Remo e não tinham emplacado.
Mas a culpa é do treinador.
Em compensação, tem apenas um único centroavante e já com 38 anos (Fábio Oliveira). E somente um meia (Ratinho). Houve tempo para contratar peças sobressalentes. Não contrataram.
Mas a culpa é do treinador.
Agora com a saída de Flávio Lopes, procura-se um ícone.
Ícone, não técnico. Porque é isso o que o Remo contrata nos últimos anos para sentar no seu banco de reservas.
Foi o "Rei do Acesso" (Luis Carlos Martins), o "Rei do Acesso II" (Givanildo Oliveira) e ainda quase trouxe o "Treinador 100%" (Agnaldo).
Por causa de um título 100% num passado distante, "Seu Boneco" era o fetiche de um ex-dirigente remista, que voto vencido, passou a bater de frente com Flávio Lopes.
Remo atrapalhando o Remo.
Na falta de critérios, conhecimento de futebol ou uma análise mais séria, agora querem o "Rei da Selva".
Título que soa pomposo para a cartolagem remista.
Mas Aderbal Lana se restringe ao Amazonas.
E nem por lá é mais rei.
Se vier e fracassar.
Adivinha de quem será a culpa.
Mas a culpa é do treinador.
O elenco tem três atacantes exatamente com as mesmas características (Joãozinho, Marcelo Maciel e Cassiano), sendo que dois já haviam passado pelo Remo e não tinham emplacado.
Mas a culpa é do treinador.
Em compensação, tem apenas um único centroavante e já com 38 anos (Fábio Oliveira). E somente um meia (Ratinho). Houve tempo para contratar peças sobressalentes. Não contrataram.
Mas a culpa é do treinador.
Agora com a saída de Flávio Lopes, procura-se um ícone.
Ícone, não técnico. Porque é isso o que o Remo contrata nos últimos anos para sentar no seu banco de reservas.
Foi o "Rei do Acesso" (Luis Carlos Martins), o "Rei do Acesso II" (Givanildo Oliveira) e ainda quase trouxe o "Treinador 100%" (Agnaldo).
Por causa de um título 100% num passado distante, "Seu Boneco" era o fetiche de um ex-dirigente remista, que voto vencido, passou a bater de frente com Flávio Lopes.
Remo atrapalhando o Remo.
Na falta de critérios, conhecimento de futebol ou uma análise mais séria, agora querem o "Rei da Selva".
Título que soa pomposo para a cartolagem remista.
Mas Aderbal Lana se restringe ao Amazonas.
E nem por lá é mais rei.
Se vier e fracassar.
Adivinha de quem será a culpa.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
O "acordo"
O presidente do Treze, Fábio Azevedo, disse para toda Campina Grande que fez um acordo com a CBF. Perguntado sobre o assunto,apenas sorri. Diz apenas que é muito bom para Treze.
Na capital nacional da festa de São João, dizem as más línguas de que o Galo receberia uma graninha da CBF. E ainda seria declarado campeão brasileiro da Série B de 1986,o campeonato que ficou sem campeão.
Central-PE x Treze-PB e Inter-SP x Criciúma-SC fariam as semifinais. Mas por falta de data, a CBF cancelou os jogos e os quatro times subiram para a elite. Por ter a melhor campanha entre os quatro, o time paraibano sempre se considerou campeão.
Enquanto isso, a CBF deve oficializar nesta terça-feira o início da Série C. O Vila Nova abriria a competição na sexta-feira, quando enfrentaria o Oeste, no Serra Dourada.
Uma coisa puxaria a outra?
Na capital nacional da festa de São João, dizem as más línguas de que o Galo receberia uma graninha da CBF. E ainda seria declarado campeão brasileiro da Série B de 1986,o campeonato que ficou sem campeão.
Central-PE x Treze-PB e Inter-SP x Criciúma-SC fariam as semifinais. Mas por falta de data, a CBF cancelou os jogos e os quatro times subiram para a elite. Por ter a melhor campanha entre os quatro, o time paraibano sempre se considerou campeão.
Enquanto isso, a CBF deve oficializar nesta terça-feira o início da Série C. O Vila Nova abriria a competição na sexta-feira, quando enfrentaria o Oeste, no Serra Dourada.
Uma coisa puxaria a outra?
domingo, 24 de junho de 2012
Tá fácil, Leão
Com mais de um mês de atraso, o Remo finalmente estreia na Série D do Campeonato Brasileiro. O time que entra em campo as 18 horas diante do Vilhena é bem superior aquele que teria entrado em campo em maio caso o entrave que impediu o início da D não tivesse acontecido.
No time de maio, Flávio Lopes não contaria com Ávalos na defesa. O ex-santista pode até não ser um zagueiraço. Mas em uma Série D e em um grupo de nível técnico baixo como o do Norte, a experiência dele será bastante útil.
Dida e Paulinho, os laterais, viraram alas com o 3-5-2 e podem atacar sem tanta preocupação em defender. André e Johnattan, o ponto forte do time atual, cuidam da proteção da zaga. Uma dupla que caiu como uma luva no Leão. Quanto a Johnattan, ainda bem que Flávio Lopes não guarda rancor. Se tivesse feito isso, perderia o único meio-campista do elenco que alia poder de marcação e armação. Para o bem azul, a discussão entre chefe e subordinado do Re-Pa são águas passadas.
O problema remista está mais adiante. Ainda falta o camisa 10, função que não é exatamente a de Ratinho. Com sua velocidade e as bolas paradas, a vitória pode sair da "cabeça de bola de futebol".
O Remo ainda não é um time 100% pronto. Mas está bem mais adiantado que o Vilhena, que teve que trazer de volta alguns jogadores e o treinador, dispensados após a derrota nas semifinais do Rondoniense.
A princípio, o cansaço da longa viagem até Vilhena deve ser o maior adversário.
Porque dentro de campo, o Remo deve vencer. E se entrar focado, ganha com folga.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Chá de Terceira
O sorrisão do presidente do Treze, Fábio Azevedo, logo após a reunião com o presidente da CBF, José Maria Marin, indicava que a paz estava selada. O Galo iria disputar a Série D e tudo se resolveria.
Mas a justiça acriana, que começou toda essa confusão, assim como em 2011, mais uma vez resolveu meter o nariz onde não foi chamada e o Rio Branco voltou para a justiça comum. Os paraibanos fecharam a cara, resolveram não largar as armas (jurídicas) e rejeitaram a oferta da CBF.
Enquanto juristas e dirigentes não saciarem suas vaidades, não sairão de campo, e a bola não vai rolar.
O Rio Branco não é dono da vaga.
Entrou na Justiça Comum. E foi REBAIXADO.
A vaga também não é do Treze.
E não adianta a torcida do Galo fazer birra virtual neste blog.
Mantenho a opinião.
CBF e STJD que tratem agora de limparem a bagunça que fizeram.
O STJD é o maior desmoralizado nesta história toda.
Deu benção ao imoral acordo entre Rio Branco e CBF.
Apontou ao Treze o caminho da Justiça Comum.
Aceitou o papel de "jagunço togado" ao fazer o jogo da CBF e se transformar em canal das ameaças da entidade máxima do futebol brasileiro aos clubes rebeldes.
E para completar, a arrogância de Francisco Mussnich, o membro do STJD que do alto da sua prepotência, negou ter sugerido ao Treze as vias jurídicas convencionais, mesmo com documentos mostrando o contrário.
Esperar o que de quem é advogado de longa data de Ricardo Teixeira?
Aqueles que sempre foram o Catões da bola, não podem julgar nada e nem ninguém depois do mal que ajudaram a causar.
O que mais precisa acontecer para os clubes declararem independência e criarem a Liga Nacional?
E não adianta os clubes da elite fingirem que não é com eles.
Se continuar assim, vai ser.
Bertolt Brecht já dizia:
Primeiro levaram os comunistas,
Mas eu não me importei
Porque não era nada comigo.
Em seguida levaram alguns operários,
Mas a mim não me afetou
Porque eu não sou operário.
Depois prenderam os sindicalistas,
Mas eu não me incomodei
Porque nunca fui sindicalista.
Logo a seguir chegou a vez
De alguns padres, mas como
Nunca fui religioso, também não liguei.
Agora levaram-me a mim
E quando percebi,
Já era tarde.
Mas a justiça acriana, que começou toda essa confusão, assim como em 2011, mais uma vez resolveu meter o nariz onde não foi chamada e o Rio Branco voltou para a justiça comum. Os paraibanos fecharam a cara, resolveram não largar as armas (jurídicas) e rejeitaram a oferta da CBF.
Enquanto juristas e dirigentes não saciarem suas vaidades, não sairão de campo, e a bola não vai rolar.
O Rio Branco não é dono da vaga.
Entrou na Justiça Comum. E foi REBAIXADO.
A vaga também não é do Treze.
E não adianta a torcida do Galo fazer birra virtual neste blog.
Mantenho a opinião.
CBF e STJD que tratem agora de limparem a bagunça que fizeram.
O STJD é o maior desmoralizado nesta história toda.
Deu benção ao imoral acordo entre Rio Branco e CBF.
Apontou ao Treze o caminho da Justiça Comum.
Aceitou o papel de "jagunço togado" ao fazer o jogo da CBF e se transformar em canal das ameaças da entidade máxima do futebol brasileiro aos clubes rebeldes.
E para completar, a arrogância de Francisco Mussnich, o membro do STJD que do alto da sua prepotência, negou ter sugerido ao Treze as vias jurídicas convencionais, mesmo com documentos mostrando o contrário.
Esperar o que de quem é advogado de longa data de Ricardo Teixeira?
Aqueles que sempre foram o Catões da bola, não podem julgar nada e nem ninguém depois do mal que ajudaram a causar.
O que mais precisa acontecer para os clubes declararem independência e criarem a Liga Nacional?
E não adianta os clubes da elite fingirem que não é com eles.
Se continuar assim, vai ser.
Bertolt Brecht já dizia:
Primeiro levaram os comunistas,
Mas eu não me importei
Porque não era nada comigo.
Em seguida levaram alguns operários,
Mas a mim não me afetou
Porque eu não sou operário.
Depois prenderam os sindicalistas,
Mas eu não me incomodei
Porque nunca fui sindicalista.
Logo a seguir chegou a vez
De alguns padres, mas como
Nunca fui religioso, também não liguei.
Agora levaram-me a mim
E quando percebi,
Já era tarde.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Guia da Série D - ATUALIZADO
Mês passado, o Futebol do Santiago divulgou o guia da Série D, com as informações sobre os adversários do Remo. Mas alguns clubes aproveitaram para se reforçarem. Alguns avançaram, outros andaram para trás. Assim como há um mês atrás, acredito que o Leão não deve penar para seguir rumo ao mata-mata. Mas não pode vacilar.
