Nesses últimos tempos, acompanhei quase que diariamente os treinos do Paysandu. Então, dá para dizer que vi de perto praticamente todos os passos de Adriano Magrão nos campos paraenses. E os resmungos.
Sim, porque era fácil ver Adriano reclamando de tudo. Se queixava do calor, do ônibus, da viagem para Cametá, da falta de bola aérea. O goiano montou quase que um time completo de lamentações. E gol que é bom, só dois. Um contra o Coritiba e outro no amistoso contra o Nacional em Paragominas.
Foi dispensado pelo Paysandu e acertou com o Remo. Marcou estar no Baenão em uma quarta-feira. Deu furo. O mesmo na quinta e depois no domingo, antes do Re-Pa.
Retornou na terça-feira a Belém, se apresentou na Curuzu e disse que estava disponível ao Remo, como se nada tivesse acontecido. E foi esnobado também pelos azulinos.
Um pequeno episódio que mostra como jogadores enxergam os clubes paraenses. Tudo pode, cada um faz o que quer.
Com dirigentes que adoram ladrar na imprensa, mas não mordem ninguém na prática, não é de admirar.
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