Os clubes das Séries C e D querem ir ao Rio para proporem uma saída para os imbróglios envolvendo Treze, Rio Branco, Brasil de Pelotas e Santo André. Doze anos depois da famigerada Copa João Havelange, querem uma competição no mesmo formato da competição feita as pressas em virtude do "caso Gama".
Quando Brasil e Treze reclamarem, os clubes dirão que esta não é nem a Série C e nem a Série D. É uma competição alternativa.
O que vai soar como música para os ouvidos para os futuros rebaixados da Série B, que então dirão que não vão para a Série C, já que ela não existirá.
Um abacaxi pode estar sendo plantado no pomar da CBF.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Ao tourão o que é do tourão
Quando se pensava que a confusão das séries C e D não podia ficar pior, eis que surge mais uma para tornar o nó ainda mais difícil de desatar. O Araguaína conseguiu através da justiça de Tocantins o direito de entrar na Série C no lugar de Rio Branco e Treze.
Dos três clubes, o Tourão do Norte é o que mais tem razão. Se o Rio Branco foi excluído, logo é ele quem deveria ser rebaixado e não os tocantinenses.
Se tivesse entrado na justiça bem antes, o Araguaína poderia ter evitado toda esta confusão.
O Tourão do Norte poderia justificar o apelido e com a força de um animal, humilhar a CBF, mostrando para todo o Brasil o bizarro acordo entre Rio Branco e CBF.
A entidade máxima do futebol ficaria nua diante do público em geral, que desconhece como os ratos do futebol agem nos subterrâneos da periferia da bola, longe do glamour das séries A e B.
O futebol tocantinense teria seu grande momento de glória. E enquanto colhia os louros, 58 clubes de todo o Brasil e milhares de trabalhadores informais que dependem do futebol poderiam trabalhar em paz. Perto do espetáculo, e longe da tribo dos tribunais.
Mas já que entrou na briga, o Tourão precisa ser valente agora.
Justiça tarda. Mas falha?
Dos três clubes, o Tourão do Norte é o que mais tem razão. Se o Rio Branco foi excluído, logo é ele quem deveria ser rebaixado e não os tocantinenses.
Se tivesse entrado na justiça bem antes, o Araguaína poderia ter evitado toda esta confusão.
O Tourão do Norte poderia justificar o apelido e com a força de um animal, humilhar a CBF, mostrando para todo o Brasil o bizarro acordo entre Rio Branco e CBF.
A entidade máxima do futebol ficaria nua diante do público em geral, que desconhece como os ratos do futebol agem nos subterrâneos da periferia da bola, longe do glamour das séries A e B.
O futebol tocantinense teria seu grande momento de glória. E enquanto colhia os louros, 58 clubes de todo o Brasil e milhares de trabalhadores informais que dependem do futebol poderiam trabalhar em paz. Perto do espetáculo, e longe da tribo dos tribunais.
Mas já que entrou na briga, o Tourão precisa ser valente agora.
Justiça tarda. Mas falha?
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Base aliada
Paysandu com Paulo Rafael (Dalton); Thiago Costa, Marcus Vinicius e Fábio Sanches; Yago Pikachu, Billy, Fabinho, Alex William e Leandrinho; Thiago Potiguar e Kiros
Remo de Adriano; Dida, Diego Barros, Ávalos (Juan Sosa) e Aldivan; Johnattan, André e Reis; Fábio Oliveira e Cassiano (Joãozinho)
Se as Séries C e D começassem neste final de semana, seriam esses os times de Remo e Paysandu da estreia. Se Roberval Davino não se impressionar com o tamanho de Dalton, serão quatro pratas da casa em campo. Com Leandrinho, cinco paraenses.
Bem melhor que a estreia na Série C de 2011, quando Rafael Oliveira era o único "nascido" na Curuzu a começar jogando na vitória sobre o Araguaína. Se não fosse uma lesão, Rafael podia ajudar a aumentar esta conta.
Já no Remo, serão no máximo três, se Joãozinho levar a melhor. Número superior ao da estreia de 2010. Landu era o cavaleiro azulino solitário.
Mas em comparação com a estreia no Parazão deste ano, nota-se que os garotos perderam um pouco espaço. Foram cinco bicolores legítimos diante do Cametá.
Tobias falhou no lance do primeiro gol do Mapará e não se levantou mais. Passou a ser presença irregular até mesmo no banco.
Pablo chegou a ser aproveitado com Lecheva e Nad. Com o exército de zagueiros trazido por Davino, o futuro é incerto.
Luan teve a chance de se tornar o centroavante dos sonhos bicolores. Foi só um sonho mesmo.
Em compensação, ninguém pode pensar hoje em dia em um Papão sem Yago Pikachu e Billy. O mesmo vale para Paulo Rafael. A não ser que Dalton seja mais gigante embaixo das traves do que fora delas.
O Leão teve só um filho seu contra o Águia. Coube a Joãozinho fazer as honras.
Os dois times ainda estão bem longe de merecerem ser chamados de "esquadrão cabano".
Mas o discurso de privilegiar a base, repetido ano a ano, parece que começa a engatinhar.
Remo de Adriano; Dida, Diego Barros, Ávalos (Juan Sosa) e Aldivan; Johnattan, André e Reis; Fábio Oliveira e Cassiano (Joãozinho)
Se as Séries C e D começassem neste final de semana, seriam esses os times de Remo e Paysandu da estreia. Se Roberval Davino não se impressionar com o tamanho de Dalton, serão quatro pratas da casa em campo. Com Leandrinho, cinco paraenses.
Bem melhor que a estreia na Série C de 2011, quando Rafael Oliveira era o único "nascido" na Curuzu a começar jogando na vitória sobre o Araguaína. Se não fosse uma lesão, Rafael podia ajudar a aumentar esta conta.
Já no Remo, serão no máximo três, se Joãozinho levar a melhor. Número superior ao da estreia de 2010. Landu era o cavaleiro azulino solitário.
Mas em comparação com a estreia no Parazão deste ano, nota-se que os garotos perderam um pouco espaço. Foram cinco bicolores legítimos diante do Cametá.
Tobias falhou no lance do primeiro gol do Mapará e não se levantou mais. Passou a ser presença irregular até mesmo no banco.
Pablo chegou a ser aproveitado com Lecheva e Nad. Com o exército de zagueiros trazido por Davino, o futuro é incerto.
Luan teve a chance de se tornar o centroavante dos sonhos bicolores. Foi só um sonho mesmo.
Em compensação, ninguém pode pensar hoje em dia em um Papão sem Yago Pikachu e Billy. O mesmo vale para Paulo Rafael. A não ser que Dalton seja mais gigante embaixo das traves do que fora delas.
O Leão teve só um filho seu contra o Águia. Coube a Joãozinho fazer as honras.
Os dois times ainda estão bem longe de merecerem ser chamados de "esquadrão cabano".
Mas o discurso de privilegiar a base, repetido ano a ano, parece que começa a engatinhar.
Mais um dia...
Genésio Gomes Pereira Filho.
Nunca ouviu falar deste nome?
Saiba então que é por causa dele que não foi nesta segunda-feira que tivemos uma definição sobre as séries C e D do Brasileiro.
O desembargador do TJ da Paraíba negou o recurso do Rio Branco, que pedia seu retorno para a Terceira Divisão.
"Foi um gol do departamento jurídico do Treze. Agora é esperar qual vai ser o próximo passo do Rio Branco", disse o diretor jurídico do Treze, Valber Maxwell, em entrevista ao Globoesporte.com paraibano.
Era para o departamento de futebol dentro de campo fazer os gols. O Treze apela de todas as formas para não ficar sem calendário. A vaga paraibana na D, ficou com o Sousa.
E assim, 60 clubes pagam pelo bizarro acordo entre CBF e Rio Branco. Era para o Estrelão estar na Série D. Nem mesmo o Treze tem direito a esta vaga.
A vaga é do Araguaína.
Mas até agora, ninguém se mexeu lá no Tocantins.
O Tourão do Norte ficou manso.
Nunca ouviu falar deste nome?
Saiba então que é por causa dele que não foi nesta segunda-feira que tivemos uma definição sobre as séries C e D do Brasileiro.
O desembargador do TJ da Paraíba negou o recurso do Rio Branco, que pedia seu retorno para a Terceira Divisão.
"Foi um gol do departamento jurídico do Treze. Agora é esperar qual vai ser o próximo passo do Rio Branco", disse o diretor jurídico do Treze, Valber Maxwell, em entrevista ao Globoesporte.com paraibano.
Era para o departamento de futebol dentro de campo fazer os gols. O Treze apela de todas as formas para não ficar sem calendário. A vaga paraibana na D, ficou com o Sousa.
E assim, 60 clubes pagam pelo bizarro acordo entre CBF e Rio Branco. Era para o Estrelão estar na Série D. Nem mesmo o Treze tem direito a esta vaga.
A vaga é do Araguaína.
Mas até agora, ninguém se mexeu lá no Tocantins.
O Tourão do Norte ficou manso.
domingo, 27 de maio de 2012
Betinho vai. Dirigentezinho fica.
Depois de várias tentativas, o Remo finalmente conseguiu perder o meia Betinho. O sul do Brasil é o destino mais provável do meio-campo, mais um talento do Apeú, que vai embora sem que renda um único tostão ao clube.
Betinho poderia nem estar mais no Baenão. Quando ainda estava na base, o meio-campo treinava e viajava diariamente. Como todos sabem, o Remo ainda não possui alojamentos para hospedar os diamantes que esperam por lapidação em todo o Pará. Enquanto Cruzeiro, Santos e Inter buscam talentos aqui, os cartolas remistas preferem bajular forasteiros veteranos.
Se Betinho ainda está no Baenão, é porque na época, um político local se ofereceu para pagar as passagens.
O meia de passadas largas e futebol elegante começou a ser aproveitado no time principal em 2010. Mas a grande chance veio em 2011, na série de amistosos que o Remo fez pelo interior. Se destacou e seria uma das estrelas do time de 2012. Não foi.
Como todo garoto, Betinho era propenso a irregularidade. Processo normal no amadurecimento de um jogador. Mas vá explicar isso para a torcida, que passou a vaiá-lo a tal ponto, que ele chegou a ficar de fora de uma partida por falta de condições psicológicas. O torcedor que tanto pede a valorização do talento local, é o mesmo que se torna neurótico ao ver um erro de um paraense, mas é generoso com os atletas de fora. Médico e monstro sentam na mesma arquibancada.
Betinho afirmou que queria continuar caso o Remo fosse para a Série D. Ninguém o procurou para renovar contrato. Estavam mais preocupados com estrelas como Deivison, Juliano e Edu Chiquita.
E assim, Betinho vê seu contrato se encerrar e vai deixar o clube, que não receberá um único tostão. Joinville, Criciúma ou América-MG são os principais destinos. E os cartolas azulinos, que fecham a cara e fazem biquinho quando são chamados de amadores, vão ficar a ver navios.
Eles não aprendem mesmo.
Betinho poderia nem estar mais no Baenão. Quando ainda estava na base, o meio-campo treinava e viajava diariamente. Como todos sabem, o Remo ainda não possui alojamentos para hospedar os diamantes que esperam por lapidação em todo o Pará. Enquanto Cruzeiro, Santos e Inter buscam talentos aqui, os cartolas remistas preferem bajular forasteiros veteranos.
Se Betinho ainda está no Baenão, é porque na época, um político local se ofereceu para pagar as passagens.
O meia de passadas largas e futebol elegante começou a ser aproveitado no time principal em 2010. Mas a grande chance veio em 2011, na série de amistosos que o Remo fez pelo interior. Se destacou e seria uma das estrelas do time de 2012. Não foi.