Penarol-AM - Um fado em Itacoatiara
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Enquanto esperava pela Série D, o Leão recebeu uma ajuda do governo do Amazonas, o que permitiu a contratação de um treinador. Foi aí que veio o português Paulo Morgado, que dirigiu o Fast no Amazonense.
Na armação, Morgado conta com Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
O paraense Marinho foi artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá. Mas pediu para sair e agora, o homem gol é Leonardo, que jogando pelo Nacional, superou o próprio Marinho na artilharia do Amazonense, com 14 gols.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena - Cadê o treinador?
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes gaúchos, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
O Lobo do Cerrado, como é conhecido, liderou boa parte do Rondoniense deste ano. Mas na reta final, acabou caindo diante do Ji-Paraná nas semifinais . O resultado da queda foi uma limpeza geral. Apenas nove jogadores permaneceram.
No momento em que esta atualização é feita, o presidente José Carlos Dalanhol, o Gaúcho do Milho, corria atrás de um treinador. Joel Presner caiu logo após a eliminação no Estadual.
Nautico - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí. Teve a chance de acabar com essa sina em 2012. Foi derrotado para o São Raimundo da decisão do Roraimense.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano - O Galo acredita é na rapaziada
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e ficou com o vice-campeonato acriano. O meia Josy, principal destaque atleticano no Acrianão, aproveitou a indefinição da Série D e foi para o América-RN, enquanto o atacante Pretinho acertou com o gaúcho Novo Hamburgo.
Penarol-AM - Um fado em Itacoatiara
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Enquanto esperava pela Série D, o Leão recebeu uma ajuda do governo do Amazonas, o que permitiu a contratação de um treinador. Foi aí que veio o português Paulo Morgado, que dirigiu o Fast no Amazonense.
Na armação, Morgado conta com Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
O paraense Marinho foi artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá. Mas pediu para sair e agora, o homem gol é Leonardo, que jogando pelo Nacional, superou o próprio Marinho na artilharia do Amazonense, com 14 gols.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena - Cadê o treinador?
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes gaúchos, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
O Lobo do Cerrado, como é conhecido, liderou boa parte do Rondoniense deste ano. Mas na reta final, acabou caindo diante do Ji-Paraná nas semifinais . O resultado da queda foi uma limpeza geral. Apenas nove jogadores permaneceram.
No momento em que esta atualização é feita, o presidente José Carlos Dalanhol, o Gaúcho do Milho, corria atrás de um treinador. Joel Presner caiu logo após a eliminação no Estadual.
Nautico - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí. Teve a chance de acabar com essa sina em 2012. Foi derrotado para o São Raimundo da decisão do Roraimense.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano - O Galo acredita é na rapaziada
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e ficou com o vice-campeonato acriano. O meia Josy, principal destaque atleticano no Acrianão, aproveitou a indefinição da Série D e foi para o América-RN, enquanto o atacante Pretinho acertou com o gaúcho Novo Hamburgo.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Galo solitário
O Treze está cada vez mais isolado. A presidenta da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes, disse que não vai mais defender o Galo da Borborema. Clique aqui e confira.
Se não entregar os pontos até esta terça, o Galo pode sofrer sérias sanções. É o único que ainda insiste em apelar para a justiça comum.
Já escrevi várias vezes aqui: a vaga na Série C não é do Rio Branco. O Estrelão perdeu os pontos e assim, deveria ser REBAIXADO no lugar do Araguaína.
Mas também não é do Treze.
Não adianta o povo de Campina Grande ficar bravo comigo.
Se não entregar os pontos até esta terça, o Galo pode sofrer sérias sanções. É o único que ainda insiste em apelar para a justiça comum.
Já escrevi várias vezes aqui: a vaga na Série C não é do Rio Branco. O Estrelão perdeu os pontos e assim, deveria ser REBAIXADO no lugar do Araguaína.
Mas também não é do Treze.
Não adianta o povo de Campina Grande ficar bravo comigo.
Carta aberta ao presidente do Treze
Caro senhor Fábio Azevedo
Não nos conhecemos. Tudo o que sei sobre o senhor é o que li na Internet. Sei que o senhor foi eleito recentemente para a presidência do Treze, sendo o mais jovem mandatário de toda a história do glorioso Galo da Borborema. Bom ver gente nova no comando do futebol nordestino, tão castigado pelo coronelismo que também prejudica a vida do homem comum.
Vi a foto do senhor no Twitter. Não me leve a mal. Mas com essa cara de “galego”, como se diz aí por essas bandas, deves fazer sucesso com as campinenses. Se fosse ator, poderias ser o príncipe encantado dos contos de fada. Quero deixar claro que sou heterossexual, bem-casado e sem a menor pretensão de "mudar de time".
Mas se a conduta dos últimos tempos fosse levada em conta, seria o vilão de qualquer história.
Concordo plenamente com o senhor que o Rio Branco é um intruso nesta Série C do Brasileiro. O Estrelão não deveria ser punido,é verdade. Apelou para a justiça comum por uma questão que não era de competência da justiça desportiva. Mas a partir do momento em que perdeu seus pontos, deveria ser rebaixado. Sem choro nem vela.
Mas o então presidente da CBF, querendo agradar ao governo federal e o governo acriano, ambos do mesmo partido, resolveu fazer um acordo surreal para que o Rio Branco não caísse. Surreal é até pouco. É bizarro, imoral, maluco, enfim. Se o senhor tiver alguma expressão paraibana para definir, por favor, me avise.
Mas ao invés de mocinho, o senhor virou vilão, senhor Fábio. Quase 60 clubes em todo o Brasil estão parados, esperando vossa senhoria retirar as ações na justiça para que tenhamos campeonato. São dezenas de treinadores, centenas de jogadores, milhares de empregos indiretos e milhões de torcedores prejudicados pelo senhor e pelo Treze. Todos eles já estão fartos de esperarem. Suplicam pela bola rolando. E a CBF já deixou bem claro que só faz a Série C 2012 sem o Treze. Seria bacana ver Paysandu e Águia jogando na terra do melhor São João do Brasil (lá vou eu apanhar do povo de Caruaru). Mas a Confederação já falou por A mais Z que isso não acontecerá nesta temporada.
É triste ver o Galo da Borborema sem competição em 2012? Sem dúvida. Como foi com o Clube do Remo, aqui do Pará, em 2009. Assim como o seu Galo, o Leão foi campeão brasileiro. Não conseguiu vaga na Quarta Divisão naquela época. E foi jogar amistosos pelo interior.
Se o senhor quer ser um mocinho no futebol brasileiro, tem inúmeras bandeiras a levantar.
Comece combatendo o coronelismo na federação de seu estado para que o futebol paraibano saia do ostracismo.O tempo de Rosilene Gomes acabou.
O Treze não é Flamengo, Corinthians ou São Paulo. Mas tem prestígio o bastante para ser ouvido no Nordeste. Mostre para toda a região o que é o STJD. Um tribunal que atualmente, só serve para juristas exporem paixões clubisticas e virtuosismos jurídicos. Um tribunal de dois pesos e duas medidas.
Junte-se aos companheiros presidentes de outros clubes do Nordeste e façam a Liga Nordeste. Ajude a acabar com os ultrapassados estaduais e mostre qual região do Brasil é a verdadeira apaixonada por futebol. Vocês aí tem tanto poder e não o conhecem.
A Paraíba já negou um presidente da república e deixou seu ato registrado na sua bandeira com um enorme NEGO.
Negue mais uma vez, e o senhor será um dos mocinhos do futebol nacional.
P.S – Qualquer dia desses, estarei aí em Campina Grande com minha esposa. Adoramos comida nordestina. O senhor poderia me indicar um bom restaurante?
Não nos conhecemos. Tudo o que sei sobre o senhor é o que li na Internet. Sei que o senhor foi eleito recentemente para a presidência do Treze, sendo o mais jovem mandatário de toda a história do glorioso Galo da Borborema. Bom ver gente nova no comando do futebol nordestino, tão castigado pelo coronelismo que também prejudica a vida do homem comum.
Vi a foto do senhor no Twitter. Não me leve a mal. Mas com essa cara de “galego”, como se diz aí por essas bandas, deves fazer sucesso com as campinenses. Se fosse ator, poderias ser o príncipe encantado dos contos de fada. Quero deixar claro que sou heterossexual, bem-casado e sem a menor pretensão de "mudar de time".
Mas se a conduta dos últimos tempos fosse levada em conta, seria o vilão de qualquer história.
Concordo plenamente com o senhor que o Rio Branco é um intruso nesta Série C do Brasileiro. O Estrelão não deveria ser punido,é verdade. Apelou para a justiça comum por uma questão que não era de competência da justiça desportiva. Mas a partir do momento em que perdeu seus pontos, deveria ser rebaixado. Sem choro nem vela.
Mas o então presidente da CBF, querendo agradar ao governo federal e o governo acriano, ambos do mesmo partido, resolveu fazer um acordo surreal para que o Rio Branco não caísse. Surreal é até pouco. É bizarro, imoral, maluco, enfim. Se o senhor tiver alguma expressão paraibana para definir, por favor, me avise.
Mas ao invés de mocinho, o senhor virou vilão, senhor Fábio. Quase 60 clubes em todo o Brasil estão parados, esperando vossa senhoria retirar as ações na justiça para que tenhamos campeonato. São dezenas de treinadores, centenas de jogadores, milhares de empregos indiretos e milhões de torcedores prejudicados pelo senhor e pelo Treze. Todos eles já estão fartos de esperarem. Suplicam pela bola rolando. E a CBF já deixou bem claro que só faz a Série C 2012 sem o Treze. Seria bacana ver Paysandu e Águia jogando na terra do melhor São João do Brasil (lá vou eu apanhar do povo de Caruaru). Mas a Confederação já falou por A mais Z que isso não acontecerá nesta temporada.
É triste ver o Galo da Borborema sem competição em 2012? Sem dúvida. Como foi com o Clube do Remo, aqui do Pará, em 2009. Assim como o seu Galo, o Leão foi campeão brasileiro. Não conseguiu vaga na Quarta Divisão naquela época. E foi jogar amistosos pelo interior.
Se o senhor quer ser um mocinho no futebol brasileiro, tem inúmeras bandeiras a levantar.
Comece combatendo o coronelismo na federação de seu estado para que o futebol paraibano saia do ostracismo.O tempo de Rosilene Gomes acabou.
