quarta-feira, 2 de maio de 2012
Uma multidão pelo Papão
Só mesmo com muito apoio de uma torcida para reverter uma desvantagem como a do Paysandu.
E a sabedoria popular encheu as bilheterias da Curuzu e da sede social do Paysandu, para dar ao Papão um apoio antes visto apenas no jogo contra o Boca Juniors, na Libertadores de 2003.
O Coritiba deu uma pequena ajudinha para que o sonho do Paysandu de chegar as quartas-de-final se torne realidade. Veio a Belém sem Rafinha e Lincoln, os dois principais armadores do Coxa. Marcelo Oliveira quer colocar três volantes. O veterano Tcheco seria a única cabeça pensante do alviverde. Vai ficar de cabeça quente. Com o calorzão de Belém, a marcação e a juventude de Billy.
Lecheva imagina que Marcelo Oliveira já conhece de cor e salteado os 11 titulares que vem utilizando. Armou uma surpresa, botando no meio-campo Djalma, utilizado poucas vezes no Parazão.
A paciência com Adriano Magrão parece ter acabado. O atacante pode ter pago pelo estilo ranzinza. O grandalhão agora alega que o jejum de gols é culpa dos laterais e meias, que não lhe mandam bolas aéreas. E Lecheva cansou de esperar a solução cair do céu e testou Thiago Potiguar ao lado de Rafael Oliveira, revivendo a bem sucedida dupla do Parazão de 2010.
O Paysandu pode até não avançar para a Copa do Brasil.
Mas graças a um repórter paranaense desinformado e um meia bom com as palavras, entra na Série C unido com a torcida.
O primeiro passo para o acesso pode ter sido dado.
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