Como todo garoto, Betinho era propenso a irregularidade. Processo normal no amadurecimento de um jogador. Mas vá explicar isso para a torcida, que passou a vaiá-lo a tal ponto, que ele chegou a ficar de fora de uma partida por falta de condições psicológicas. O torcedor que tanto pede a valorização do talento local, é o mesmo que se torna neurótico ao ver um erro de um paraense, mas é generoso com os atletas de fora. Médico e monstro sentam na mesma arquibancada.
Betinho afirmou que queria continuar caso o Remo fosse para a Série D. Ninguém o procurou para renovar contrato. Estavam mais preocupados com estrelas como Deivison, Juliano e Edu Chiquita.
E assim, Betinho vê seu contrato se encerrar e vai deixar o clube, que não receberá um único tostão. Joinville, Criciúma ou América-MG são os principais destinos. E os cartolas azulinos, que fecham a cara e fazem biquinho quando são chamados de amadores, vão ficar a ver navios.
Eles não aprendem mesmo.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Parazão. Não é hora de mudar?
Por maioria de votos, o Parazão 2013, assim como de 2014, será exatamente igual aos anos anteriores. Com oito times, disputando dois turnos e o campeão de cada turno disputando o título paraense.
Acredito que 10 clubes seria melhor. Mas oito não é um número ruim. Justiça seja feita, bom ver que o Pará não seguiu a tendência da maioria dos estados do Brasil, que incharam seus estaduais e os tornaram absolutamente desinteressantes. Tente assistir Grêmio Catanduvense e Oeste no Campeonato Paulista, que você vai entender o que digo.
Em matéria de regulamento, o Parazão não é dos piores. Campeonato fácil de entender a fórmula, sem grandes pirotecnias. Simples. Mas acredito que seja hora de mudar.
O Parazão deveria servir como preparatório para as séries C e D. Um campeonato onde um clube pode ficar até um mês sem jogar não serve a esse propósito. É mais ou menos esse o tempo de espera dos clubes que não se classificam para as semifinais de turno.
Uma competição que não exija regularidade durante um longo período também não serve como teste. Turno e returno, com quatro times se classificando para uma semifinal, poderia ser uma excelente opção. Seriam 14 jogos e um estadual que ocuparia 18 datas apenas, contra 24 do Parazão atual, permitindo aos times das Séries C e D uma longa preparação, com direito a uma inter-temporada. O regulamento atual, além de fazer com que o campeonato fique apertado no calendário, perdoa erros. O time que não se classifica no primeiro turno, pode recomeçar do zero. O Brasileiro não é assim.
O Parazão também precisa de uma Segunda Divisão forte, onde os clubes possam jogar mais, criando rivalidades no interior. O estadual não pode viver apenas do Re-Pa.
Se quiser sobreviver, o Parazão precisa repensar sua forma.
O conteúdo pode ficar mais interessante.
P.S - O presidente do Independente, Delei Santos, queria um Parazão com 10 clubes e fazendo com que os rebaixamentos de São Raimundo e do próprio Galo fossem perdoados. Não conseguiu e saiu mais cedo da reunião. Nenhum dirigente aliás, trouxe uma proposta alternativa. A passividade mata também o futebol paraense.
Acredito que 10 clubes seria melhor. Mas oito não é um número ruim. Justiça seja feita, bom ver que o Pará não seguiu a tendência da maioria dos estados do Brasil, que incharam seus estaduais e os tornaram absolutamente desinteressantes. Tente assistir Grêmio Catanduvense e Oeste no Campeonato Paulista, que você vai entender o que digo.
Em matéria de regulamento, o Parazão não é dos piores. Campeonato fácil de entender a fórmula, sem grandes pirotecnias. Simples. Mas acredito que seja hora de mudar.
O Parazão deveria servir como preparatório para as séries C e D. Um campeonato onde um clube pode ficar até um mês sem jogar não serve a esse propósito. É mais ou menos esse o tempo de espera dos clubes que não se classificam para as semifinais de turno.
Uma competição que não exija regularidade durante um longo período também não serve como teste. Turno e returno, com quatro times se classificando para uma semifinal, poderia ser uma excelente opção. Seriam 14 jogos e um estadual que ocuparia 18 datas apenas, contra 24 do Parazão atual, permitindo aos times das Séries C e D uma longa preparação, com direito a uma inter-temporada. O regulamento atual, além de fazer com que o campeonato fique apertado no calendário, perdoa erros. O time que não se classifica no primeiro turno, pode recomeçar do zero. O Brasileiro não é assim.
O Parazão também precisa de uma Segunda Divisão forte, onde os clubes possam jogar mais, criando rivalidades no interior. O estadual não pode viver apenas do Re-Pa.
Se quiser sobreviver, o Parazão precisa repensar sua forma.
O conteúdo pode ficar mais interessante.
P.S - O presidente do Independente, Delei Santos, queria um Parazão com 10 clubes e fazendo com que os rebaixamentos de São Raimundo e do próprio Galo fossem perdoados. Não conseguiu e saiu mais cedo da reunião. Nenhum dirigente aliás, trouxe uma proposta alternativa. A passividade mata também o futebol paraense.
Óbvio ululante
Aconteceu aquilo que até o mais matuto gaúcho da fronteira e o desconfiado vaqueiro do sertão previa: Brasil de Pelotas-RS e Treze-PB estão excluídos das competições nacionais e internacionais enquanto não retirarem suas ações na justiça comum, que pediam suas inclusões na Série C do Brasileiro.
O Brasil foi rebaixado após perder 6 pontos na Série C de 2011 por escalar o lateral Cláudio. Os gaúchos afirmam que não foram notificados. É dever do clube profissional se cercar de todas as garantias de que seu atleta tem plenas condições de jogo. Não adianta o Xavante e sua fanática torcida chorarem.
Já o Treze jogou para a sua torcida, irritado com o fato do Galo da Borborema não ter conquistado vaga na Série D. O espírito "remista" tomou conta dos alvinegros de Campina Grande, que se diziam donos da vaga do Rio Branco por terem chegado ao quinto lugar. Para provarem que são "cabras-machos", os dirigentes locais prometem não recuarem perante a Fifa.
Justiça seja feita: por ter apelado a justiça comum, assim como Brasil e Treze, o Estrelão deveria ter caído.
Toda esta confusão aliás, foi causada pelo acordo costurado entre CBF e Rio Branco, mantendo o Estrelão na Série C.
Não se repita mais. E que a bola role no próximo domingo.
O Brasil foi rebaixado após perder 6 pontos na Série C de 2011 por escalar o lateral Cláudio. Os gaúchos afirmam que não foram notificados. É dever do clube profissional se cercar de todas as garantias de que seu atleta tem plenas condições de jogo. Não adianta o Xavante e sua fanática torcida chorarem.
Já o Treze jogou para a sua torcida, irritado com o fato do Galo da Borborema não ter conquistado vaga na Série D. O espírito "remista" tomou conta dos alvinegros de Campina Grande, que se diziam donos da vaga do Rio Branco por terem chegado ao quinto lugar. Para provarem que são "cabras-machos", os dirigentes locais prometem não recuarem perante a Fifa.
Justiça seja feita: por ter apelado a justiça comum, assim como Brasil e Treze, o Estrelão deveria ter caído.
Toda esta confusão aliás, foi causada pelo acordo costurado entre CBF e Rio Branco, mantendo o Estrelão na Série C.
Não se repita mais. E que a bola role no próximo domingo.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Senhor juiz. Pare agora.
Em 2011, o Rio Branco apelou para a Justiça Comum para cancelar a interdição da Arena da Floresta e poder jogar em casa na Série C do Brasileiro. Os velhinhos da CBF, no Rio, assim como os da Fifa, em Zurique, não podem ouvir falar na justiça dos pobres mortais. Por causa disso, perdeu os pontos conquistados.
Sem nenhum ponto, deveria ser rebaixado, pois assim, ficaria atrás do Araguaína-TO. Mas a entidade máxima do futebol nacional decidiu por um procedimento bizarro. Tirou o Estrelão da disputa da Segunda Fase da C, mas não o rebaixou. O Tourão do Norte é quem foi para a Série D.
A injustiça, assim como a justiça é cega. O acordo de 2011 agora cobra a conta. E os 60 clubes que disputarão as séries C e D pagam por isso. As duas divisões, que deveriam começar neste final de semana, não vão mais.
O Brasil de Pelotas se aproveitou do precedente aberto pelo acordo CBF-Rio Branco e também entrou na Justiça Comum para voltar para a Série C. O Xavante foi rebaixado por causa da perda de seis pontos, devido a escalação irregular do lateral Cláudio no jogo contra o Santo André. Cláudio foi expulso quando jogava pelo Ituiutaba-MG, em jogo contra o ABC-RN, pela Série C de 2010 e deveria cumprir suspensão. Não cumpriu. Os gaúchos alegaram que não foram notificados da suspensão de Cláudio. Um documento da Federação Mineira não falava de punições ao lateral. Não adiantou e o Brasil foi rebaixado no lugar do Santo André.
Na semana do início das duas séries, o Brasil apelou para justiça comum do RS, que determinou a volta do Xavante para a Série C. O Santo André contra-atacou e conseguiu uma liminar o mantendo na Terceirona. Caos generalizado.
Do outro lado do país, o Treze-PB resolveu entrar no rolo entre acreanos e tocantinenses. Na interpretação dos paraibanos, a vaga do Rio Branco é do quinto colocado da Série D de 2011. No caso, o próprio Galo da Borborema, que sem medo, apelou para a justiça comum paraibana. O monstro criado pela CBF no meio da floresta no Acre expandia seus tentáculos. E o STJD decidiu então que a bola só poderia rolar depois que esse monstro deixasse o campo.
O que impressiona no caso é a agilidade dos magistrados gaúchos,paraibanos, acreanos e paulistas. Para o pobre mortal que não tem relação com o futebol, normalmente sofre muito mais.
E o apelo dos clubes para a justiça comum mostra a "credibilidade" que o STJD possui junto aos clubes. Se transformou em um circo onde magistrados julgam utilizando pesos e medidas variáveis. Parece as vezes um comércio, onde o resultado depende da cara do "freguês". Documentos ignorados, lei contrariada, interpretações exdrúxulas. Com a calmaria que as Séries A e B se transformaram fora de campo, os engravatados do Rio de Janeiro viram na Terceira e Quarta divisão uma chance de terem novamente o holofote voltado para eles.
Conseguiram. Jogamos as tabelas no chão e colocamos livros jurídicos no lugar. Nada de entrevistas com jogadores e torcidas sobre a expectativa para mais um campeonato. Lá vamos nós atrás de juristas do mundo esportivo. O gol virou mesmo um detalhe, como disse Carlos Alberto Parreira.
E pensar que toda esta confusão começou porque o MP acreano, em um lindo dia de 2011, achou que o assunto mais relevante que tinha a tratar era a interdição da Arena da Floresta, um dos estádios mais modernos do norte do Brasil.
Politicagem 1, Futebol, 0.
E todos nós somos derrotados.
Sem nenhum ponto, deveria ser rebaixado, pois assim, ficaria atrás do Araguaína-TO. Mas a entidade máxima do futebol nacional decidiu por um procedimento bizarro. Tirou o Estrelão da disputa da Segunda Fase da C, mas não o rebaixou. O Tourão do Norte é quem foi para a Série D.
A injustiça, assim como a justiça é cega. O acordo de 2011 agora cobra a conta. E os 60 clubes que disputarão as séries C e D pagam por isso. As duas divisões, que deveriam começar neste final de semana, não vão mais.