O Treze não é Flamengo, Corinthians ou São Paulo. Mas tem prestígio o bastante para ser ouvido no Nordeste. Mostre para toda a região o que é o STJD. Um tribunal que atualmente, só serve para juristas exporem paixões clubisticas e virtuosismos jurídicos. Um tribunal de dois pesos e duas medidas.
Junte-se aos companheiros presidentes de outros clubes do Nordeste e façam a Liga Nordeste. Ajude a acabar com os ultrapassados estaduais e mostre qual região do Brasil é a verdadeira apaixonada por futebol. Vocês aí tem tanto poder e não o conhecem.
A Paraíba já negou um presidente da república e deixou seu ato registrado na sua bandeira com um enorme NEGO.
Negue mais uma vez, e o senhor será um dos mocinhos do futebol nacional.
P.S – Qualquer dia desses, estarei aí em Campina Grande com minha esposa. Adoramos comida nordestina. O senhor poderia me indicar um bom restaurante?
terça-feira, 12 de junho de 2012
Peroba (ou Pereba?) do ano
Nesses últimos tempos, acompanhei quase que diariamente os treinos do Paysandu. Então, dá para dizer que vi de perto praticamente todos os passos de Adriano Magrão nos campos paraenses. E os resmungos.
Sim, porque era fácil ver Adriano reclamando de tudo. Se queixava do calor, do ônibus, da viagem para Cametá, da falta de bola aérea. O goiano montou quase que um time completo de lamentações. E gol que é bom, só dois. Um contra o Coritiba e outro no amistoso contra o Nacional em Paragominas.
Foi dispensado pelo Paysandu e acertou com o Remo. Marcou estar no Baenão em uma quarta-feira. Deu furo. O mesmo na quinta e depois no domingo, antes do Re-Pa.
Retornou na terça-feira a Belém, se apresentou na Curuzu e disse que estava disponível ao Remo, como se nada tivesse acontecido. E foi esnobado também pelos azulinos.
Um pequeno episódio que mostra como jogadores enxergam os clubes paraenses. Tudo pode, cada um faz o que quer.
Com dirigentes que adoram ladrar na imprensa, mas não mordem ninguém na prática, não é de admirar.
Sim, porque era fácil ver Adriano reclamando de tudo. Se queixava do calor, do ônibus, da viagem para Cametá, da falta de bola aérea. O goiano montou quase que um time completo de lamentações. E gol que é bom, só dois. Um contra o Coritiba e outro no amistoso contra o Nacional em Paragominas.
Foi dispensado pelo Paysandu e acertou com o Remo. Marcou estar no Baenão em uma quarta-feira. Deu furo. O mesmo na quinta e depois no domingo, antes do Re-Pa.
Retornou na terça-feira a Belém, se apresentou na Curuzu e disse que estava disponível ao Remo, como se nada tivesse acontecido. E foi esnobado também pelos azulinos.
Um pequeno episódio que mostra como jogadores enxergam os clubes paraenses. Tudo pode, cada um faz o que quer.
Com dirigentes que adoram ladrar na imprensa, mas não mordem ninguém na prática, não é de admirar.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Fogueira das vaidades
Flávio Lopes tem um currículo de poucas conquistas como treinador.
Só conquistou a extinta Sul-Minas com o América-MG, em 2000. O Paranaense de 2001 pelo Atlético-PR e o Potiguar de 2005 pelo ABC-RN.
Três títulos em 12 anos.
Mas o que ex-meia fez no Remo quase equivale a um título.
Classificou, ainda que por vias tortas, para a Série D do Brasileiro, um time sem padrão de jogo, desmotivado e tecnicamente fraco.
Salvou a pátria remista e a de dirigentes que há anos se julgam especialistas em futebol, mesmo depois do time que ajudaram a montar.
Mas a vaidade dessa gente é insaciável.
Ficaram enciumados ao verem o técnico ser o centro das atenções e botar o dedo na ferida dos conturbados bastidores do clube.
Esperavam por alguma desculpa para verem Lopes fora do caminho.
Os 3 a 0 do Re-Pa é tudo o que queriam.
"Ou ele ou eu", diz um cartola, que ainda afirma: "não respiro o mesmo ar que ele".
Nem madame gagá faria papelão tão ridículo.
Mais uma vez, o ciúme masculino no caminho do futebol paraense.
Se nessa queda de braço, o perdedor por Lopes, é melhor o remista desistir de dias melhores.
Porque é a prova de que o futebol do Pará está comprometido com o amadorismo.
Só conquistou a extinta Sul-Minas com o América-MG, em 2000. O Paranaense de 2001 pelo Atlético-PR e o Potiguar de 2005 pelo ABC-RN.
Três títulos em 12 anos.
Mas o que ex-meia fez no Remo quase equivale a um título.
Classificou, ainda que por vias tortas, para a Série D do Brasileiro, um time sem padrão de jogo, desmotivado e tecnicamente fraco.
Salvou a pátria remista e a de dirigentes que há anos se julgam especialistas em futebol, mesmo depois do time que ajudaram a montar.
Mas a vaidade dessa gente é insaciável.
Ficaram enciumados ao verem o técnico ser o centro das atenções e botar o dedo na ferida dos conturbados bastidores do clube.
Esperavam por alguma desculpa para verem Lopes fora do caminho.
Os 3 a 0 do Re-Pa é tudo o que queriam.
"Ou ele ou eu", diz um cartola, que ainda afirma: "não respiro o mesmo ar que ele".
Nem madame gagá faria papelão tão ridículo.
Mais uma vez, o ciúme masculino no caminho do futebol paraense.
Se nessa queda de braço, o perdedor por Lopes, é melhor o remista desistir de dias melhores.
Porque é a prova de que o futebol do Pará está comprometido com o amadorismo.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Re-Pa. De novo.
E lá vamos nós para mais um Re-Pa. Fruto da incapacidade dos mandatários do futebol paraense em criarem novas formas de gerarem receita. A torcida tem mesmo que sustentar os clubes, já que os dirigentes estão mais preocupados em tornarem "persona non-grata" jornalistas que ferem seus egos e vaidades.
Remo e Paysandu do Campeonato Brasileiro são duas obras em construção. Roberval Davino se preocupou com os alicerces da "casa", colocando três zagueiros. Dos três, Fábio Sanches e Marcus Vinicius ainda estão sendo conhecidos. Por via das dúvidas, o trio tem dois volantes para protege-los.
Em compensação, Yago Pikachu e Leandrinho tem espaço livre para atacar ao lado de Alex William, outro estranho no ninho. Três mosqueteiros do um por todos e todos por Kiros, o gigante que carece de bolas aéreas. Tiago Potiguar seria o D´artagnan desta turma, responsável pelas bolas rasteiras para o chute forte do atacante de 1,95 de altura.
Flávio Lopes não esconde de ninguém que era contra o Re-Pa. Acabou cedendo, imaginando atrasos ainda maiores nos salários. O time que joga o Re-Pa tem uma defesa renovada. Sobraram apenas Adriano e Juan Sosa. Vieram Dida, Ávalos e Paulinho para os lugares de Thiago Cametá, Diego Barros e Aldivan, respectivamente.
Mesmo elogiado, Johnattan parece que vai ser mais um valor da base que não vai ter a tão sonhada valorização. Flávio dá mostras que vai confiar mais em Marcos Pinguim. Pelo menos o mineiro já mostrou que sabe sair jogando tão bem quanto Johnattan. Deve encaixar bem com André.
Enquanto Magnum não recupera a forma física, Ratinho se candidata ao cargo de maestro do meio-campo. Enquanto isso, Lopes ainda aposta na combinação "velocista-finalizador". Fábio Oliveira segue intocável na função de fazer gols, enquanto Marcelo Maciel, o mais técnico dos velocistas, é quem desponta.
Só falta a torcida ter boa vontade para ver os seus novos times.
O caixa agradece.
Remo e Paysandu do Campeonato Brasileiro são duas obras em construção. Roberval Davino se preocupou com os alicerces da "casa", colocando três zagueiros. Dos três, Fábio Sanches e Marcus Vinicius ainda estão sendo conhecidos. Por via das dúvidas, o trio tem dois volantes para protege-los.
Em compensação, Yago Pikachu e Leandrinho tem espaço livre para atacar ao lado de Alex William, outro estranho no ninho. Três mosqueteiros do um por todos e todos por Kiros, o gigante que carece de bolas aéreas. Tiago Potiguar seria o D´artagnan desta turma, responsável pelas bolas rasteiras para o chute forte do atacante de 1,95 de altura.
Flávio Lopes não esconde de ninguém que era contra o Re-Pa. Acabou cedendo, imaginando atrasos ainda maiores nos salários. O time que joga o Re-Pa tem uma defesa renovada. Sobraram apenas Adriano e Juan Sosa. Vieram Dida, Ávalos e Paulinho para os lugares de Thiago Cametá, Diego Barros e Aldivan, respectivamente.
Mesmo elogiado, Johnattan parece que vai ser mais um valor da base que não vai ter a tão sonhada valorização. Flávio dá mostras que vai confiar mais em Marcos Pinguim. Pelo menos o mineiro já mostrou que sabe sair jogando tão bem quanto Johnattan. Deve encaixar bem com André.
Enquanto Magnum não recupera a forma física, Ratinho se candidata ao cargo de maestro do meio-campo. Enquanto isso, Lopes ainda aposta na combinação "velocista-finalizador". Fábio Oliveira segue intocável na função de fazer gols, enquanto Marcelo Maciel, o mais técnico dos velocistas, é quem desponta.
Só falta a torcida ter boa vontade para ver os seus novos times.
O caixa agradece.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Peter Pan do Pará
No Globoesporte.com paraense, Landu chora as pitangas por ter sido recusado por Remo e Paysandu. Quem não viu, clique aqui. Recusado e com razão.
Os "landuístas" do Baenão que já cerraram os dentes ao lerem o primeiro parágrafo, peço que larguem as pedras e sigam lendo antes de organizarem pelo Facebook uma caminhada até minha casa para xingarem esse "herege". Landu é um bom jogador. Tem velocidade, raça, um pouquinho de habilidade e um outro tanto de faro de gol. Descrição que também vale para o Marcelo Maciel. Ou para o Joãozinho. Ou Cassiano. E todos estão no Remo atualmente. O cargo de velocista está mais do que preenchido.
Mas de Landu para os outros citados existem diferenças. O chutador de bolsas é extrovertido. Até demais em alguns momentos. Por causa do temperamento, colecionou problemas. O que em outros lugares era encrenca, aqui era chamado de folclore. Por isso que com exceção do Remo, Landu não teve longas temporadas em nenhum clube durante a carreira.
