Flávio Lopes tem um currículo de poucas conquistas como treinador.
Só conquistou a extinta Sul-Minas com o América-MG, em 2000. O Paranaense de 2001 pelo Atlético-PR e o Potiguar de 2005 pelo ABC-RN.
Três títulos em 12 anos.
Mas o que ex-meia fez no Remo quase equivale a um título.
Classificou, ainda que por vias tortas, para a Série D do Brasileiro, um time sem padrão de jogo, desmotivado e tecnicamente fraco.
Salvou a pátria remista e a de dirigentes que há anos se julgam especialistas em futebol, mesmo depois do time que ajudaram a montar.
Mas a vaidade dessa gente é insaciável.
Ficaram enciumados ao verem o técnico ser o centro das atenções e botar o dedo na ferida dos conturbados bastidores do clube.
Esperavam por alguma desculpa para verem Lopes fora do caminho.
Os 3 a 0 do Re-Pa é tudo o que queriam.
"Ou ele ou eu", diz um cartola, que ainda afirma: "não respiro o mesmo ar que ele".
Nem madame gagá faria papelão tão ridículo.
Mais uma vez, o ciúme masculino no caminho do futebol paraense.
Se nessa queda de braço, o perdedor por Lopes, é melhor o remista desistir de dias melhores.
Porque é a prova de que o futebol do Pará está comprometido com o amadorismo.
A torcida e os sócios são omissos...ninguém faz nada para mudar o Clube do Remo!
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