O Brasil de Pelotas se aproveitou do precedente aberto pelo acordo CBF-Rio Branco e também entrou na Justiça Comum para voltar para a Série C. O Xavante foi rebaixado por causa da perda de seis pontos, devido a escalação irregular do lateral Cláudio no jogo contra o Santo André. Cláudio foi expulso quando jogava pelo Ituiutaba-MG, em jogo contra o ABC-RN, pela Série C de 2010 e deveria cumprir suspensão. Não cumpriu. Os gaúchos alegaram que não foram notificados da suspensão de Cláudio. Um documento da Federação Mineira não falava de punições ao lateral. Não adiantou e o Brasil foi rebaixado no lugar do Santo André.
Na semana do início das duas séries, o Brasil apelou para justiça comum do RS, que determinou a volta do Xavante para a Série C. O Santo André contra-atacou e conseguiu uma liminar o mantendo na Terceirona. Caos generalizado.
Do outro lado do país, o Treze-PB resolveu entrar no rolo entre acreanos e tocantinenses. Na interpretação dos paraibanos, a vaga do Rio Branco é do quinto colocado da Série D de 2011. No caso, o próprio Galo da Borborema, que sem medo, apelou para a justiça comum paraibana. O monstro criado pela CBF no meio da floresta no Acre expandia seus tentáculos. E o STJD decidiu então que a bola só poderia rolar depois que esse monstro deixasse o campo.
O que impressiona no caso é a agilidade dos magistrados gaúchos,paraibanos, acreanos e paulistas. Para o pobre mortal que não tem relação com o futebol, normalmente sofre muito mais.
E o apelo dos clubes para a justiça comum mostra a "credibilidade" que o STJD possui junto aos clubes. Se transformou em um circo onde magistrados julgam utilizando pesos e medidas variáveis. Parece as vezes um comércio, onde o resultado depende da cara do "freguês". Documentos ignorados, lei contrariada, interpretações exdrúxulas. Com a calmaria que as Séries A e B se transformaram fora de campo, os engravatados do Rio de Janeiro viram na Terceira e Quarta divisão uma chance de terem novamente o holofote voltado para eles.
Conseguiram. Jogamos as tabelas no chão e colocamos livros jurídicos no lugar. Nada de entrevistas com jogadores e torcidas sobre a expectativa para mais um campeonato. Lá vamos nós atrás de juristas do mundo esportivo. O gol virou mesmo um detalhe, como disse Carlos Alberto Parreira.
E pensar que toda esta confusão começou porque o MP acreano, em um lindo dia de 2011, achou que o assunto mais relevante que tinha a tratar era a interdição da Arena da Floresta, um dos estádios mais modernos do norte do Brasil.
Politicagem 1, Futebol, 0.
E todos nós somos derrotados.
Mineirice bicolor
Um goleiro paraense (Paulo Rafael); Dois zagueiros paulistas (Fábio Sanches e Marcus Vinícius) e um paraense (Thiago Costa). O meio-campo tem mais três "papa-chibé" (Yago Pikachu, Leandrinho e Billy), um carioca (Fabinho) e um paulista (Alex William); Um pernambucano (Kiros) e um potiguar (Thiago). Um time paraense comandado por um técnico alagoano e com sistema de jogo mineiro. O Paysandu da Série C dá mostras que vai "pelas beiradas".
Davino já notou que sem Jairinho, não tem um lateral que saiba defender. Guina, o último contratado para o setor, até confessou que não é muito fã do serviço defensivo. Roberval então resolveu dar "carta-branca" para Pikachu e Leandrinho atacarem a vontade, enquanto Fabinho e Billy dão cobertura. Alex William também dá um auxílio na marcação.
Tudo para que os alas possam fornecer as bolas aéreas que Kiros tanto precisa. Com 1,95 de altura, o atacante é mais alto até mesmo que a maioria dos zagueiros da Série C. Se não for por cima, vai por baixo, com as assistências de Thiago, para que o pernambucano use a força de seu chute.
A esperança da torcida é que o Paysandu 2012 não seja um "presente de grego".
De grego, basta o nome do atacante.
Davino já notou que sem Jairinho, não tem um lateral que saiba defender. Guina, o último contratado para o setor, até confessou que não é muito fã do serviço defensivo. Roberval então resolveu dar "carta-branca" para Pikachu e Leandrinho atacarem a vontade, enquanto Fabinho e Billy dão cobertura. Alex William também dá um auxílio na marcação.
Tudo para que os alas possam fornecer as bolas aéreas que Kiros tanto precisa. Com 1,95 de altura, o atacante é mais alto até mesmo que a maioria dos zagueiros da Série C. Se não for por cima, vai por baixo, com as assistências de Thiago, para que o pernambucano use a força de seu chute.
A esperança da torcida é que o Paysandu 2012 não seja um "presente de grego".
De grego, basta o nome do atacante.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Guia da Série D
Assim como aconteceu na Série C, o Futebol do Santiago também elaborou o guia da Série D, com as informações sobre os adversários do Remo. Pelo que se vê, o Leão não deve penar para seguir rumo ao mata-mata. Mas não pode vacilar.
Penarol-AM - Muita experiência. Pouco dinheiro.
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Em sua primeira experiência como técnico de uma equipe principal, o gaúcho conta com jogadores rodados. Na armação, Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
Mas quem anda mesmo de bem com as redes por lá é o paraense Marinho, artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena-RO - Todos se entendem na torre de babel
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes do Rio Grande do Sul, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
No Estadual 2012, o VEC lidera a competição unindo o dinheiro gaúcho a talentos de Rondônia, Mato Grosso e do Atlético Sorocaba, da Série A-2 do Paulista, com quem mantém parceria.
Em matéria de gols, o técnico paranaense Joel Preisner está bem servido. Os atacantes Wallace e Torres disputam a artilharia do Estadual.
Nautico-RR - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano-AC - Garotada resolve
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara, o meia Josy e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e agora, vai decidir o título contra o Rio Branco, podendo acabar com um jejum de 21 anos sem títulos estaduais.
Penarol-AM - Muita experiência. Pouco dinheiro.
O Leão da Velha Serpa não repetiu em 2012 as campanhas que o levaram ao bi-campeonato amazonense. O dinheiro também andou faltando lá pelos lados de Itacoatiara. Após o fim da campanha no estadual, todo o elenco foi dispensado, para evitar mais custos.
A falta de dinheiro que também emperrou a negociação com o técnico Charles Guerreiro. No final das contas, a diretoria efetivou o preparador físico Ronaldo Sperry.
Em sua primeira experiência como técnico de uma equipe principal, o gaúcho conta com jogadores rodados. Na armação, Igor e Rafael, com passagens por Flamengo e Vasco, respectivamente. Para o ataque, Fábio Bala, eterna promessa de Fluminense e Grêmio, que sem conseguir vingar nas Laranjeiras ou no Olímpico, voltou para a terra natal.
Mas quem anda mesmo de bem com as redes por lá é o paraense Marinho, artilheiro do Leão na temporada, com 12 gols. Sem chances na base do Papão, o atacante virou rei por lá.
Olhando para o outro lado do campo, o Remo ainda vai encontrar um jogador ainda mais conhecido: o meia Fininho, que pouco brilhou no Baenão.
Vilhena-RO - Todos se entendem na torre de babel
Fundado em 1991, o VEC, como é conhecido já tem três títulos estaduais no currículo. Em boa parte, graças aos grandes produtores rurais da região, principalmente migrantes do Rio Grande do Sul, que chegaram a cidade na divisa com Mato Grosso no fim na década de 70.
No Estadual 2012, o VEC lidera a competição unindo o dinheiro gaúcho a talentos de Rondônia, Mato Grosso e do Atlético Sorocaba, da Série A-2 do Paulista, com quem mantém parceria.
Em matéria de gols, o técnico paranaense Joel Preisner está bem servido. Os atacantes Wallace e Torres disputam a artilharia do Estadual.
Nautico-RR - O renegado do renegado
Considerado o “patinho feio” do futebol nacional, Roraima volta ao Campeonato Brasileiro com o time que menos precisou suar a camisa para chegar a Série D. Foram necessárias apenas três partidas em dois dias para o Náutico conquistar a vaga ao bater o Atlético Roraima por 3 a 0 na decisão do Seletivo.
Nascido em Boa Vista, o Náutico fez como o Independente no Pará e migrou para o interior. Mas ao contrário do Galo, não encontrou a felicidade fora da capital e segue sem levantar uma taça em Caracaraí.
O técnico Serginho Gois conta em sua maioria com jogadores do próprio estado e mais alguns cariocas, como o meia Leo Cotia e o jovem atacante Vanílson, destaque nas últimas edições do Roraimense.
Atlético Acreano-AC - Garotada resolve
No início do ano, o Atlético Acreano disputou a Copa São Paulo e deu ao Acre a melhor participação de sua história. O Galo Carijó lutou pela classificação até a última rodada do Grupo L. Acabou sendo eliminado, mas voltou para casa de cabeça erguida e com uma vitória por 3 a 1 sobre o Paraná Clube.
Foi o que o técnico Álvaro Miguéis precisava para ser efetivado ao time principal. E trouxe com ele vários remanescentes da campanha de SP, como p goleiro Robson, o zagueiro Ceildo, o lateral esquerdo Fábio, os volantes Kinho e Tragodara, o meia Josy e os atacante Ailton e Gesse.
A garotada deu conta do recado e com a vitória sobre o Independência nas semifinais, garantiu a vaga na Série D e agora, vai decidir o título contra o Rio Branco, podendo acabar com um jejum de 21 anos sem títulos estaduais.
domingo, 20 de maio de 2012
Guia da Série C
O caminho rumo ao acesso ficou mais comprido a partir de agora. Ao invés de 8 jogos na primeira fase, agora são 18. Serão 10 clubes em cada grupo. E o Futebol do Santiago mostra como estão os adversários de Paysandu e Águia para a Terceirona.
Fortaleza - Me tirem daqui!
Assim como a torcida bicolor, a galera do Tricolor do Pici começa a se desesperar com a permanência na Série C. É a terceira temporada do Fortaleza na competição.
O vice-campeonato cearense conquistado após a derrota para o rival Ceará não ajudou no moral do time. Oito jogadores acabaram dispensados e o técnico Nedo Xavier recebeu outros sete. Jogadores como lateral Marinho Donizete, que estava no Red Bull, da Série A-2 Paulista e o zagueiro Eliezio, vindo do Avenida, do interior gaúcho não ajudaram muito a melhor o moral da galera, azul,vermelha e branca.
O experiente meia Geraldo, de 39 anos, permanece, assim como o atacante paraense Cleo e o goleiro Lopes, causador de arrepios na torcida azulina até hoje.
Em 2011, o Fortaleza apostou em Marco Goiano, vindo do Bonsucesso e o meia ajudou a salvar o Leão do rebaixamento. Por isso, a diretoria foi procurar novamente um reforço nos pequenos cariocas e encontrou o Marcelo Regis, atacante destaque do Resende no Cariocão.
Icasa – Outro rebaixamento, não!
Lembrado por ter sido o carrasco do Paysandu em 2009, o Icasa caiu de volta para a Série C em 2011 e por muito pouco, não teve o mesmo destino no Cearense deste ano.
O Verdão do Cariri não quer ficar dependente do Padre Cícero para não cair e renovou geral.
Trouxe quem entende de acesso e assim vieram o lateral Thiaguinho, que subiu com o América-RN em 2011 e o zagueiro Vinicius Golas, um dos destaques da Penapolense na vitoriosa campanha na Série A-2 paulista deste ano.
O Verdão ainda tem o meia Rossini, eterna promessa santista que passou pelo Paysandu e o atacante paraense Paulo Rangel. O atacante Reginaldo Júnior, que não emplacou no Fortaleza é mais um reforço a disposição do técnico Tarcísio Pugliese, um velho adversário de Paysandu e Águia. O jovem treinador, de apenas 32 anos, já dirigiu Luverdense e Rio Branco e trouxe com ele o atacante Wellington Simião, que se destacou pelo time de Mato Grosso, chegando a ser cobiçado pelo Papão.