Alguém vai dizer que valeria a pena contratá-lo porque hoje é mais experiente. O próprio Landu, na entrevista ao Globoesporte, derruba o argumento. "Eu acho que merecia uma chance, até porque já ajudei o Remo a conquistar vários títulos", disse ele, pedindo a gratidão dos dirigentes. Contratem o time todo campeão de 2005 na Série C então. Aos 34 anos, Landu ficou mais experiente apenas na cidade. Mas parece não ter amadurecido. E na última passagem por aqui, mostrou que continua com os mesmos defeitos de sempre dentro de campo. Erra passes, peca na visão de jogo e confunde velocidade com pressa. Como era há muitos anos atrás. E não foi por falta de oportunidades que não progrediu.
Landu foi polêmico, folclórico, foi um Carlitos do futebol paraense. Ver esse espetáculo já foi engraçado.
Já foi.
Os "landuístas" do Baenão que já cerraram os dentes ao lerem o primeiro parágrafo, peço que larguem as pedras e sigam lendo antes de organizarem pelo Facebook uma caminhada até minha casa para xingarem esse "herege". Landu é um bom jogador. Tem velocidade, raça, um pouquinho de habilidade e um outro tanto de faro de gol. Descrição que também vale para o Marcelo Maciel. Ou para o Joãozinho. Ou Cassiano. E todos estão no Remo atualmente. O cargo de velocista está mais do que preenchido.
Mas de Landu para os outros citados existem diferenças. O chutador de bolsas é extrovertido. Até demais em alguns momentos. Por causa do temperamento, colecionou problemas. O que em outros lugares era encrenca, aqui era chamado de folclore. Por isso que com exceção do Remo, Landu não teve longas temporadas em nenhum clube durante a carreira.
Alguém vai dizer que valeria a pena contratá-lo porque hoje é mais experiente. O próprio Landu, na entrevista ao Globoesporte, derruba o argumento. "Eu acho que merecia uma chance, até porque já ajudei o Remo a conquistar vários títulos", disse ele, pedindo a gratidão dos dirigentes. Contratem o time todo campeão de 2005 na Série C então. Aos 34 anos, Landu ficou mais experiente apenas na cidade. Mas parece não ter amadurecido. E na última passagem por aqui, mostrou que continua com os mesmos defeitos de sempre dentro de campo. Erra passes, peca na visão de jogo e confunde velocidade com pressa. Como era há muitos anos atrás. E não foi por falta de oportunidades que não progrediu.
Landu foi polêmico, folclórico, foi um Carlitos do futebol paraense. Ver esse espetáculo já foi engraçado.
Já foi.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Mundinho estranho
Mais de 2 mil jogadores estão parados aguardando um desfecho para o imbróglio das Séries C e D. E precisou os clubes pressionarem a CBF para alguém da entidade resolver tomar uma ação efetiva contra os nós jurídicos atados por Treze, Rio Branco, Brasil e Santo André.
Já são mais de 10 dias.
Bem menos que Ronaldinho Gaúcho deve esperar para jogar pelo Atlético Mineiro.
Talvez nesta quinta-feira, tudo esteja resolvido.
Para o Ronaldinho.
Já para milhares de profissionais...
Já são mais de 10 dias.
Bem menos que Ronaldinho Gaúcho deve esperar para jogar pelo Atlético Mineiro.
Talvez nesta quinta-feira, tudo esteja resolvido.
Para o Ronaldinho.
Já para milhares de profissionais...
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Magrão do Leão
Talvez Adriano Magrão não conheça a música que consagrou Milton Nascimento.
O título da bela música tem tudo a ver com o atacante.
Mas ao contrário do que diz a canção, ele não ouviu a voz das estradas e vai ficar em Belém.
Fez a travessia da Almirante Barroso e na segunda-feira, deve se apresentar ao Remo.
Durante toda sua estada no Paysandu, ele reclamou que as bolas que precisava para confirmar seu instino goleador. Principalmente aéreas. Yago Pikachu e Thiago Potiguar insistiam nas bolas rasteiras.
Com Magnum, a tendência é que as assistências não faltem.
Mas será que Magrão vai escapar da "máquina moedora de centroavantes" que o Baenão se tornou nos últimos anos?
Frontini, Finazzi, Zé Carlos e outros nomes menos badalados foram triturados por lá.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Perguntar não ofende
Os clubes das Séries C e D querem ir ao Rio para proporem uma saída para os imbróglios envolvendo Treze, Rio Branco, Brasil de Pelotas e Santo André. Doze anos depois da famigerada Copa João Havelange, querem uma competição no mesmo formato da competição feita as pressas em virtude do "caso Gama".
Quando Brasil e Treze reclamarem, os clubes dirão que esta não é nem a Série C e nem a Série D. É uma competição alternativa.
O que vai soar como música para os ouvidos para os futuros rebaixados da Série B, que então dirão que não vão para a Série C, já que ela não existirá.
Um abacaxi pode estar sendo plantado no pomar da CBF.
Quando Brasil e Treze reclamarem, os clubes dirão que esta não é nem a Série C e nem a Série D. É uma competição alternativa.
O que vai soar como música para os ouvidos para os futuros rebaixados da Série B, que então dirão que não vão para a Série C, já que ela não existirá.
Um abacaxi pode estar sendo plantado no pomar da CBF.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Ao tourão o que é do tourão
Quando se pensava que a confusão das séries C e D não podia ficar pior, eis que surge mais uma para tornar o nó ainda mais difícil de desatar. O Araguaína conseguiu através da justiça de Tocantins o direito de entrar na Série C no lugar de Rio Branco e Treze.
Dos três clubes, o Tourão do Norte é o que mais tem razão. Se o Rio Branco foi excluído, logo é ele quem deveria ser rebaixado e não os tocantinenses.
Se tivesse entrado na justiça bem antes, o Araguaína poderia ter evitado toda esta confusão.
O Tourão do Norte poderia justificar o apelido e com a força de um animal, humilhar a CBF, mostrando para todo o Brasil o bizarro acordo entre Rio Branco e CBF.
A entidade máxima do futebol ficaria nua diante do público em geral, que desconhece como os ratos do futebol agem nos subterrâneos da periferia da bola, longe do glamour das séries A e B.
O futebol tocantinense teria seu grande momento de glória. E enquanto colhia os louros, 58 clubes de todo o Brasil e milhares de trabalhadores informais que dependem do futebol poderiam trabalhar em paz. Perto do espetáculo, e longe da tribo dos tribunais.
Mas já que entrou na briga, o Tourão precisa ser valente agora.
Justiça tarda. Mas falha?
Dos três clubes, o Tourão do Norte é o que mais tem razão. Se o Rio Branco foi excluído, logo é ele quem deveria ser rebaixado e não os tocantinenses.
Se tivesse entrado na justiça bem antes, o Araguaína poderia ter evitado toda esta confusão.
O Tourão do Norte poderia justificar o apelido e com a força de um animal, humilhar a CBF, mostrando para todo o Brasil o bizarro acordo entre Rio Branco e CBF.
A entidade máxima do futebol ficaria nua diante do público em geral, que desconhece como os ratos do futebol agem nos subterrâneos da periferia da bola, longe do glamour das séries A e B.
O futebol tocantinense teria seu grande momento de glória. E enquanto colhia os louros, 58 clubes de todo o Brasil e milhares de trabalhadores informais que dependem do futebol poderiam trabalhar em paz. Perto do espetáculo, e longe da tribo dos tribunais.
Mas já que entrou na briga, o Tourão precisa ser valente agora.
Justiça tarda. Mas falha?
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Base aliada
Paysandu com Paulo Rafael (Dalton); Thiago Costa, Marcus Vinicius e Fábio Sanches; Yago Pikachu, Billy, Fabinho, Alex William e Leandrinho; Thiago Potiguar e Kiros
Remo de Adriano; Dida, Diego Barros, Ávalos (Juan Sosa) e Aldivan; Johnattan, André e Reis; Fábio Oliveira e Cassiano (Joãozinho)
Se as Séries C e D começassem neste final de semana, seriam esses os times de Remo e Paysandu da estreia. Se Roberval Davino não se impressionar com o tamanho de Dalton, serão quatro pratas da casa em campo. Com Leandrinho, cinco paraenses.
Bem melhor que a estreia na Série C de 2011, quando Rafael Oliveira era o único "nascido" na Curuzu a começar jogando na vitória sobre o Araguaína. Se não fosse uma lesão, Rafael podia ajudar a aumentar esta conta.
Já no Remo, serão no máximo três, se Joãozinho levar a melhor. Número superior ao da estreia de 2010. Landu era o cavaleiro azulino solitário.
Mas em comparação com a estreia no Parazão deste ano, nota-se que os garotos perderam um pouco espaço. Foram cinco bicolores legítimos diante do Cametá.
Tobias falhou no lance do primeiro gol do Mapará e não se levantou mais. Passou a ser presença irregular até mesmo no banco.
Pablo chegou a ser aproveitado com Lecheva e Nad. Com o exército de zagueiros trazido por Davino, o futuro é incerto.
Luan teve a chance de se tornar o centroavante dos sonhos bicolores. Foi só um sonho mesmo.
Em compensação, ninguém pode pensar hoje em dia em um Papão sem Yago Pikachu e Billy. O mesmo vale para Paulo Rafael. A não ser que Dalton seja mais gigante embaixo das traves do que fora delas.
O Leão teve só um filho seu contra o Águia. Coube a Joãozinho fazer as honras.
Os dois times ainda estão bem longe de merecerem ser chamados de "esquadrão cabano".
Mas o discurso de privilegiar a base, repetido ano a ano, parece que começa a engatinhar.
Remo de Adriano; Dida, Diego Barros, Ávalos (Juan Sosa) e Aldivan; Johnattan, André e Reis; Fábio Oliveira e Cassiano (Joãozinho)
Se as Séries C e D começassem neste final de semana, seriam esses os times de Remo e Paysandu da estreia. Se Roberval Davino não se impressionar com o tamanho de Dalton, serão quatro pratas da casa em campo. Com Leandrinho, cinco paraenses.
Bem melhor que a estreia na Série C de 2011, quando Rafael Oliveira era o único "nascido" na Curuzu a começar jogando na vitória sobre o Araguaína. Se não fosse uma lesão, Rafael podia ajudar a aumentar esta conta.
Já no Remo, serão no máximo três, se Joãozinho levar a melhor. Número superior ao da estreia de 2010. Landu era o cavaleiro azulino solitário.
Mas em comparação com a estreia no Parazão deste ano, nota-se que os garotos perderam um pouco espaço. Foram cinco bicolores legítimos diante do Cametá.
Tobias falhou no lance do primeiro gol do Mapará e não se levantou mais. Passou a ser presença irregular até mesmo no banco.