Guarany de Sobral – Busca no passado por futuro melhor
Orgulhoso de ser o único time do Ceará a ter um título nacional, o campeão brasileiro da Série D de 2010 penou para ficar na elite cearense deste ano. Só se salvou graças ao reforço do meia paraense André Mensalão.
O Cacique do Vale queria que André permanecesse, mas o ex-tunante tinha outros planos e deixou Sobral.
Sem muito dinheiro, o clube apostou em jogadores locais. O volante Rogério e o meia Bismarck, que conquistaram o título da Série D com o Guarany, estão de volta após passagens apagadas pelo Fortaleza.
Junior Cearense ex-Ceará, também chegou. Ele foi artilheiro do Cearense de 2010. Nada mal para um volante. Do Vitória da Conquista, veio o lateral-direito Átila, considerado o melhor da posição no Campeonato Baiano. E para fazer os gols, o veterano Rinaldo quer mostrar que aos 36 anos, ainda sabe o caminho do gol.
A difícil missão de dirigir o Cacique é de Júlio Araújo, o quarto técnico do time só em 2012. Por enquanto, Júlio é mais famoso por causa do irmão, Flávio, dono de dois acessos para a Série B, com Icasa e América-RN.
Luverdense – O cerrado virou sertão
Velho conhecido de bicolores e aguianos, o Luverdense entra na Série C embalado pela conquista do título matogrossense.
Famoso por apostar em treinadores jovens, o Verdão manteve a tradição e trouxe Dado Cavalcante, de apenas 30 anos. O ex-treinador do Santa Cruz não veio sozinho e plantou uma pequena sucursal do Nordeste no meio da soja e do milho.
Trouxe o meia Carlos Alberto e o zagueiro Anderson do Treze-PB e o volante Junior, do Guarany de Juazeiro, do Ceará.
Para a lateral, ainda tem Raul Prata, um dos principais jogadores do Vila Aurora que eliminou o Remo da Série D de 2010. O experiente Valdir Papel (ex-Vasco) tem a missão de fazer gols e passar experiência a um atacante de sobrenome ilustre.
Edimar Damião, de 23 anos, tenta seguir os passos de Leandro, o irmão ídolo do Internacional.
Rio Branco - Ainda somos (quase) os mesmos
Comandado por Ico, ex-jogador do Estrelão, o Rio Branco vinha fazendo boa campanha no Acreano. Mas a diretoria queria um comandante com mais experiência para evitar que o time acreano morresse na praia mais uma vez na hora decisiva e foi buscar no Rio Grande do Sul o experiente Guilherme Macuglia, que já dirigiu Coritiba, Figueirense, Paraná, entre outros.
Macuglia encontrou a espinha dorsal que se mantém desde 2008, formada por nomes como os volantes Ismael e Zé Marco e o atacante Juliano César. O meia Testinha também permanece, mas lesionado, deve ficar de fora das primeiras rodadas.
Diego Silva, ex-Independente e Ananindeua, também está por lá, assim como o goleiro Alencar Baú, com passagens por Remo e Cametá e o volante Paulinho Pitbull, que já defendeu o Castanhal.
O Estrelão agora também tem a juventude do zagueiro Gabriel, de 23 anos, revelação do Gauchão pelo Lajeadense e a experiência de Pedro Ayub, volante rodado pelo interior paulista que aos 34 anos, chega pela primeira vez ao futebol acreano.
Salgueiro - O Carcará voltou
Tendo que jogar em Paulista, cidade da região metropolitana do Recife a 700 km de casa, o Salgueiro não se deu bem na Série B. A saudade levou o time ao rebaixamento.
Sendo assim, as perspectivas no Pernambucano 2012 eram sombrias. Mas o Carcará voltou a fazer jus ao nome. Venceu os três grandes do estado na primeira fase e chegou as semifinais. O problema é que o técnico Neco teve que lidar com os “efeitos colaterais” desse sucesso.
O meia Elvis, de passagem pouco produtiva pelo Paysandu e o atacante Fabrício Ceará, deixaram o clube. Joelson, artilheiro do Porto de Caruaru, no Pernambucano, seria o substituto de Fabrício. Mas uma proposta melhor o tirou do caminho do sertão.
Como já é costume, o time aposta em jogadores do interior pernambucano. O zagueiro Uílton (ex-Petrolina-PE), os meias Vassoura (ex-Araripina-PE) e Kássio (ex-Serra Talhada-PE) e o volante Rodolfo Potiguar (ex-Porto) são a prova da política do “bom e barato” pregada no Salgueiro.
O Carcará ainda tem Marcos Tamandaré, o lateral-direito que já passou por Sport e Corinthians e o meia Clebson, o cabeludo que estava na vitória sobre o Paysandu na Curuzu.
Cuiabá – Jovem esperança da capital
Fundado por Gaúcho, ex-atacante de Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras, o Cuiabá é o representante da capital matogrossense que mais faz frente aos clubes do interior, que agora dominam o estadual.
Com apenas 11 anos, chegou a Terceirona após bater o Independente no mata-mata da Série D de 2011. Assim como os adversários, buscou jogadores que entendem de acesso e trouxe o zagueiro Rodrigão, vindo do América-RN
No time do técnico Ary Marques, estão dois atacantes conhecidos no Pará. Leandro Cearense, com passagens por Abaeté, Vila Rica e Cametá e Wegno, talismã do Independente na campanha do título paraense de 2011.
Os dois tem um companheiro que impõe respeito pelo nome. Josiel, que estava no Macaé, passou por Flamengo, Paraná e quer provar que pode chamar a atenção pelos gols e não por polêmicas, como a da “paquita depois de um incêndio”, ocorrida na fraca passagem pelo Paysandu.
Santa Cruz – Cuidado com a cobra
Só pela torcida, o Santa Cruz já seria um adversário temido. Mas o título do Pernambucano de 2012 mostrou que o Santa vai preocupar não só pelo que tem fora de campo.
Entre os destaques da equipe campeã, Luciano Henrique, que pouco fez no Paysandu e o zagueiro Vágner. Se na Curuzu, Vágner foi sinônimo de polêmica e discórdia em virtude da sua participação na queda do técnico Edson Gaúcho, no Arruda, virou símbolo de raça, xodó da torcida e do técnico Zé Teodoro.
Mas em matéria de idolatria, ninguém superou Dênis Marques. Nem mesmo Carlinhos Bala. Por causa dos 15 gols que o tornaram artilheiro do Pernambucano, Dênis agora é assediado por Náutico e Sport.
A diretoria não quis esperar pela decisão do atacante e já foi atrás de um substituto caso o homem das trancinhas não fique. Fabrício Ceará, artilheiro do Salgueiro no Pernambucano e Paulista, goleador do estadual de 2010 pelo Porto, foram contratados. Um deles pode ser servido por Victor Hugo, meia revelado no Santa, vendido ao Santos e que voltou ao time onde tudo começou.
Fortaleza - Me tirem daqui!
Assim como a torcida bicolor, a galera do Tricolor do Pici começa a se desesperar com a permanência na Série C. É a terceira temporada do Fortaleza na competição.
O vice-campeonato cearense conquistado após a derrota para o rival Ceará não ajudou no moral do time. Oito jogadores acabaram dispensados e o técnico Nedo Xavier recebeu outros sete. Jogadores como lateral Marinho Donizete, que estava no Red Bull, da Série A-2 Paulista e o zagueiro Eliezio, vindo do Avenida, do interior gaúcho não ajudaram muito a melhor o moral da galera, azul,vermelha e branca.
O experiente meia Geraldo, de 39 anos, permanece, assim como o atacante paraense Cleo e o goleiro Lopes, causador de arrepios na torcida azulina até hoje.
Em 2011, o Fortaleza apostou em Marco Goiano, vindo do Bonsucesso e o meia ajudou a salvar o Leão do rebaixamento. Por isso, a diretoria foi procurar novamente um reforço nos pequenos cariocas e encontrou o Marcelo Regis, atacante destaque do Resende no Cariocão.
Icasa – Outro rebaixamento, não!
Lembrado por ter sido o carrasco do Paysandu em 2009, o Icasa caiu de volta para a Série C em 2011 e por muito pouco, não teve o mesmo destino no Cearense deste ano.
O Verdão do Cariri não quer ficar dependente do Padre Cícero para não cair e renovou geral.
Trouxe quem entende de acesso e assim vieram o lateral Thiaguinho, que subiu com o América-RN em 2011 e o zagueiro Vinicius Golas, um dos destaques da Penapolense na vitoriosa campanha na Série A-2 paulista deste ano.
O Verdão ainda tem o meia Rossini, eterna promessa santista que passou pelo Paysandu e o atacante paraense Paulo Rangel. O atacante Reginaldo Júnior, que não emplacou no Fortaleza é mais um reforço a disposição do técnico Tarcísio Pugliese, um velho adversário de Paysandu e Águia. O jovem treinador, de apenas 32 anos, já dirigiu Luverdense e Rio Branco e trouxe com ele o atacante Wellington Simião, que se destacou pelo time de Mato Grosso, chegando a ser cobiçado pelo Papão.
Guarany de Sobral – Busca no passado por futuro melhor
Orgulhoso de ser o único time do Ceará a ter um título nacional, o campeão brasileiro da Série D de 2010 penou para ficar na elite cearense deste ano. Só se salvou graças ao reforço do meia paraense André Mensalão.
O Cacique do Vale queria que André permanecesse, mas o ex-tunante tinha outros planos e deixou Sobral.
Sem muito dinheiro, o clube apostou em jogadores locais. O volante Rogério e o meia Bismarck, que conquistaram o título da Série D com o Guarany, estão de volta após passagens apagadas pelo Fortaleza.
Junior Cearense ex-Ceará, também chegou. Ele foi artilheiro do Cearense de 2010. Nada mal para um volante. Do Vitória da Conquista, veio o lateral-direito Átila, considerado o melhor da posição no Campeonato Baiano. E para fazer os gols, o veterano Rinaldo quer mostrar que aos 36 anos, ainda sabe o caminho do gol.
A difícil missão de dirigir o Cacique é de Júlio Araújo, o quarto técnico do time só em 2012. Por enquanto, Júlio é mais famoso por causa do irmão, Flávio, dono de dois acessos para a Série B, com Icasa e América-RN.
Luverdense – O cerrado virou sertão
Velho conhecido de bicolores e aguianos, o Luverdense entra na Série C embalado pela conquista do título matogrossense.
Famoso por apostar em treinadores jovens, o Verdão manteve a tradição e trouxe Dado Cavalcante, de apenas 30 anos. O ex-treinador do Santa Cruz não veio sozinho e plantou uma pequena sucursal do Nordeste no meio da soja e do milho.
Trouxe o meia Carlos Alberto e o zagueiro Anderson do Treze-PB e o volante Junior, do Guarany de Juazeiro, do Ceará.
Para a lateral, ainda tem Raul Prata, um dos principais jogadores do Vila Aurora que eliminou o Remo da Série D de 2010. O experiente Valdir Papel (ex-Vasco) tem a missão de fazer gols e passar experiência a um atacante de sobrenome ilustre.
Edimar Damião, de 23 anos, tenta seguir os passos de Leandro, o irmão ídolo do Internacional.
Rio Branco - Ainda somos (quase) os mesmos
Comandado por Ico, ex-jogador do Estrelão, o Rio Branco vinha fazendo boa campanha no Acreano. Mas a diretoria queria um comandante com mais experiência para evitar que o time acreano morresse na praia mais uma vez na hora decisiva e foi buscar no Rio Grande do Sul o experiente Guilherme Macuglia, que já dirigiu Coritiba, Figueirense, Paraná, entre outros.