Pablo chegou a ser aproveitado com Lecheva e Nad. Com o exército de zagueiros trazido por Davino, o futuro é incerto.
Luan teve a chance de se tornar o centroavante dos sonhos bicolores. Foi só um sonho mesmo.
Em compensação, ninguém pode pensar hoje em dia em um Papão sem Yago Pikachu e Billy. O mesmo vale para Paulo Rafael. A não ser que Dalton seja mais gigante embaixo das traves do que fora delas.
O Leão teve só um filho seu contra o Águia. Coube a Joãozinho fazer as honras.
Os dois times ainda estão bem longe de merecerem ser chamados de "esquadrão cabano".
Mas o discurso de privilegiar a base, repetido ano a ano, parece que começa a engatinhar.
Mais um dia...
Genésio Gomes Pereira Filho.
Nunca ouviu falar deste nome?
Saiba então que é por causa dele que não foi nesta segunda-feira que tivemos uma definição sobre as séries C e D do Brasileiro.
O desembargador do TJ da Paraíba negou o recurso do Rio Branco, que pedia seu retorno para a Terceira Divisão.
"Foi um gol do departamento jurídico do Treze. Agora é esperar qual vai ser o próximo passo do Rio Branco", disse o diretor jurídico do Treze, Valber Maxwell, em entrevista ao Globoesporte.com paraibano.
Era para o departamento de futebol dentro de campo fazer os gols. O Treze apela de todas as formas para não ficar sem calendário. A vaga paraibana na D, ficou com o Sousa.
E assim, 60 clubes pagam pelo bizarro acordo entre CBF e Rio Branco. Era para o Estrelão estar na Série D. Nem mesmo o Treze tem direito a esta vaga.
A vaga é do Araguaína.
Mas até agora, ninguém se mexeu lá no Tocantins.
O Tourão do Norte ficou manso.
Nunca ouviu falar deste nome?
Saiba então que é por causa dele que não foi nesta segunda-feira que tivemos uma definição sobre as séries C e D do Brasileiro.
O desembargador do TJ da Paraíba negou o recurso do Rio Branco, que pedia seu retorno para a Terceira Divisão.
"Foi um gol do departamento jurídico do Treze. Agora é esperar qual vai ser o próximo passo do Rio Branco", disse o diretor jurídico do Treze, Valber Maxwell, em entrevista ao Globoesporte.com paraibano.
Era para o departamento de futebol dentro de campo fazer os gols. O Treze apela de todas as formas para não ficar sem calendário. A vaga paraibana na D, ficou com o Sousa.
E assim, 60 clubes pagam pelo bizarro acordo entre CBF e Rio Branco. Era para o Estrelão estar na Série D. Nem mesmo o Treze tem direito a esta vaga.
A vaga é do Araguaína.
Mas até agora, ninguém se mexeu lá no Tocantins.
O Tourão do Norte ficou manso.
domingo, 27 de maio de 2012
Betinho vai. Dirigentezinho fica.
Depois de várias tentativas, o Remo finalmente conseguiu perder o meia Betinho. O sul do Brasil é o destino mais provável do meio-campo, mais um talento do Apeú, que vai embora sem que renda um único tostão ao clube.
Betinho poderia nem estar mais no Baenão. Quando ainda estava na base, o meio-campo treinava e viajava diariamente. Como todos sabem, o Remo ainda não possui alojamentos para hospedar os diamantes que esperam por lapidação em todo o Pará. Enquanto Cruzeiro, Santos e Inter buscam talentos aqui, os cartolas remistas preferem bajular forasteiros veteranos.
Se Betinho ainda está no Baenão, é porque na época, um político local se ofereceu para pagar as passagens.
O meia de passadas largas e futebol elegante começou a ser aproveitado no time principal em 2010. Mas a grande chance veio em 2011, na série de amistosos que o Remo fez pelo interior. Se destacou e seria uma das estrelas do time de 2012. Não foi.
Como todo garoto, Betinho era propenso a irregularidade. Processo normal no amadurecimento de um jogador. Mas vá explicar isso para a torcida, que passou a vaiá-lo a tal ponto, que ele chegou a ficar de fora de uma partida por falta de condições psicológicas. O torcedor que tanto pede a valorização do talento local, é o mesmo que se torna neurótico ao ver um erro de um paraense, mas é generoso com os atletas de fora. Médico e monstro sentam na mesma arquibancada.
Betinho afirmou que queria continuar caso o Remo fosse para a Série D. Ninguém o procurou para renovar contrato. Estavam mais preocupados com estrelas como Deivison, Juliano e Edu Chiquita.
E assim, Betinho vê seu contrato se encerrar e vai deixar o clube, que não receberá um único tostão. Joinville, Criciúma ou América-MG são os principais destinos. E os cartolas azulinos, que fecham a cara e fazem biquinho quando são chamados de amadores, vão ficar a ver navios.
Eles não aprendem mesmo.
Betinho poderia nem estar mais no Baenão. Quando ainda estava na base, o meio-campo treinava e viajava diariamente. Como todos sabem, o Remo ainda não possui alojamentos para hospedar os diamantes que esperam por lapidação em todo o Pará. Enquanto Cruzeiro, Santos e Inter buscam talentos aqui, os cartolas remistas preferem bajular forasteiros veteranos.
Se Betinho ainda está no Baenão, é porque na época, um político local se ofereceu para pagar as passagens.
O meia de passadas largas e futebol elegante começou a ser aproveitado no time principal em 2010. Mas a grande chance veio em 2011, na série de amistosos que o Remo fez pelo interior. Se destacou e seria uma das estrelas do time de 2012. Não foi.
Como todo garoto, Betinho era propenso a irregularidade. Processo normal no amadurecimento de um jogador. Mas vá explicar isso para a torcida, que passou a vaiá-lo a tal ponto, que ele chegou a ficar de fora de uma partida por falta de condições psicológicas. O torcedor que tanto pede a valorização do talento local, é o mesmo que se torna neurótico ao ver um erro de um paraense, mas é generoso com os atletas de fora. Médico e monstro sentam na mesma arquibancada.
Betinho afirmou que queria continuar caso o Remo fosse para a Série D. Ninguém o procurou para renovar contrato. Estavam mais preocupados com estrelas como Deivison, Juliano e Edu Chiquita.
E assim, Betinho vê seu contrato se encerrar e vai deixar o clube, que não receberá um único tostão. Joinville, Criciúma ou América-MG são os principais destinos. E os cartolas azulinos, que fecham a cara e fazem biquinho quando são chamados de amadores, vão ficar a ver navios.
Eles não aprendem mesmo.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Parazão. Não é hora de mudar?
Por maioria de votos, o Parazão 2013, assim como de 2014, será exatamente igual aos anos anteriores. Com oito times, disputando dois turnos e o campeão de cada turno disputando o título paraense.
Acredito que 10 clubes seria melhor. Mas oito não é um número ruim. Justiça seja feita, bom ver que o Pará não seguiu a tendência da maioria dos estados do Brasil, que incharam seus estaduais e os tornaram absolutamente desinteressantes. Tente assistir Grêmio Catanduvense e Oeste no Campeonato Paulista, que você vai entender o que digo.
Em matéria de regulamento, o Parazão não é dos piores. Campeonato fácil de entender a fórmula, sem grandes pirotecnias. Simples. Mas acredito que seja hora de mudar.
O Parazão deveria servir como preparatório para as séries C e D. Um campeonato onde um clube pode ficar até um mês sem jogar não serve a esse propósito. É mais ou menos esse o tempo de espera dos clubes que não se classificam para as semifinais de turno.
Uma competição que não exija regularidade durante um longo período também não serve como teste. Turno e returno, com quatro times se classificando para uma semifinal, poderia ser uma excelente opção. Seriam 14 jogos e um estadual que ocuparia 18 datas apenas, contra 24 do Parazão atual, permitindo aos times das Séries C e D uma longa preparação, com direito a uma inter-temporada. O regulamento atual, além de fazer com que o campeonato fique apertado no calendário, perdoa erros. O time que não se classifica no primeiro turno, pode recomeçar do zero. O Brasileiro não é assim.
O Parazão também precisa de uma Segunda Divisão forte, onde os clubes possam jogar mais, criando rivalidades no interior. O estadual não pode viver apenas do Re-Pa.
Se quiser sobreviver, o Parazão precisa repensar sua forma.
O conteúdo pode ficar mais interessante.
P.S - O presidente do Independente, Delei Santos, queria um Parazão com 10 clubes e fazendo com que os rebaixamentos de São Raimundo e do próprio Galo fossem perdoados. Não conseguiu e saiu mais cedo da reunião. Nenhum dirigente aliás, trouxe uma proposta alternativa. A passividade mata também o futebol paraense.
Acredito que 10 clubes seria melhor. Mas oito não é um número ruim. Justiça seja feita, bom ver que o Pará não seguiu a tendência da maioria dos estados do Brasil, que incharam seus estaduais e os tornaram absolutamente desinteressantes. Tente assistir Grêmio Catanduvense e Oeste no Campeonato Paulista, que você vai entender o que digo.
Em matéria de regulamento, o Parazão não é dos piores. Campeonato fácil de entender a fórmula, sem grandes pirotecnias. Simples. Mas acredito que seja hora de mudar.
O Parazão deveria servir como preparatório para as séries C e D. Um campeonato onde um clube pode ficar até um mês sem jogar não serve a esse propósito. É mais ou menos esse o tempo de espera dos clubes que não se classificam para as semifinais de turno.
Uma competição que não exija regularidade durante um longo período também não serve como teste. Turno e returno, com quatro times se classificando para uma semifinal, poderia ser uma excelente opção. Seriam 14 jogos e um estadual que ocuparia 18 datas apenas, contra 24 do Parazão atual, permitindo aos times das Séries C e D uma longa preparação, com direito a uma inter-temporada. O regulamento atual, além de fazer com que o campeonato fique apertado no calendário, perdoa erros. O time que não se classifica no primeiro turno, pode recomeçar do zero. O Brasileiro não é assim.
O Parazão também precisa de uma Segunda Divisão forte, onde os clubes possam jogar mais, criando rivalidades no interior. O estadual não pode viver apenas do Re-Pa.
Se quiser sobreviver, o Parazão precisa repensar sua forma.
O conteúdo pode ficar mais interessante.
P.S - O presidente do Independente, Delei Santos, queria um Parazão com 10 clubes e fazendo com que os rebaixamentos de São Raimundo e do próprio Galo fossem perdoados. Não conseguiu e saiu mais cedo da reunião. Nenhum dirigente aliás, trouxe uma proposta alternativa. A passividade mata também o futebol paraense.
Óbvio ululante
Aconteceu aquilo que até o mais matuto gaúcho da fronteira e o desconfiado vaqueiro do sertão previa: Brasil de Pelotas-RS e Treze-PB estão excluídos das competições nacionais e internacionais enquanto não retirarem suas ações na justiça comum, que pediam suas inclusões na Série C do Brasileiro.
O Brasil foi rebaixado após perder 6 pontos na Série C de 2011 por escalar o lateral Cláudio. Os gaúchos afirmam que não foram notificados. É dever do clube profissional se cercar de todas as garantias de que seu atleta tem plenas condições de jogo. Não adianta o Xavante e sua fanática torcida chorarem.
Já o Treze jogou para a sua torcida, irritado com o fato do Galo da Borborema não ter conquistado vaga na Série D. O espírito "remista" tomou conta dos alvinegros de Campina Grande, que se diziam donos da vaga do Rio Branco por terem chegado ao quinto lugar. Para provarem que são "cabras-machos", os dirigentes locais prometem não recuarem perante a Fifa.
Justiça seja feita: por ter apelado a justiça comum, assim como Brasil e Treze, o Estrelão deveria ter caído.
Toda esta confusão aliás, foi causada pelo acordo costurado entre CBF e Rio Branco, mantendo o Estrelão na Série C.
Não se repita mais. E que a bola role no próximo domingo.
O Brasil foi rebaixado após perder 6 pontos na Série C de 2011 por escalar o lateral Cláudio. Os gaúchos afirmam que não foram notificados. É dever do clube profissional se cercar de todas as garantias de que seu atleta tem plenas condições de jogo. Não adianta o Xavante e sua fanática torcida chorarem.
Já o Treze jogou para a sua torcida, irritado com o fato do Galo da Borborema não ter conquistado vaga na Série D. O espírito "remista" tomou conta dos alvinegros de Campina Grande, que se diziam donos da vaga do Rio Branco por terem chegado ao quinto lugar. Para provarem que são "cabras-machos", os dirigentes locais prometem não recuarem perante a Fifa.
Justiça seja feita: por ter apelado a justiça comum, assim como Brasil e Treze, o Estrelão deveria ter caído.
Toda esta confusão aliás, foi causada pelo acordo costurado entre CBF e Rio Branco, mantendo o Estrelão na Série C.
Não se repita mais. E que a bola role no próximo domingo.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Senhor juiz. Pare agora.
Em 2011, o Rio Branco apelou para a Justiça Comum para cancelar a interdição da Arena da Floresta e poder jogar em casa na Série C do Brasileiro. Os velhinhos da CBF, no Rio, assim como os da Fifa, em Zurique, não podem ouvir falar na justiça dos pobres mortais. Por causa disso, perdeu os pontos conquistados.
Sem nenhum ponto, deveria ser rebaixado, pois assim, ficaria atrás do Araguaína-TO. Mas a entidade máxima do futebol nacional decidiu por um procedimento bizarro. Tirou o Estrelão da disputa da Segunda Fase da C, mas não o rebaixou. O Tourão do Norte é quem foi para a Série D.
A injustiça, assim como a justiça é cega. O acordo de 2011 agora cobra a conta. E os 60 clubes que disputarão as séries C e D pagam por isso. As duas divisões, que deveriam começar neste final de semana, não vão mais.
O Brasil de Pelotas se aproveitou do precedente aberto pelo acordo CBF-Rio Branco e também entrou na Justiça Comum para voltar para a Série C. O Xavante foi rebaixado por causa da perda de seis pontos, devido a escalação irregular do lateral Cláudio no jogo contra o Santo André. Cláudio foi expulso quando jogava pelo Ituiutaba-MG, em jogo contra o ABC-RN, pela Série C de 2010 e deveria cumprir suspensão. Não cumpriu. Os gaúchos alegaram que não foram notificados da suspensão de Cláudio. Um documento da Federação Mineira não falava de punições ao lateral. Não adiantou e o Brasil foi rebaixado no lugar do Santo André.
Na semana do início das duas séries, o Brasil apelou para justiça comum do RS, que determinou a volta do Xavante para a Série C. O Santo André contra-atacou e conseguiu uma liminar o mantendo na Terceirona. Caos generalizado.
Do outro lado do país, o Treze-PB resolveu entrar no rolo entre acreanos e tocantinenses. Na interpretação dos paraibanos, a vaga do Rio Branco é do quinto colocado da Série D de 2011. No caso, o próprio Galo da Borborema, que sem medo, apelou para a justiça comum paraibana. O monstro criado pela CBF no meio da floresta no Acre expandia seus tentáculos. E o STJD decidiu então que a bola só poderia rolar depois que esse monstro deixasse o campo.
O que impressiona no caso é a agilidade dos magistrados gaúchos,paraibanos, acreanos e paulistas. Para o pobre mortal que não tem relação com o futebol, normalmente sofre muito mais.
E o apelo dos clubes para a justiça comum mostra a "credibilidade" que o STJD possui junto aos clubes. Se transformou em um circo onde magistrados julgam utilizando pesos e medidas variáveis. Parece as vezes um comércio, onde o resultado depende da cara do "freguês". Documentos ignorados, lei contrariada, interpretações exdrúxulas. Com a calmaria que as Séries A e B se transformaram fora de campo, os engravatados do Rio de Janeiro viram na Terceira e Quarta divisão uma chance de terem novamente o holofote voltado para eles.
Conseguiram. Jogamos as tabelas no chão e colocamos livros jurídicos no lugar. Nada de entrevistas com jogadores e torcidas sobre a expectativa para mais um campeonato. Lá vamos nós atrás de juristas do mundo esportivo. O gol virou mesmo um detalhe, como disse Carlos Alberto Parreira.
E pensar que toda esta confusão começou porque o MP acreano, em um lindo dia de 2011, achou que o assunto mais relevante que tinha a tratar era a interdição da Arena da Floresta, um dos estádios mais modernos do norte do Brasil.
Politicagem 1, Futebol, 0.
E todos nós somos derrotados.
Sem nenhum ponto, deveria ser rebaixado, pois assim, ficaria atrás do Araguaína-TO. Mas a entidade máxima do futebol nacional decidiu por um procedimento bizarro. Tirou o Estrelão da disputa da Segunda Fase da C, mas não o rebaixou. O Tourão do Norte é quem foi para a Série D.
A injustiça, assim como a justiça é cega. O acordo de 2011 agora cobra a conta. E os 60 clubes que disputarão as séries C e D pagam por isso. As duas divisões, que deveriam começar neste final de semana, não vão mais.
O Brasil de Pelotas se aproveitou do precedente aberto pelo acordo CBF-Rio Branco e também entrou na Justiça Comum para voltar para a Série C. O Xavante foi rebaixado por causa da perda de seis pontos, devido a escalação irregular do lateral Cláudio no jogo contra o Santo André. Cláudio foi expulso quando jogava pelo Ituiutaba-MG, em jogo contra o ABC-RN, pela Série C de 2010 e deveria cumprir suspensão. Não cumpriu. Os gaúchos alegaram que não foram notificados da suspensão de Cláudio. Um documento da Federação Mineira não falava de punições ao lateral. Não adiantou e o Brasil foi rebaixado no lugar do Santo André.
Na semana do início das duas séries, o Brasil apelou para justiça comum do RS, que determinou a volta do Xavante para a Série C. O Santo André contra-atacou e conseguiu uma liminar o mantendo na Terceirona. Caos generalizado.
Do outro lado do país, o Treze-PB resolveu entrar no rolo entre acreanos e tocantinenses. Na interpretação dos paraibanos, a vaga do Rio Branco é do quinto colocado da Série D de 2011. No caso, o próprio Galo da Borborema, que sem medo, apelou para a justiça comum paraibana. O monstro criado pela CBF no meio da floresta no Acre expandia seus tentáculos. E o STJD decidiu então que a bola só poderia rolar depois que esse monstro deixasse o campo.
O que impressiona no caso é a agilidade dos magistrados gaúchos,paraibanos, acreanos e paulistas. Para o pobre mortal que não tem relação com o futebol, normalmente sofre muito mais.
E o apelo dos clubes para a justiça comum mostra a "credibilidade" que o STJD possui junto aos clubes. Se transformou em um circo onde magistrados julgam utilizando pesos e medidas variáveis. Parece as vezes um comércio, onde o resultado depende da cara do "freguês". Documentos ignorados, lei contrariada, interpretações exdrúxulas. Com a calmaria que as Séries A e B se transformaram fora de campo, os engravatados do Rio de Janeiro viram na Terceira e Quarta divisão uma chance de terem novamente o holofote voltado para eles.
Conseguiram. Jogamos as tabelas no chão e colocamos livros jurídicos no lugar. Nada de entrevistas com jogadores e torcidas sobre a expectativa para mais um campeonato. Lá vamos nós atrás de juristas do mundo esportivo. O gol virou mesmo um detalhe, como disse Carlos Alberto Parreira.
E pensar que toda esta confusão começou porque o MP acreano, em um lindo dia de 2011, achou que o assunto mais relevante que tinha a tratar era a interdição da Arena da Floresta, um dos estádios mais modernos do norte do Brasil.
Politicagem 1, Futebol, 0.
E todos nós somos derrotados.
Mineirice bicolor
Um goleiro paraense (Paulo Rafael); Dois zagueiros paulistas (Fábio Sanches e Marcus Vinícius) e um paraense (Thiago Costa). O meio-campo tem mais três "papa-chibé" (Yago Pikachu, Leandrinho e Billy), um carioca (Fabinho) e um paulista (Alex William); Um pernambucano (Kiros) e um potiguar (Thiago). Um time paraense comandado por um técnico alagoano e com sistema de jogo mineiro. O Paysandu da Série C dá mostras que vai "pelas beiradas".
Davino já notou que sem Jairinho, não tem um lateral que saiba defender. Guina, o último contratado para o setor, até confessou que não é muito fã do serviço defensivo. Roberval então resolveu dar "carta-branca" para Pikachu e Leandrinho atacarem a vontade, enquanto Fabinho e Billy dão cobertura. Alex William também dá um auxílio na marcação.
Tudo para que os alas possam fornecer as bolas aéreas que Kiros tanto precisa. Com 1,95 de altura, o atacante é mais alto até mesmo que a maioria dos zagueiros da Série C. Se não for por cima, vai por baixo, com as assistências de Thiago, para que o pernambucano use a força de seu chute.
A esperança da torcida é que o Paysandu 2012 não seja um "presente de grego".
De grego, basta o nome do atacante.