Macuglia encontrou a espinha dorsal que se mantém desde 2008, formada por nomes como os volantes Ismael e Zé Marco e o atacante Juliano César. O meia Testinha também permanece, mas lesionado, deve ficar de fora das primeiras rodadas.
Diego Silva, ex-Independente e Ananindeua, também está por lá, assim como o goleiro Alencar Baú, com passagens por Remo e Cametá e o volante Paulinho Pitbull, que já defendeu o Castanhal.
O Estrelão agora também tem a juventude do zagueiro Gabriel, de 23 anos, revelação do Gauchão pelo Lajeadense e a experiência de Pedro Ayub, volante rodado pelo interior paulista que aos 34 anos, chega pela primeira vez ao futebol acreano.
Salgueiro - O Carcará voltou
Tendo que jogar em Paulista, cidade da região metropolitana do Recife a 700 km de casa, o Salgueiro não se deu bem na Série B. A saudade levou o time ao rebaixamento.
Sendo assim, as perspectivas no Pernambucano 2012 eram sombrias. Mas o Carcará voltou a fazer jus ao nome. Venceu os três grandes do estado na primeira fase e chegou as semifinais. O problema é que o técnico Neco teve que lidar com os “efeitos colaterais” desse sucesso.
O meia Elvis, de passagem pouco produtiva pelo Paysandu e o atacante Fabrício Ceará, deixaram o clube. Joelson, artilheiro do Porto de Caruaru, no Pernambucano, seria o substituto de Fabrício. Mas uma proposta melhor o tirou do caminho do sertão.
Como já é costume, o time aposta em jogadores do interior pernambucano. O zagueiro Uílton (ex-Petrolina-PE), os meias Vassoura (ex-Araripina-PE) e Kássio (ex-Serra Talhada-PE) e o volante Rodolfo Potiguar (ex-Porto) são a prova da política do “bom e barato” pregada no Salgueiro.
O Carcará ainda tem Marcos Tamandaré, o lateral-direito que já passou por Sport e Corinthians e o meia Clebson, o cabeludo que estava na vitória sobre o Paysandu na Curuzu.
Cuiabá – Jovem esperança da capital
Fundado por Gaúcho, ex-atacante de Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras, o Cuiabá é o representante da capital matogrossense que mais faz frente aos clubes do interior, que agora dominam o estadual.
Com apenas 11 anos, chegou a Terceirona após bater o Independente no mata-mata da Série D de 2011. Assim como os adversários, buscou jogadores que entendem de acesso e trouxe o zagueiro Rodrigão, vindo do América-RN
No time do técnico Ary Marques, estão dois atacantes conhecidos no Pará. Leandro Cearense, com passagens por Abaeté, Vila Rica e Cametá e Wegno, talismã do Independente na campanha do título paraense de 2011.
Os dois tem um companheiro que impõe respeito pelo nome. Josiel, que estava no Macaé, passou por Flamengo, Paraná e quer provar que pode chamar a atenção pelos gols e não por polêmicas, como a da “paquita depois de um incêndio”, ocorrida na fraca passagem pelo Paysandu.
Santa Cruz – Cuidado com a cobra
Só pela torcida, o Santa Cruz já seria um adversário temido. Mas o título do Pernambucano de 2012 mostrou que o Santa vai preocupar não só pelo que tem fora de campo.
Entre os destaques da equipe campeã, Luciano Henrique, que pouco fez no Paysandu e o zagueiro Vágner. Se na Curuzu, Vágner foi sinônimo de polêmica e discórdia em virtude da sua participação na queda do técnico Edson Gaúcho, no Arruda, virou símbolo de raça, xodó da torcida e do técnico Zé Teodoro.
Mas em matéria de idolatria, ninguém superou Dênis Marques. Nem mesmo Carlinhos Bala. Por causa dos 15 gols que o tornaram artilheiro do Pernambucano, Dênis agora é assediado por Náutico e Sport.
A diretoria não quis esperar pela decisão do atacante e já foi atrás de um substituto caso o homem das trancinhas não fique. Fabrício Ceará, artilheiro do Salgueiro no Pernambucano e Paulista, goleador do estadual de 2010 pelo Porto, foram contratados. Um deles pode ser servido por Victor Hugo, meia revelado no Santa, vendido ao Santos e que voltou ao time onde tudo começou.
sábado, 19 de maio de 2012
Papão caipira
E neste sábado pela manhã, mais dois reforços treinam no Paysandu. O atacante Kiros, centroavante de 1,95 que vem do Porto, de Caruaru e foi um dos destaques do Pernambucano e o meio-campo Alex William.
Alex William é mais um jogador vindo do Grêmio Catanduvense, do interior paulista, por indicação de Roberval Davino. Além dele, o volante Fabinho também estava no time de Catanduva, rebaixado no Campeonato Paulista, assim como XV de Piracicaba, do zagueiro Vinícius. E pelo menos outros três jogadores da terra da pamonha estão na mira do clube.
Para mim pelo menos, pode ser bom. Com certeza algum deles curte um truco, porque aqui em Belém ninguém joga. Mas brincadeiras a parte, será que é bom juntar num mesmo time tantos jogadores rebaixados?
São apenas dois jogadores vindos de Catanduva por enquanto, mas é bom dar o alerta desde já.
Porque todos se lembram do "Cabofriense B" que Ademir Fonseca montou em 2006. E da sucursal do Rio Claro armada por Paulo Roberto em 2007.
O resultado foi um desastre.
Alex William é mais um jogador vindo do Grêmio Catanduvense, do interior paulista, por indicação de Roberval Davino. Além dele, o volante Fabinho também estava no time de Catanduva, rebaixado no Campeonato Paulista, assim como XV de Piracicaba, do zagueiro Vinícius. E pelo menos outros três jogadores da terra da pamonha estão na mira do clube.
Para mim pelo menos, pode ser bom. Com certeza algum deles curte um truco, porque aqui em Belém ninguém joga. Mas brincadeiras a parte, será que é bom juntar num mesmo time tantos jogadores rebaixados?
São apenas dois jogadores vindos de Catanduva por enquanto, mas é bom dar o alerta desde já.
Porque todos se lembram do "Cabofriense B" que Ademir Fonseca montou em 2006. E da sucursal do Rio Claro armada por Paulo Roberto em 2007.
O resultado foi um desastre.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Pega na mentira
"Desde que eu saí de lá (Paysandu) isso já passou. Foi um grande mal-entendido. Quis falar de uma maneira mais como se fosse uma brincadeira. Nada de depreciar o povo de lá", explicou.
Estas são as palavras de Josiel, ex-atacante do Paysandu, entrevista ao Globoesporte.com matogrossense, sobre o episódio da "paquita queimada".
Na época, o "Tche Loko", seu nome de Facebook, jurou que não tinha conta na rede social.
O tempo é o senhor da razão.
E da verdade também.
Estas são as palavras de Josiel, ex-atacante do Paysandu, entrevista ao Globoesporte.com matogrossense, sobre o episódio da "paquita queimada".
Na época, o "Tche Loko", seu nome de Facebook, jurou que não tinha conta na rede social.
O tempo é o senhor da razão.
E da verdade também.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Os reforços e as dúvidas
O Paysandu hoje apresentou Fabinho, volante de 34 anos que jogou com Roberval Davino no Grêmio Catanduvense. Pelo que mostrou no primeiro treino, é o típico "volante-volante", como é Vanderson. Não seria melhor um reserva mais novo então?
Já no Remo, Marcelo Maciel está de volta. Revelado no Paysandu, foi para o Remo logo depois. É um fiel aluno da "Faculdade Paraense de Atacantes". Velocidade, velocidade e em alguns casos, uma certa habilidade. É o caso de Maciel.
Mas com Joãozinho e Cassiano já no elenco, era necessário mais um velocista?
Já no Remo, Marcelo Maciel está de volta. Revelado no Paysandu, foi para o Remo logo depois. É um fiel aluno da "Faculdade Paraense de Atacantes". Velocidade, velocidade e em alguns casos, uma certa habilidade. É o caso de Maciel.
Mas com Joãozinho e Cassiano já no elenco, era necessário mais um velocista?
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Vaga do Leão
A tabela da Série D divulgada pela CBF veio com a informação que os remistas tanto queriam ver. Quem não viu, é só clicar aqui.
O Remo está mesmo na Série D do Brasileiro e estreia no dia 27, contra o Vilhena-RO, em Vilhena, interior rondoniense, a 700 km de Porto Velho, perto da divisa com o Mato Grosso.
Os próprios dirigentes e políticos de Cametá sabiam que era improvável uma reversão. Queriam apenas salvarem a si mesmos da ira da população de Cametá. E jogaram Orlando Peixoto aos leões.
Bradavam aos quatro ventos que lutariam pelo Cametá. Mas qual deles se ofereceu para ajudar a pagar os salários atrasados?
Os cametaenses merecem um clube que não seja sustentado pelo poder público. Além de inviável economicamente, o Cametá SC é alvo de politicagem. No calor da fúria pela saída da Série D, teve até vereador pedindo CPI para o Peixoto.
Como se futebol fosse o problema mais grave da cidade.
Quanto ao Remo, que seja grande na Série D, como sua torcida.
Porque de pequeno, basta os mandatários.
O Remo está mesmo na Série D do Brasileiro e estreia no dia 27, contra o Vilhena-RO, em Vilhena, interior rondoniense, a 700 km de Porto Velho, perto da divisa com o Mato Grosso.
Os próprios dirigentes e políticos de Cametá sabiam que era improvável uma reversão. Queriam apenas salvarem a si mesmos da ira da população de Cametá. E jogaram Orlando Peixoto aos leões.
Bradavam aos quatro ventos que lutariam pelo Cametá. Mas qual deles se ofereceu para ajudar a pagar os salários atrasados?
Os cametaenses merecem um clube que não seja sustentado pelo poder público. Além de inviável economicamente, o Cametá SC é alvo de politicagem. No calor da fúria pela saída da Série D, teve até vereador pedindo CPI para o Peixoto.
Como se futebol fosse o problema mais grave da cidade.
Quanto ao Remo, que seja grande na Série D, como sua torcida.
Porque de pequeno, basta os mandatários.
terça-feira, 15 de maio de 2012
O 16 da discórdia
O Remo acordou sem divisão na segunda-feira.
Foi dormir com divisão na terça.
E pode acordar novamente sem na quarta.
Tudo por causa da data do cabeçalho deste documento
Jogadores e comissão técnica do Cametá voltaram para casa e encontraram uma cidade entre tapas e beijos.
Uma parte, comemorava o título do Parazão. A outra, queria protestar pela desistência do mapará da Série D.
Quase sobrou para o presidente Orlando Peixoto, que por pouco não foi agredido.
Aliás, ex-presidente, porque em meio a confusão, renunciou ao cargo.
O vice-presidente Paulo Amorim assumiu o comando e garantiu o Cametá na Quarta Divisão.
Mas de acordo com o documento acima, o Cametá não desistia da Série D?
Pois é.
Só que o documento está datado do dia 16, sendo válido juridicamente apenas no dia 16.
Data em que os atos de Orlando Peixoto já não são válidos.
E agora?
Quem fica com a vaga?
Os dirigentes mais uma vez conseguiram roubar a atenção.
E o futebol paraense segue rumo ao fundo do poço.
Foi dormir com divisão na terça.
E pode acordar novamente sem na quarta.
Tudo por causa da data do cabeçalho deste documento
Jogadores e comissão técnica do Cametá voltaram para casa e encontraram uma cidade entre tapas e beijos.
Uma parte, comemorava o título do Parazão. A outra, queria protestar pela desistência do mapará da Série D.
Quase sobrou para o presidente Orlando Peixoto, que por pouco não foi agredido.
Aliás, ex-presidente, porque em meio a confusão, renunciou ao cargo.