Davino já notou que sem Jairinho, não tem um lateral que saiba defender. Guina, o último contratado para o setor, até confessou que não é muito fã do serviço defensivo. Roberval então resolveu dar "carta-branca" para Pikachu e Leandrinho atacarem a vontade, enquanto Fabinho e Billy dão cobertura. Alex William também dá um auxílio na marcação.
Tudo para que os alas possam fornecer as bolas aéreas que Kiros tanto precisa. Com 1,95 de altura, o atacante é mais alto até mesmo que a maioria dos zagueiros da Série C. Se não for por cima, vai por baixo, com as assistências de Thiago, para que o pernambucano use a força de seu chute.
A esperança da torcida é que o Paysandu 2012 não seja um "presente de grego".
De grego, basta o nome do atacante.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Guia da Série D
Assim como aconteceu na Série C, o Futebol do Santiago também elaborou o guia da Série D, com as informações sobre os adversários do Remo. Pelo que se vê, o Leão não deve penar para seguir rumo ao mata-mata. Mas não pode vacilar.
Penarol-AM - Muita experiência. Pouco dinheiro.
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Em sua primeira experiência como técnico de uma equipe principal, o gaúcho conta com jogadores rodados. Na armação, Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
Mas quem anda mesmo de bem com as redes por lá é o paraense Marinho, artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena-RO - Todos se entendem na torre de babel
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes do Rio Grande do Sul, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
No Estadual 2012, o VEC lidera a competição unindo o dinheiro gaúcho a talentos de Rondônia, Mato Grosso e do Atlético Sorocaba, da Série A-2 do Paulista, com quem mantém parceria.
Em matéria de gols, o técnico paranaense Joel Preisner está bem servido. Os atacantes Wallace e Torres disputam a artilharia do Estadual.
Nautico-RR - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano-AC - Garotada resolve
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara, o meia Josy e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e agora, vai decidir o título contra o Rio Branco, podendo acabar com um jejum de 21 anos sem títulos estaduais.
Penarol-AM - Muita experiência. Pouco dinheiro.
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Em sua primeira experiência como técnico de uma equipe principal, o gaúcho conta com jogadores rodados. Na armação, Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
Mas quem anda mesmo de bem com as redes por lá é o paraense Marinho, artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena-RO - Todos se entendem na torre de babel
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes do Rio Grande do Sul, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
No Estadual 2012, o VEC lidera a competição unindo o dinheiro gaúcho a talentos de Rondônia, Mato Grosso e do Atlético Sorocaba, da Série A-2 do Paulista, com quem mantém parceria.
Em matéria de gols, o técnico paranaense Joel Preisner está bem servido. Os atacantes Wallace e Torres disputam a artilharia do Estadual.
Nautico-RR - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano-AC - Garotada resolve
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara, o meia Josy e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e agora, vai decidir o título contra o Rio Branco, podendo acabar com um jejum de 21 anos sem títulos estaduais.
domingo, 20 de maio de 2012
Guia da Série C
O caminho rumo ao acesso ficou mais comprido a partir de agora. Ao invés de 8 jogos na primeira fase, agora são 18. Serão 10 clubes em cada grupo. E o Futebol do Santiago mostra como estão os adversários de Paysandu e Águia para a Terceirona.
Fortaleza - Me tirem daqui!
Assim como a torcida bicolor, a galera do Tricolor do Pici começa a se desesperar com a permanência na Série C. É a terceira temporada do Fortaleza na competição.
O vice-campeonato cearense conquistado após a derrota para o rival Ceará não ajudou no moral do time. Oito jogadores acabaram dispensados e o técnico Nedo Xavier recebeu outros sete. Jogadores como lateral Marinho Donizete, que estava no Red Bull, da Série A-2 Paulista e o zagueiro Eliezio, vindo do Avenida, do interior gaúcho não ajudaram muito a melhor o moral da galera, azul,vermelha e branca.
O experiente meia Geraldo, de 39 anos, permanece, assim como o atacante paraense Cleo e o goleiro Lopes, causador de arrepios na torcida azulina até hoje.
Em 2011, o Fortaleza apostou em Marco Goiano, vindo do Bonsucesso e o meia ajudou a salvar o Leão do rebaixamento. Por isso, a diretoria foi procurar novamente um reforço nos pequenos cariocas e encontrou o Marcelo Regis, atacante destaque do Resende no Cariocão.
Icasa – Outro rebaixamento, não!
Lembrado por ter sido o carrasco do Paysandu em 2009, o Icasa caiu de volta para a Série C em 2011 e por muito pouco, não teve o mesmo destino no Cearense deste ano.
O Verdão do Cariri não quer ficar dependente do Padre Cícero para não cair e renovou geral.
Trouxe quem entende de acesso e assim vieram o lateral Thiaguinho, que subiu com o América-RN em 2011 e o zagueiro Vinicius Golas, um dos destaques da Penapolense na vitoriosa campanha na Série A-2 paulista deste ano.
O Verdão ainda tem o meia Rossini, eterna promessa santista que passou pelo Paysandu e o atacante paraense Paulo Rangel. O atacante Reginaldo Júnior, que não emplacou no Fortaleza é mais um reforço a disposição do técnico Tarcísio Pugliese, um velho adversário de Paysandu e Águia. O jovem treinador, de apenas 32 anos, já dirigiu Luverdense e Rio Branco e trouxe com ele o atacante Wellington Simião, que se destacou pelo time de Mato Grosso, chegando a ser cobiçado pelo Papão.
Guarany de Sobral – Busca no passado por futuro melhor
Orgulhoso de ser o único time do Ceará a ter um título nacional, o campeão brasileiro da Série D de 2010 penou para ficar na elite cearense deste ano. Só se salvou graças ao reforço do meia paraense André Mensalão.
O Cacique do Vale queria que André permanecesse, mas o ex-tunante tinha outros planos e deixou Sobral.
Sem muito dinheiro, o clube apostou em jogadores locais. O volante Rogério e o meia Bismarck, que conquistaram o título da Série D com o Guarany, estão de volta após passagens apagadas pelo Fortaleza.
Junior Cearense ex-Ceará, também chegou. Ele foi artilheiro do Cearense de 2010. Nada mal para um volante. Do Vitória da Conquista, veio o lateral-direito Átila, considerado o melhor da posição no Campeonato Baiano. E para fazer os gols, o veterano Rinaldo quer mostrar que aos 36 anos, ainda sabe o caminho do gol.
A difícil missão de dirigir o Cacique é de Júlio Araújo, o quarto técnico do time só em 2012. Por enquanto, Júlio é mais famoso por causa do irmão, Flávio, dono de dois acessos para a Série B, com Icasa e América-RN.
Luverdense – O cerrado virou sertão
Velho conhecido de bicolores e aguianos, o Luverdense entra na Série C embalado pela conquista do título matogrossense.
Famoso por apostar em treinadores jovens, o Verdão manteve a tradição e trouxe Dado Cavalcante, de apenas 30 anos. O ex-treinador do Santa Cruz não veio sozinho e plantou uma pequena sucursal do Nordeste no meio da soja e do milho.
Trouxe o meia Carlos Alberto e o zagueiro Anderson do Treze-PB e o volante Junior, do Guarany de Juazeiro, do Ceará.
Para a lateral, ainda tem Raul Prata, um dos principais jogadores do Vila Aurora que eliminou o Remo da Série D de 2010. O experiente Valdir Papel (ex-Vasco) tem a missão de fazer gols e passar experiência a um atacante de sobrenome ilustre.
Edimar Damião, de 23 anos, tenta seguir os passos de Leandro, o irmão ídolo do Internacional.
Rio Branco - Ainda somos (quase) os mesmos
Comandado por Ico, ex-jogador do Estrelão, o Rio Branco vinha fazendo boa campanha no Acreano. Mas a diretoria queria um comandante com mais experiência para evitar que o time acreano morresse na praia mais uma vez na hora decisiva e foi buscar no Rio Grande do Sul o experiente Guilherme Macuglia, que já dirigiu Coritiba, Figueirense, Paraná, entre outros.
Macuglia encontrou a espinha dorsal que se mantém desde 2008, formada por nomes como os volantes Ismael e Zé Marco e o atacante Juliano César. O meia Testinha também permanece, mas lesionado, deve ficar de fora das primeiras rodadas.
Diego Silva, ex-Independente e Ananindeua, também está por lá, assim como o goleiro Alencar Baú, com passagens por Remo e Cametá e o volante Paulinho Pitbull, que já defendeu o Castanhal.
O Estrelão agora também tem a juventude do zagueiro Gabriel, de 23 anos, revelação do Gauchão pelo Lajeadense e a experiência de Pedro Ayub, volante rodado pelo interior paulista que aos 34 anos, chega pela primeira vez ao futebol acreano.
Salgueiro - O Carcará voltou
Tendo que jogar em Paulista, cidade da região metropolitana do Recife a 700 km de casa, o Salgueiro não se deu bem na Série B. A saudade levou o time ao rebaixamento.
Sendo assim, as perspectivas no Pernambucano 2012 eram sombrias. Mas o Carcará voltou a fazer jus ao nome. Venceu os três grandes do estado na primeira fase e chegou as semifinais. O problema é que o técnico Neco teve que lidar com os “efeitos colaterais” desse sucesso.
O meia Elvis, de passagem pouco produtiva pelo Paysandu e o atacante Fabrício Ceará, deixaram o clube. Joelson, artilheiro do Porto de Caruaru, no Pernambucano, seria o substituto de Fabrício. Mas uma proposta melhor o tirou do caminho do sertão.
Como já é costume, o time aposta em jogadores do interior pernambucano. O zagueiro Uílton (ex-Petrolina-PE), os meias Vassoura (ex-Araripina-PE) e Kássio (ex-Serra Talhada-PE) e o volante Rodolfo Potiguar (ex-Porto) são a prova da política do “bom e barato” pregada no Salgueiro.
O Carcará ainda tem Marcos Tamandaré, o lateral-direito que já passou por Sport e Corinthians e o meia Clebson, o cabeludo que estava na vitória sobre o Paysandu na Curuzu.
Cuiabá – Jovem esperança da capital
Fundado por Gaúcho, ex-atacante de Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras, o Cuiabá é o representante da capital matogrossense que mais faz frente aos clubes do interior, que agora dominam o estadual.
Com apenas 11 anos, chegou a Terceirona após bater o Independente no mata-mata da Série D de 2011. Assim como os adversários, buscou jogadores que entendem de acesso e trouxe o zagueiro Rodrigão, vindo do América-RN
No time do técnico Ary Marques, estão dois atacantes conhecidos no Pará. Leandro Cearense, com passagens por Abaeté, Vila Rica e Cametá e Wegno, talismã do Independente na campanha do título paraense de 2011.