O vice-presidente Paulo Amorim assumiu o comando e garantiu o Cametá na Quarta Divisão.
Mas de acordo com o documento acima, o Cametá não desistia da Série D?
Pois é.
Só que o documento está datado do dia 16, sendo válido juridicamente apenas no dia 16.
Data em que os atos de Orlando Peixoto já não são válidos.
E agora?
Quem fica com a vaga?
Os dirigentes mais uma vez conseguiram roubar a atenção.
E o futebol paraense segue rumo ao fundo do poço.
Remo com divisão
Valeram as rezas da torcida do Remo.
O Leão estará na Série D do Brasileiro de 2012.
Graças a desistência do Cametá.
Vendo o ano eleitoral, a Prefeitura da terra do mapará fechou a torneira do dinheiro.
O que mostra que a interiorização, da qual a FPF enche a boca para falar, é balela.
No futebol paraense, somente o Águia voa com as próprias asas.
O restante não vive sem o poder público.
Alegria para a torcida azulina.
Mas tristes os acontecimentos que antecederam esta alegria.
Após a decisão do Parazão, o presidente do Remo falou de um acordo que teria feito com o presidente do Cametá.
Aceitava repartir a renda das duas partidas finais e em troca, ficava com a vaga na D.
O presidente do Cametá negou.
Pelo acordo, os dirigentes azulinos conheciam bem o time que haviam montado.
O que faltava de competência, sobrava de arrogância.
E vendo que o Cametá não cedia, o Remo apelou para a chantagem.
Sem vaga, não liberava o dinheiro do Cametá.
Colocou o dedo na ferida cametaense.
Ainda restavam dois meses de salário para o Cametá pagar.
O dinheiro foi liberado na manhã desta terça-feira.
E o Remo vai para a Quarta Divisão.
Que contrate melhor e monte um time de acordo com suas tradições.
Um time maior que a sua diretoria.
Que não acredite que "os fins justificam os meios".
A torcida merece.
O Leão estará na Série D do Brasileiro de 2012.
Graças a desistência do Cametá.
Vendo o ano eleitoral, a Prefeitura da terra do mapará fechou a torneira do dinheiro.
O que mostra que a interiorização, da qual a FPF enche a boca para falar, é balela.
No futebol paraense, somente o Águia voa com as próprias asas.
O restante não vive sem o poder público.
Alegria para a torcida azulina.
Mas tristes os acontecimentos que antecederam esta alegria.
Após a decisão do Parazão, o presidente do Remo falou de um acordo que teria feito com o presidente do Cametá.
Aceitava repartir a renda das duas partidas finais e em troca, ficava com a vaga na D.
O presidente do Cametá negou.
Pelo acordo, os dirigentes azulinos conheciam bem o time que haviam montado.
O que faltava de competência, sobrava de arrogância.
E vendo que o Cametá não cedia, o Remo apelou para a chantagem.
Sem vaga, não liberava o dinheiro do Cametá.
Colocou o dedo na ferida cametaense.
Ainda restavam dois meses de salário para o Cametá pagar.
O dinheiro foi liberado na manhã desta terça-feira.
E o Remo vai para a Quarta Divisão.
Que contrate melhor e monte um time de acordo com suas tradições.
Um time maior que a sua diretoria.
Que não acredite que "os fins justificam os meios".
A torcida merece.
Nem lá, nem cá
Na manhã desta terça-feira, encontrei o presidente do Cametá, Orlando Peixoto, que durante a entrevista, não confirmou a entrada do Cametá na Série D, mas também não anunciou a desistência.
"Deixem a gente comemorar primeiro", disse o presidente, irritado com as especulações que surgiram desde segunda-feira. O dinheiro da renda da decisão pelo menos foi liberado pela diretoria do Remo.
Peixoto adota a mesma tática utilizada por Deley Santos, em 2011. No calor da festa do título paraense, o presidente do Independente tentou sensibilizar poder público e empresários de Tucuruí para garantir o dinheiro para a Série D. Conseguiu, e o Galo quase subiu para a Série C.
O presidente do Cametá tem missão mais difícil. A Prefeitura fechou as torneiras e a terra do mapará não é tão favorecida financeiramente quanto Tucuruí
Os remistas alegam que o Cametá não tem estrutura para disputar a Quarta Divisão.
O Remo também não.
Mas se disputar o Brasileiro, o mapará fará em paz.
Conquistou a vaga na bola e não na chantagem.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Ah, os bastidores...
Passada a final, e o presidente do Remo, Sérgio Cabeça, diz que a vaga na Série D é do Leão.
Segundo ele, haveria um acordo com a diretoria do Cametá, que já teria cedido o lugar na Quarta Divisão para os azulinos.
Em troca, os dois clubes teriam feito o acordo quanto a renda das duas partidas.
Se havia esse acordo, por que os jogadores do Remo não foram avisados?
Acordo que segundo o presidente, era VERBAL.
O futebol é de raposas e não de carneirinhos.
Comovente ingenuidade de se apegar a um acordo VERBAL.
Mas venhamos e convenhamos.
O Cametá é um clube da Prefeitura.
O Mapará desistiria da Série D em um ano eleitoral?
Pior do que o futebol azulino dentro de campo, só o praticado fora dele.
Segundo ele, haveria um acordo com a diretoria do Cametá, que já teria cedido o lugar na Quarta Divisão para os azulinos.
Em troca, os dois clubes teriam feito o acordo quanto a renda das duas partidas.
Se havia esse acordo, por que os jogadores do Remo não foram avisados?
Acordo que segundo o presidente, era VERBAL.
O futebol é de raposas e não de carneirinhos.
Comovente ingenuidade de se apegar a um acordo VERBAL.
Mas venhamos e convenhamos.
O Cametá é um clube da Prefeitura.
O Mapará desistiria da Série D em um ano eleitoral?
Pior do que o futebol azulino dentro de campo, só o praticado fora dele.
domingo, 13 de maio de 2012
Remo sem divisão
O futebol do Pará ficou mais de 100 anos sem saber o que é ter um campeão do interior.
Descobriu ano passado com o Independente.
E tomou gosto pela coisa.
Em 2012, foi a vez do Cametá, que será o representante do Pará na Série D.
Sorte dos adversários, que terão o prazer de conhecer a simpática terra de Dom Romualdo de Seixas, arcebispo primaz do Brasil nos tempos de Dom Pedro I
Terra de Kim Marques, o compositor que criou parte dos sucessos da Banda Calypso.
E terra do delicioso mapará, o peixe do rio Tocantins que generosamente banha Cametá.
O lado ruim desta história é o Clube do Remo.
Uma das mais fanáticas torcidas do Brasil verá seu time sem divisão.
Pelo segundo ano consecutivo.
Uma vitória por dois gols de diferença daria o título a vaga na Quarta Divisão Nacional.
Aos 26 do segundo tempo, Fábio Oliveira fez 2 a 0.
Mas aos 40, Garrinchinha diminuiu.
O jogo iria para os pênaltis.
“A bola pune”, disse Muricy.
Mas nem o técnico do Santos devia imaginar que ela fosse capaz de tamanho sadismo.
No último minuto, Soares empatou.
Os mais de 32 mil remistas não mereciam tamanho castigo.
Mas os dirigentes, sim.
Por mais um ano sem planejamento.
Mais um ano de atraso de salários.
Mais um ano de fogueira das vaidades acesa entre a cartolagem.
Enquanto os dirigentes se preocupavam em alimentar o ego nos microfones da imprensa local, o clube ficava mais um ano sem novas receitas.
Dependia exclusivamente da renda dos jogos.
Disso, os cartolas azulinos não podem reclamar.
Foi do Remo o maior público do Parazão e o segundo da Copa do Brasil.
Torcida fanática e que conhece bem o time que os cartolas montaram.
A ponto de implorarem para que Águia e Remo jogassem no Baenão e não no Mangueirão
O estádio Olímpico era muito mais adequado para a decisão do Segundo Turno.
Mas a torcida, sabedora da inferioridade técnica de seu time, preferia passar calor e se apertar no estádio remista, confiando no seu poder de fazer o Leão superar suas enormes limitações.
Que clube tem uma torcida que ama mais o clube do que a si própria?
Só amor não constrói.
A incompetência destrói.
O Remo vira as costas para a modernidade, para a gestão consciente, insiste em ser medieval.
O que fazer agora?
Esperar por uma desistência.
Porque o estado dono de seis títulos nacionais só tem uma única vaga na Série D.
Igual Roraima.
Igual Roraima.
O presidente da federação local não lutou para corrigir esta injustiça.
Sempre foi dócil ao ex-presidente da CBF, que em troca, o premiou com a chefia da delegação da
Copa das Confederações.
E se a ninguém desistir?
O jeito será mais uma vez rodar pelo interior do Pará, jogando em campos de várzea contra equipes amadoras.
E a torcida vai junto, esperando por dias melhores.
Até quando?
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Bruxa solta
Ás vésperas da decisão do Parazão, o Remo ganhou mais dois desfalques para o jogo de domingo, contra o Cametá. Depois de perder Jhonattan, machucado, e Reis, suspenso, agora o Leão não terá Cassiano e Magnum.
O primeiro se machucou no treino da manhã desta quinta-feira. Uma luxação no ombro o tirou de combate. Já o segundo foi julgado hoje pelo STJD e viu a suspensão de 6 jogos aumentar para oito, em virtude do soco dado no rosto do atacante Branco, do Águia, no jogo de volta das semifinais do primeiro turno.
Sem Jhonattan, Flávio Lopes deve apelar para Adenísio, que não tem o mesmo passe, mas aumenta o poder de marcação. Reis e Magnum devem dar lugar para Marciano e Betinho, respectivamente. Betinho perdeu a vaga no time titular depois que Flávio Lopes viu o abalo que as vaias lhe causaram no jogo contra a Tuna.
Vai ter que amadurecer na marra no domingo.
Ou então, o Remo vai conhecer novas cidades do interior do Pará no segundo semestre.
No Cametá, o único problema é Américo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Paulo de Tárcio reluta em ser improvisado como lateral-direito. Mas pelo desempenho nos treinos de Pedro Henrique, o único lateral disponível, Sinomar Naves deve colocar o volante com a camisa 2.
O primeiro se machucou no treino da manhã desta quinta-feira. Uma luxação no ombro o tirou de combate. Já o segundo foi julgado hoje pelo STJD e viu a suspensão de 6 jogos aumentar para oito, em virtude do soco dado no rosto do atacante Branco, do Águia, no jogo de volta das semifinais do primeiro turno.
Sem Jhonattan, Flávio Lopes deve apelar para Adenísio, que não tem o mesmo passe, mas aumenta o poder de marcação. Reis e Magnum devem dar lugar para Marciano e Betinho, respectivamente. Betinho perdeu a vaga no time titular depois que Flávio Lopes viu o abalo que as vaias lhe causaram no jogo contra a Tuna.
Vai ter que amadurecer na marra no domingo.
Ou então, o Remo vai conhecer novas cidades do interior do Pará no segundo semestre.
No Cametá, o único problema é Américo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Paulo de Tárcio reluta em ser improvisado como lateral-direito. Mas pelo desempenho nos treinos de Pedro Henrique, o único lateral disponível, Sinomar Naves deve colocar o volante com a camisa 2.
A paquita do cerrado
Já faz um tempo que fiz uma lista dos jogadores paraenses ou que já passaram pelo futebol paraense e que estarão no caminho de Águia e Paysandu na Série C. Se você não viu, clique aqui. A lista deve perder André Mensalão, que suplica pela alforria do Guarany de Sobral, mas ganhou um personagem tão controverso quanto o escândalo que batiza o ex-jogador da Tuna: o atacante Josiel acertou com o Cuiabá.
Josiel estava no Macaé, para onde foi depois da fracassada passagem pelo Paysandu. Foi mais lembrado pela polêmica no Facebook do que pelo futebol.
O atacante já não é mais nenhum garoto e teve o privilégio de morar em todas as regiões do Brasil ao longo da carreira.
Deveria aproveitar a experiência para fazer mais gols e conhecer melhor os lugares por onde passa ao invés de limita-los a "terras de paquitas queimadas ou não-queimadas" e onde não tenha "bailão de chope".
O recado vale para os forasteiros que se aventuram em Remo e Paysandu. Jogador que conhece a "escalação" de todas as boates da cidade mas não sabe nem o que é o Ver-O-Peso é deprimente.
Josiel estava no Macaé, para onde foi depois da fracassada passagem pelo Paysandu. Foi mais lembrado pela polêmica no Facebook do que pelo futebol.
O atacante já não é mais nenhum garoto e teve o privilégio de morar em todas as regiões do Brasil ao longo da carreira.
Deveria aproveitar a experiência para fazer mais gols e conhecer melhor os lugares por onde passa ao invés de limita-los a "terras de paquitas queimadas ou não-queimadas" e onde não tenha "bailão de chope".
O recado vale para os forasteiros que se aventuram em Remo e Paysandu. Jogador que conhece a "escalação" de todas as boates da cidade mas não sabe nem o que é o Ver-O-Peso é deprimente.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Afinal, é o Roberval
Se era para o Paysandu abrir mão do bom relacionamento de Lecheva com o elenco bicolor, que fosse em prol da experiência. Nisso, a diretoria bicolor acertou na contratação de Roberval Davino.
Ao contrário de Roberto Fernandes, Sérgio Cosme ou Edson Gaúcho, Davino é pouco afeito a declarações bombásticas. Mas conhece como poucos como tirar muito de pouco. Dirigindo clubes de grande torcida, mas de pouca estrutura, conquistou dois títulos brasileiros de Série C. Em 2005, foi com o Remo, superando clubes como América-RN e Ipatinga.
Mas o alagoano fez grande parte da carreira no interior paulista, celeiro de jogadores de grande qualidade e baratos, exatamente o que o Paysandu precisa neste momento. Provavelmente este seja a grande vantagem na contratação.
Porém, de nada vai adiantar a experiência de Davino em divisões inferiores e o talento para extrair pedras preciosas em lugares menos badalados se dirigentes do Papão não controlarem seus egos. Basta de diretor dando palpite em escalação. Chega de criação de factóides para auto-promoção de "aspones" na mídia radiofônica e que só servem para desestabilizar o elenco na hora em que a estabilidade é mais urgente.
O Paysandu não precisa de mais um "Caso Sandro" ou "Caso Edson Gaúcho".
Precisa de paz.
Ao contrário de Roberto Fernandes, Sérgio Cosme ou Edson Gaúcho, Davino é pouco afeito a declarações bombásticas. Mas conhece como poucos como tirar muito de pouco. Dirigindo clubes de grande torcida, mas de pouca estrutura, conquistou dois títulos brasileiros de Série C. Em 2005, foi com o Remo, superando clubes como América-RN e Ipatinga.
Mas o alagoano fez grande parte da carreira no interior paulista, celeiro de jogadores de grande qualidade e baratos, exatamente o que o Paysandu precisa neste momento. Provavelmente este seja a grande vantagem na contratação.
Porém, de nada vai adiantar a experiência de Davino em divisões inferiores e o talento para extrair pedras preciosas em lugares menos badalados se dirigentes do Papão não controlarem seus egos. Basta de diretor dando palpite em escalação. Chega de criação de factóides para auto-promoção de "aspones" na mídia radiofônica e que só servem para desestabilizar o elenco na hora em que a estabilidade é mais urgente.
O Paysandu não precisa de mais um "Caso Sandro" ou "Caso Edson Gaúcho".
Precisa de paz.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Mapará parou o Leão
Na pior hora possível, o Remo perdeu a invencibilidade na era Flávio Lopes.
Para ir a Série D, terá que vencer por dois gols de diferença no domingo.
Mérito do Cametá, que soube se fechar no primeiro tempo.
Ricardo Capanema marcou Reis de uma tal forma, que somente com o sexo oposto, talvez tenha visto algo parecido.
O Leão perdeu Johnattan, vítima de uma inesperada lesão (lesão?) na tarde desta segunda-feira. Com Allan Peterson, perdeu em toque de bola, mas ganhou em marcação.
Meio-campo congestionado, mas o Cametá conhecia uma rota alternativa.
A "Avenida Aldivan", aberta quando o lateral falhou e originou a falta que Soares cobrou e colocou na cabeça de Gil Cametá, o zagueiro substituto de Tonhão, que fraturou a perna no jogo contra o próprio Leão.
O Remo tinha mais posse de bola.
O Cametá, eficiência.
Américo aproveitou o espaço no lado esquerdo da defesa azul, passou por Aldivan e Juan Sosa e cruzou de qualquer jeito. Adriano amorteceu a bola nos pés de Rafael Paty, novo artilheiro do Parazão ao lado de Branco, do Águia.
De algum jeito, Flávio Lopes sumiu com aqueles jogadores do primeiro tempo e colocou outros, iguaizinhos.
Só assim para explicar tamanha mudança.
Reis conseguiu se livrar do assédio de Capanema e da entrada da área, bateu colocado no canto de Evandro.
Antes disso, Rafael Paty teve a oportunidade de praticamente colocar o Cametá na Série D.
Ficou de frente com Adriano e perdeu.
Se for lamentar, não estará sozinho.
Marciano vai junto.
Cassiano sofreu pênalti e o atacante interplanetário carimbou o travessão.
A chance do Remo empatar, acabou.
O Leão vai ter que ser como sua torcida no domingo
Um Fenômeno Azul.
Senão, mais um ano sem Brasileiro.
Para ir a Série D, terá que vencer por dois gols de diferença no domingo.
Mérito do Cametá, que soube se fechar no primeiro tempo.
Ricardo Capanema marcou Reis de uma tal forma, que somente com o sexo oposto, talvez tenha visto algo parecido.
O Leão perdeu Johnattan, vítima de uma inesperada lesão (lesão?) na tarde desta segunda-feira. Com Allan Peterson, perdeu em toque de bola, mas ganhou em marcação.
Meio-campo congestionado, mas o Cametá conhecia uma rota alternativa.
A "Avenida Aldivan", aberta quando o lateral falhou e originou a falta que Soares cobrou e colocou na cabeça de Gil Cametá, o zagueiro substituto de Tonhão, que fraturou a perna no jogo contra o próprio Leão.
O Remo tinha mais posse de bola.
O Cametá, eficiência.
Américo aproveitou o espaço no lado esquerdo da defesa azul, passou por Aldivan e Juan Sosa e cruzou de qualquer jeito. Adriano amorteceu a bola nos pés de Rafael Paty, novo artilheiro do Parazão ao lado de Branco, do Águia.
De algum jeito, Flávio Lopes sumiu com aqueles jogadores do primeiro tempo e colocou outros, iguaizinhos.
Só assim para explicar tamanha mudança.
Reis conseguiu se livrar do assédio de Capanema e da entrada da área, bateu colocado no canto de Evandro.
Antes disso, Rafael Paty teve a oportunidade de praticamente colocar o Cametá na Série D.
Ficou de frente com Adriano e perdeu.
Se for lamentar, não estará sozinho.
Marciano vai junto.
Cassiano sofreu pênalti e o atacante interplanetário carimbou o travessão.
A chance do Remo empatar, acabou.
O Leão vai ter que ser como sua torcida no domingo
Um Fenômeno Azul.
Senão, mais um ano sem Brasileiro.
Faxina bicolor
Um time e mais um. Foi a dispensa do Paysandu na tarde desta segunda-feira. Doze jogadores não farão parte do elenco que vai disputar a Série C do Brasileiro.
Os laterais Kléber e Brayan e os volantes Pitbull, Danilo e Netinho voltaram para a base. Se o Paysandu espera que um dia eles possam melhorar a ponto de integrarem o time principal, precisa de mais competições de nível nacional e não apenas a Copa São Paulo. Emprestá-los para clubes que vão disputar a Segundinha seria uma boa alternativa. No caso de Brayan, é o segundo "rebaixamento". Se continua não sendo necessário, seria melhor dispensar.
Mais oito jogadores foram dispensados. O atacante Luan e o zagueiro Tobias, crias da base, tiveram chances apenas no início do Parazão. Saíram para nunca mais voltarem. Darlan também foi aproveitado no início. O zagueiro poderia ter conquistado a torcida na raça. O estilo estabanado complicou tudo.
Já Da Silva, Leleu, Joaelton e Almir Junior engordam a lista bicolor de jogadores que ninguém sabe por que vieram. Aliás, sabemos. São os empresários que continuam agindo nos bastidores da Curuzu. Aproveitam do acesso livre e levam os principais valores do clube e em troca, fornecem pernas-de-pau.
Levam o ouro e ficamos com as bijuterias.
Da época do Descobrimento até aqui, nem tudo mudou.
Os laterais Kléber e Brayan e os volantes Pitbull, Danilo e Netinho voltaram para a base. Se o Paysandu espera que um dia eles possam melhorar a ponto de integrarem o time principal, precisa de mais competições de nível nacional e não apenas a Copa São Paulo. Emprestá-los para clubes que vão disputar a Segundinha seria uma boa alternativa. No caso de Brayan, é o segundo "rebaixamento". Se continua não sendo necessário, seria melhor dispensar.
Mais oito jogadores foram dispensados. O atacante Luan e o zagueiro Tobias, crias da base, tiveram chances apenas no início do Parazão. Saíram para nunca mais voltarem. Darlan também foi aproveitado no início. O zagueiro poderia ter conquistado a torcida na raça. O estilo estabanado complicou tudo.
Já Da Silva, Leleu, Joaelton e Almir Junior engordam a lista bicolor de jogadores que ninguém sabe por que vieram. Aliás, sabemos. São os empresários que continuam agindo nos bastidores da Curuzu. Aproveitam do acesso livre e levam os principais valores do clube e em troca, fornecem pernas-de-pau.
Levam o ouro e ficamos com as bijuterias.
Da época do Descobrimento até aqui, nem tudo mudou.
domingo, 6 de maio de 2012
Valeu, Mandi!
Chego do GP de Atletismo e vejo que não deu para o Guaçuano.
Como nos últimos dois jogos, o Mandi marcou no último minuto.
O empate de 2 a 2 até daria o acesso para a Série A-2 se o Juventus tivesse vencido o Grêmio Osasco.
Moleque Travesso que se preza, apronta das suas até perdendo.
A vitória do Grêmio por 3 a 1 deu o acesso aos osasquenses e aos próprios juventinos.
Mas é bom ver o Mandi forte como nunca foi antes.
O Guaçuano que vi era um time sempre entre os últimos colocados na última divisão paulista.
A incompetência e a politicagem impediam vôos mais altos, enquanto a vizinha Mogi Mirim, muito menor, chegava a elite do Paulista e a Série B do Brasileiro.
Ainda há muito para fazer.
Mas hoje, Mogi Guaçu já pode sonhar.
Vamos subir, Mandi!
Que saudade sua.
Um dia nos reencontraremos.
Como nos últimos dois jogos, o Mandi marcou no último minuto.
O empate de 2 a 2 até daria o acesso para a Série A-2 se o Juventus tivesse vencido o Grêmio Osasco.
Moleque Travesso que se preza, apronta das suas até perdendo.
A vitória do Grêmio por 3 a 1 deu o acesso aos osasquenses e aos próprios juventinos.
Mas é bom ver o Mandi forte como nunca foi antes.
O Guaçuano que vi era um time sempre entre os últimos colocados na última divisão paulista.