Os dois tem um companheiro que impõe respeito pelo nome. Josiel, que estava no Macaé, passou por Flamengo, Paraná e quer provar que pode chamar a atenção pelos gols e não por polêmicas, como a da “paquita depois de um incêndio”, ocorrida na fraca passagem pelo Paysandu.
Santa Cruz – Cuidado com a cobra
Só pela torcida, o Santa Cruz já seria um adversário temido. Mas o título do Pernambucano de 2012 mostrou que o Santa vai preocupar não só pelo que tem fora de campo.
Entre os destaques da equipe campeã, Luciano Henrique, que pouco fez no Paysandu e o zagueiro Vágner. Se na Curuzu, Vágner foi sinônimo de polêmica e discórdia em virtude da sua participação na queda do técnico Edson Gaúcho, no Arruda, virou símbolo de raça, xodó da torcida e do técnico Zé Teodoro.
Mas em matéria de idolatria, ninguém superou Dênis Marques. Nem mesmo Carlinhos Bala. Por causa dos 15 gols que o tornaram artilheiro do Pernambucano, Dênis agora é assediado por Náutico e Sport.
A diretoria não quis esperar pela decisão do atacante e já foi atrás de um substituto caso o homem das trancinhas não fique. Fabrício Ceará, artilheiro do Salgueiro no Pernambucano e Paulista, goleador do estadual de 2010 pelo Porto, foram contratados. Um deles pode ser servido por Victor Hugo, meia revelado no Santa, vendido ao Santos e que voltou ao time onde tudo começou.
Fortaleza - Me tirem daqui!
Assim como a torcida bicolor, a galera do Tricolor do Pici começa a se desesperar com a permanência na Série C. É a terceira temporada do Fortaleza na competição.
O vice-campeonato cearense conquistado após a derrota para o rival Ceará não ajudou no moral do time. Oito jogadores acabaram dispensados e o técnico Nedo Xavier recebeu outros sete. Jogadores como lateral Marinho Donizete, que estava no Red Bull, da Série A-2 Paulista e o zagueiro Eliezio, vindo do Avenida, do interior gaúcho não ajudaram muito a melhor o moral da galera, azul,vermelha e branca.
O experiente meia Geraldo, de 39 anos, permanece, assim como o atacante paraense Cleo e o goleiro Lopes, causador de arrepios na torcida azulina até hoje.
Em 2011, o Fortaleza apostou em Marco Goiano, vindo do Bonsucesso e o meia ajudou a salvar o Leão do rebaixamento. Por isso, a diretoria foi procurar novamente um reforço nos pequenos cariocas e encontrou o Marcelo Regis, atacante destaque do Resende no Cariocão.
Icasa – Outro rebaixamento, não!
Lembrado por ter sido o carrasco do Paysandu em 2009, o Icasa caiu de volta para a Série C em 2011 e por muito pouco, não teve o mesmo destino no Cearense deste ano.
O Verdão do Cariri não quer ficar dependente do Padre Cícero para não cair e renovou geral.
Trouxe quem entende de acesso e assim vieram o lateral Thiaguinho, que subiu com o América-RN em 2011 e o zagueiro Vinicius Golas, um dos destaques da Penapolense na vitoriosa campanha na Série A-2 paulista deste ano.
O Verdão ainda tem o meia Rossini, eterna promessa santista que passou pelo Paysandu e o atacante paraense Paulo Rangel. O atacante Reginaldo Júnior, que não emplacou no Fortaleza é mais um reforço a disposição do técnico Tarcísio Pugliese, um velho adversário de Paysandu e Águia. O jovem treinador, de apenas 32 anos, já dirigiu Luverdense e Rio Branco e trouxe com ele o atacante Wellington Simião, que se destacou pelo time de Mato Grosso, chegando a ser cobiçado pelo Papão.
Guarany de Sobral – Busca no passado por futuro melhor
Orgulhoso de ser o único time do Ceará a ter um título nacional, o campeão brasileiro da Série D de 2010 penou para ficar na elite cearense deste ano. Só se salvou graças ao reforço do meia paraense André Mensalão.
O Cacique do Vale queria que André permanecesse, mas o ex-tunante tinha outros planos e deixou Sobral.
Sem muito dinheiro, o clube apostou em jogadores locais. O volante Rogério e o meia Bismarck, que conquistaram o título da Série D com o Guarany, estão de volta após passagens apagadas pelo Fortaleza.
Junior Cearense ex-Ceará, também chegou. Ele foi artilheiro do Cearense de 2010. Nada mal para um volante. Do Vitória da Conquista, veio o lateral-direito Átila, considerado o melhor da posição no Campeonato Baiano. E para fazer os gols, o veterano Rinaldo quer mostrar que aos 36 anos, ainda sabe o caminho do gol.
A difícil missão de dirigir o Cacique é de Júlio Araújo, o quarto técnico do time só em 2012. Por enquanto, Júlio é mais famoso por causa do irmão, Flávio, dono de dois acessos para a Série B, com Icasa e América-RN.
Luverdense – O cerrado virou sertão
Velho conhecido de bicolores e aguianos, o Luverdense entra na Série C embalado pela conquista do título matogrossense.
Famoso por apostar em treinadores jovens, o Verdão manteve a tradição e trouxe Dado Cavalcante, de apenas 30 anos. O ex-treinador do Santa Cruz não veio sozinho e plantou uma pequena sucursal do Nordeste no meio da soja e do milho.
Trouxe o meia Carlos Alberto e o zagueiro Anderson do Treze-PB e o volante Junior, do Guarany de Juazeiro, do Ceará.
Para a lateral, ainda tem Raul Prata, um dos principais jogadores do Vila Aurora que eliminou o Remo da Série D de 2010. O experiente Valdir Papel (ex-Vasco) tem a missão de fazer gols e passar experiência a um atacante de sobrenome ilustre.
Edimar Damião, de 23 anos, tenta seguir os passos de Leandro, o irmão ídolo do Internacional.
Rio Branco - Ainda somos (quase) os mesmos
Comandado por Ico, ex-jogador do Estrelão, o Rio Branco vinha fazendo boa campanha no Acreano. Mas a diretoria queria um comandante com mais experiência para evitar que o time acreano morresse na praia mais uma vez na hora decisiva e foi buscar no Rio Grande do Sul o experiente Guilherme Macuglia, que já dirigiu Coritiba, Figueirense, Paraná, entre outros.
Macuglia encontrou a espinha dorsal que se mantém desde 2008, formada por nomes como os volantes Ismael e Zé Marco e o atacante Juliano César. O meia Testinha também permanece, mas lesionado, deve ficar de fora das primeiras rodadas.
Diego Silva, ex-Independente e Ananindeua, também está por lá, assim como o goleiro Alencar Baú, com passagens por Remo e Cametá e o volante Paulinho Pitbull, que já defendeu o Castanhal.
O Estrelão agora também tem a juventude do zagueiro Gabriel, de 23 anos, revelação do Gauchão pelo Lajeadense e a experiência de Pedro Ayub, volante rodado pelo interior paulista que aos 34 anos, chega pela primeira vez ao futebol acreano.
Salgueiro - O Carcará voltou
Tendo que jogar em Paulista, cidade da região metropolitana do Recife a 700 km de casa, o Salgueiro não se deu bem na Série B. A saudade levou o time ao rebaixamento.
Sendo assim, as perspectivas no Pernambucano 2012 eram sombrias. Mas o Carcará voltou a fazer jus ao nome. Venceu os três grandes do estado na primeira fase e chegou as semifinais. O problema é que o técnico Neco teve que lidar com os “efeitos colaterais” desse sucesso.
O meia Elvis, de passagem pouco produtiva pelo Paysandu e o atacante Fabrício Ceará, deixaram o clube. Joelson, artilheiro do Porto de Caruaru, no Pernambucano, seria o substituto de Fabrício. Mas uma proposta melhor o tirou do caminho do sertão.
Como já é costume, o time aposta em jogadores do interior pernambucano. O zagueiro Uílton (ex-Petrolina-PE), os meias Vassoura (ex-Araripina-PE) e Kássio (ex-Serra Talhada-PE) e o volante Rodolfo Potiguar (ex-Porto) são a prova da política do “bom e barato” pregada no Salgueiro.
O Carcará ainda tem Marcos Tamandaré, o lateral-direito que já passou por Sport e Corinthians e o meia Clebson, o cabeludo que estava na vitória sobre o Paysandu na Curuzu.
Cuiabá – Jovem esperança da capital
Fundado por Gaúcho, ex-atacante de Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras, o Cuiabá é o representante da capital matogrossense que mais faz frente aos clubes do interior, que agora dominam o estadual.
Com apenas 11 anos, chegou a Terceirona após bater o Independente no mata-mata da Série D de 2011. Assim como os adversários, buscou jogadores que entendem de acesso e trouxe o zagueiro Rodrigão, vindo do América-RN
No time do técnico Ary Marques, estão dois atacantes conhecidos no Pará. Leandro Cearense, com passagens por Abaeté, Vila Rica e Cametá e Wegno, talismã do Independente na campanha do título paraense de 2011.
Os dois tem um companheiro que impõe respeito pelo nome. Josiel, que estava no Macaé, passou por Flamengo, Paraná e quer provar que pode chamar a atenção pelos gols e não por polêmicas, como a da “paquita depois de um incêndio”, ocorrida na fraca passagem pelo Paysandu.
Santa Cruz – Cuidado com a cobra
Só pela torcida, o Santa Cruz já seria um adversário temido. Mas o título do Pernambucano de 2012 mostrou que o Santa vai preocupar não só pelo que tem fora de campo.
Entre os destaques da equipe campeã, Luciano Henrique, que pouco fez no Paysandu e o zagueiro Vágner. Se na Curuzu, Vágner foi sinônimo de polêmica e discórdia em virtude da sua participação na queda do técnico Edson Gaúcho, no Arruda, virou símbolo de raça, xodó da torcida e do técnico Zé Teodoro.
Mas em matéria de idolatria, ninguém superou Dênis Marques. Nem mesmo Carlinhos Bala. Por causa dos 15 gols que o tornaram artilheiro do Pernambucano, Dênis agora é assediado por Náutico e Sport.
A diretoria não quis esperar pela decisão do atacante e já foi atrás de um substituto caso o homem das trancinhas não fique. Fabrício Ceará, artilheiro do Salgueiro no Pernambucano e Paulista, goleador do estadual de 2010 pelo Porto, foram contratados. Um deles pode ser servido por Victor Hugo, meia revelado no Santa, vendido ao Santos e que voltou ao time onde tudo começou.
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