A incompetência e a politicagem impediam vôos mais altos, enquanto a vizinha Mogi Mirim, muito menor, chegava a elite do Paulista e a Série B do Brasileiro.
Ainda há muito para fazer.
Mas hoje, Mogi Guaçu já pode sonhar.
Vamos subir, Mandi!
Que saudade sua.
Um dia nos reencontraremos.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
A "mamãe" CBF
A CBF anunciou nesta sexta-feira que vai bancar transporte e hospedagem dos times que disputarão a Série D do Brasileiro.
Parece um ato de bondade.
É apenas o básico.
A obrigação mínima da CBF é fomentar o futebol. Em todo o Brasil.
O que a entidade máxima do futebol tupiniquim cumpre apenas seu dever, no qual estava em falta há anos.
Um absurso, considerando uma entidade que conta com patrocínios de gigantes da telefonia celular, indústria alimentícia, setor bancários e outros ramos.
Com isso, a Série D deve ter todos os estados do Brasil representados.
E não teremos desistências nem de Roraima e Rondônia, tradicionais desistentes.
Um ingrediente a mais para a decisão do Parazão.
Vale título, calendário e empregos.
Parece um ato de bondade.
É apenas o básico.
A obrigação mínima da CBF é fomentar o futebol. Em todo o Brasil.
O que a entidade máxima do futebol tupiniquim cumpre apenas seu dever, no qual estava em falta há anos.
Um absurso, considerando uma entidade que conta com patrocínios de gigantes da telefonia celular, indústria alimentícia, setor bancários e outros ramos.
Com isso, a Série D deve ter todos os estados do Brasil representados.
E não teremos desistências nem de Roraima e Rondônia, tradicionais desistentes.
Um ingrediente a mais para a decisão do Parazão.
Vale título, calendário e empregos.
Paty e Ratinho no Remo
Segundo o colega Sandro Galtran, a diretoria do Remo deve fazer uma proposta para o meia Ratinho e o atacante Rafael Paty, para que os dois defendam o Leão na Série D do Brasileiro, caso os azulinos se classifiquem.
O paranaense Ratinho tem 32 anos e já passou pelo Baenão duas vezes. Foi um dos destaques na campanha do título paraense de 2008. Em 2011, voltou ao Remo, mas sem o mesmo sucesso.
Já Rafael Paty, de 31 anos, é atualmente o vice-artilheiro do Parazão, ao lado de Fábio Oliveira. Ambos tem 10 gols e perseguem Branco, do Águia.
Francamente, não traria nenhum deles.
O paranaense Ratinho tem 32 anos e já passou pelo Baenão duas vezes. Foi um dos destaques na campanha do título paraense de 2008. Em 2011, voltou ao Remo, mas sem o mesmo sucesso.
Já Rafael Paty, de 31 anos, é atualmente o vice-artilheiro do Parazão, ao lado de Fábio Oliveira. Ambos tem 10 gols e perseguem Branco, do Águia.
Francamente, não traria nenhum deles.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
EnCOXAdo
Aconteceu o que se previa.
Paysandu fora da Copa do Brasil.
Quase 40 mil bicolores fizeram do jogo o campeão de público da Copa do Brasil.
Pena que o Paysandu não compareceu.
Só deu o ar da graça nos primeiros minutos, na cobrança de falta de Yago Pikachu, que Vanderlei defendeu.
Teve mais posse de bola.
Não chegou nem perto de deixar aflito os poucos coxas-brancas presentes ao Mangueirão.
Pelo contrário
Foram eles que vibraram.
Douglas puxou Everton Ribeiro dentro da área e o árbitro, sabe se lá por que, preferiu dar falta.
A categoria e experiência de Tcheco corrigiram o erro.
Cobrança perfeita e 1 a 0.
Lecheva arriscou tudo no segundo tempo.
Tirou Vanderson e colocou Adriano Magrão.
De nada adiantou colocar mais um atacante se os apagadíssimos Djalma e Thiago Potiguar não conseguiam trazer a bola até ele.
E nem Rafael Oliveira conseguia fazer algo.
Harison colocou uma bola na trave.
E foi só.
Cheio de espaço no meio-campo, o Coxa poderia até ter feito mais
Que bom que não fez. A torcida não merecia esta humilhação.
E vibrou após o jogo.
Parece que a ficha da Fiel finalmente caiu.
Entendeu que não dá mais suspirar pelo time da Copa dos Campeões e resmungar pelos cantos que o time atual é inferior ao do passado.
Rafael Oliveira não é Robgol.
Thiago Potiguar não é Velber.
Douglas não é Gino.
Nem Vanderson é Vanderson mais.
Nunca serão, como diria o "filósofo" Capitão Nascimento.
É preciso pensar no presente.
Porque o futuro é a Série B de 2013.
Paysandu fora da Copa do Brasil.
Quase 40 mil bicolores fizeram do jogo o campeão de público da Copa do Brasil.
Pena que o Paysandu não compareceu.
Só deu o ar da graça nos primeiros minutos, na cobrança de falta de Yago Pikachu, que Vanderlei defendeu.
Teve mais posse de bola.
Não chegou nem perto de deixar aflito os poucos coxas-brancas presentes ao Mangueirão.
Pelo contrário
Foram eles que vibraram.
Douglas puxou Everton Ribeiro dentro da área e o árbitro, sabe se lá por que, preferiu dar falta.
A categoria e experiência de Tcheco corrigiram o erro.
Cobrança perfeita e 1 a 0.
Lecheva arriscou tudo no segundo tempo.
Tirou Vanderson e colocou Adriano Magrão.
De nada adiantou colocar mais um atacante se os apagadíssimos Djalma e Thiago Potiguar não conseguiam trazer a bola até ele.
E nem Rafael Oliveira conseguia fazer algo.
Harison colocou uma bola na trave.
E foi só.
Cheio de espaço no meio-campo, o Coxa poderia até ter feito mais
Que bom que não fez. A torcida não merecia esta humilhação.
E vibrou após o jogo.
Parece que a ficha da Fiel finalmente caiu.
Entendeu que não dá mais suspirar pelo time da Copa dos Campeões e resmungar pelos cantos que o time atual é inferior ao do passado.
Rafael Oliveira não é Robgol.
Thiago Potiguar não é Velber.
Douglas não é Gino.
Nem Vanderson é Vanderson mais.
Nunca serão, como diria o "filósofo" Capitão Nascimento.
É preciso pensar no presente.
Porque o futuro é a Série B de 2013.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Uma multidão pelo Papão
Só mesmo com muito apoio de uma torcida para reverter uma desvantagem como a do Paysandu.
E a sabedoria popular encheu as bilheterias da Curuzu e da sede social do Paysandu, para dar ao Papão um apoio antes visto apenas no jogo contra o Boca Juniors, na Libertadores de 2003.
O Coritiba deu uma pequena ajudinha para que o sonho do Paysandu de chegar as quartas-de-final se torne realidade. Veio a Belém sem Rafinha e Lincoln, os dois principais armadores do Coxa. Marcelo Oliveira quer colocar três volantes. O veterano Tcheco seria a única cabeça pensante do alviverde. Vai ficar de cabeça quente. Com o calorzão de Belém, a marcação e a juventude de Billy.
Lecheva imagina que Marcelo Oliveira já conhece de cor e salteado os 11 titulares que vem utilizando. Armou uma surpresa, botando no meio-campo Djalma, utilizado poucas vezes no Parazão.
A paciência com Adriano Magrão parece ter acabado. O atacante pode ter pago pelo estilo ranzinza. O grandalhão agora alega que o jejum de gols é culpa dos laterais e meias, que não lhe mandam bolas aéreas. E Lecheva cansou de esperar a solução cair do céu e testou Thiago Potiguar ao lado de Rafael Oliveira, revivendo a bem sucedida dupla do Parazão de 2010.
O Paysandu pode até não avançar para a Copa do Brasil.
Mas graças a um repórter paranaense desinformado e um meia bom com as palavras, entra na Série C unido com a torcida.
O primeiro passo para o acesso pode ter sido dado.
Reforços do Águia
Fora do Parazão, o Águia já pensa na Série C do Brasileiro. O goleiro Marcelo Cruz e o zagueiro Carlão, que jogaram pelo Azulão ano passado, estão de volta. Marcelo Cruz, experiente no interior de SP e com passagem pelo Rio Branco, foi um dos destaques na campanha da Terceirona. Resolve o problema da falta de goleiros no Azulão, que contava apenas com Alan e Miro.
Já Carlão terá uma concorrência e tanto. Roberto e Charles vivem excelente fase e ainda tem Bernardo. Será útil, já que Edcléber sofre com problemas físicos.
O terceiro reforço é novidade. O lateral-direito Ivonaldo, com passagens por Atlético-MG, Sport e futebol sueco. Durante o Parazão, o titular da posição foi Leo Rosa, já que Júlio Ferrari, apesar de mais habilidoso, tinha menos disposição para marcar.
Mas pelo vídeo do Ivonaldo, o novo reforço também não gosta muito de correr atrás dos laterais adversários. Será uma excelente opção se o lateral-esquerdo for mais defensivo.
Jairinho, que está no Paysandu, poderia ser esta opção.
Juliano também é do Azulão
O meia Juliano também foi anunciado no fim da tarde desta quarta-feira. O jogador de 31 anos jogou no Paysandu e chegou a ser anunciado como reforço no início do ano. Mas resolveu ir para a capital federal e foi defender o Brasiliense. Chegou a acertar o retorno recentemente, mas a diretoria resolveu voltar atrás e desistiu.
Deve desbancar Diego Biro e fazer dupla no meio-campo com Flamel.
Já Carlão terá uma concorrência e tanto. Roberto e Charles vivem excelente fase e ainda tem Bernardo. Será útil, já que Edcléber sofre com problemas físicos.
O terceiro reforço é novidade. O lateral-direito Ivonaldo, com passagens por Atlético-MG, Sport e futebol sueco. Durante o Parazão, o titular da posição foi Leo Rosa, já que Júlio Ferrari, apesar de mais habilidoso, tinha menos disposição para marcar.
Mas pelo vídeo do Ivonaldo, o novo reforço também não gosta muito de correr atrás dos laterais adversários. Será uma excelente opção se o lateral-esquerdo for mais defensivo.
Jairinho, que está no Paysandu, poderia ser esta opção.
Juliano também é do Azulão
O meia Juliano também foi anunciado no fim da tarde desta quarta-feira. O jogador de 31 anos jogou no Paysandu e chegou a ser anunciado como reforço no início do ano. Mas resolveu ir para a capital federal e foi defender o Brasiliense. Chegou a acertar o retorno recentemente, mas a diretoria resolveu voltar atrás e desistiu.
Deve desbancar Diego Biro e fazer dupla no meio-campo com Flamel.
A corrente do bem
Até nesta terça-feira, o Paysandu tinha vendido 22 mil ingressos para o jogo contra o Coritiba. E pela fila que vi na manhã desta quarta, na porta da Curuzu, o público deve chegar aos 30 mil tranquilamente.
Espero que vá a casa dos 40 mil e empate com o de Remo x Águia.
Porque os remistas se sentirão desafiados e vão querer lotar o Baenão na segunda-feira para Remo x Cametá.
É a cutucada que os bicolores vão precisar para fazerem difícil a vida dos adversários do Papão na Série C.
Um círculo vicioso. Para o bem do futebol paraense.
Espero que vá a casa dos 40 mil e empate com o de Remo x Águia.
Porque os remistas se sentirão desafiados e vão querer lotar o Baenão na segunda-feira para Remo x Cametá.
É a cutucada que os bicolores vão precisar para fazerem difícil a vida dos adversários do Papão na Série C.
Um círculo vicioso. Para o bem do futebol paraense.
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