As declarações de Vanderson deixaram o torcedor do Treze de cabeça quente.
Se bem que o pensamento dele é o mesmo dos dirigentes dos clubes do Grupo A.
Depois de paralisarem a vida de tantos clubes e torcedores, esperavam o que?
Certo mesmo é que o Galo vai a campo contra o Paysandu com a faca nos dentes. E não só pelo que Vanderson falou.
Mas também pela situação do time na classificação.
Com apenas um ponto, já vê o rebaixamento por perto.
Marcelo Vilar deve promover as estreias do zagueiro Gasparetto e do atacante Zabotto.
O Papão pode usar essa mistura e ira e desespero a seu favor para cozinhar o Galo. Literalmente.
Terá a volta de Alex William que no seu primeiro (e único) jogo pelo Papão, mostrou saber o momento de cadenciar e de acelerar o jogo.
E abriu mão do 3-5-2, que só deu aflição até agora.
Pena que como sempre, tenha sobrado para o prata da casa. No caso, Thiago Costa.
O lado "Professor Pardal" de Roberval Davino se aflorou na lateral e no ataque.
Entre Regis e Yago Pikachu, ficou com os dois.
Regis na lateral e Yago mais avançado com o Potiguar no ataque.
Kiros dançou. Poderia ficar, já que o ex-palmeirense Thiago Messias, zagueiro trezeano, costuma vacilar pelo alto.
Davino pode ser chamado de gênio pelo que fez.
Ou burro.
Certo mesmo é que o Papão pode ser líder.
Uma chance que não pode ser perdida.
Futebol do Santiago
sábado, 4 de agosto de 2012
Time-modelo
O Campeonato é a Série D do Brasileiro.
Então, não dá para esperar atuações de gala.
Ainda mais de um time envelhecido e limitado tecnicamente.
O mínimo exigido é eficiência.
E isso o Remo foi na noite de sábado na Arena da Floresta.
Começou tocando a bola com uma certa beleza, mas sem conseguir chegar a área.
O Rio Branco cercou a área com sete jogadores.
E saída rápida no contra-ataque para a bola chegar em Josy.
Que em sua reestreia pelo Galo Carijó, deu um passe primoroso para Ailton abrir o placar.
Contra o vigor da juventude acriana, a experiência azulina.
O trintão Dida cruzou para o quase quarentão Fábio Oliveira, que de calcanhar, deu para Ratinho chutar cruzado e empatar.
Fábio tirou o dia para ser garçom.
Deixou Reis na cara do gol e o homem do cabelo Neymar virou o jogo.
O veterano centroavante era oportunista até na assistência.
Cruzamento na área e ele aproveitou a falha de Ceildo para dar um toquinho para Reis ampliar.
Experiência nem sempre ensina.
Ávalos quase coloca tudo a perder.
Foi deixar para Gustavo e o goleiro acabou cometendo um pênalti.
Sorte do Leão que o árbitro não deu cartão vermelho.
Muitos homens de preto mandariam o camisa 1 direto para o chuveiro.
Josy cobrou. 3 a 2.
O cerebral meia sabe bem usar a cabeça para pensar.
Mas não para coloca-la de encontro com a bola.
Duas cabeçadas de frente para o gol erradas.
Remo 3 a 2.
E com tudo para se classificar.
Basta não fazer besteira contra Náutico e Vilhena em casa.
Então, não dá para esperar atuações de gala.
Ainda mais de um time envelhecido e limitado tecnicamente.
O mínimo exigido é eficiência.
E isso o Remo foi na noite de sábado na Arena da Floresta.
Começou tocando a bola com uma certa beleza, mas sem conseguir chegar a área.
O Rio Branco cercou a área com sete jogadores.
E saída rápida no contra-ataque para a bola chegar em Josy.
Que em sua reestreia pelo Galo Carijó, deu um passe primoroso para Ailton abrir o placar.
Contra o vigor da juventude acriana, a experiência azulina.
O trintão Dida cruzou para o quase quarentão Fábio Oliveira, que de calcanhar, deu para Ratinho chutar cruzado e empatar.
Fábio tirou o dia para ser garçom.
Deixou Reis na cara do gol e o homem do cabelo Neymar virou o jogo.
O veterano centroavante era oportunista até na assistência.
Cruzamento na área e ele aproveitou a falha de Ceildo para dar um toquinho para Reis ampliar.
Experiência nem sempre ensina.
Ávalos quase coloca tudo a perder.
Foi deixar para Gustavo e o goleiro acabou cometendo um pênalti.
Sorte do Leão que o árbitro não deu cartão vermelho.
Muitos homens de preto mandariam o camisa 1 direto para o chuveiro.
Josy cobrou. 3 a 2.
O cerebral meia sabe bem usar a cabeça para pensar.
Mas não para coloca-la de encontro com a bola.
Duas cabeçadas de frente para o gol erradas.
Remo 3 a 2.
E com tudo para se classificar.
Basta não fazer besteira contra Náutico e Vilhena em casa.
Cruel rotina
O Águia gosta de maltratar o seu torcedor.
Faze-lo aguentar o feroz calor de Marabá e as desconfortáveis arquibancadas do Zinho Oliveira é o de menos.
Pior é ver o time sempre saindo em desvantagem.
Mesma novela contra o Salgueiro.
Alexandre Carioca errou passe e permitiu a Rodolfo Potiguar receber livre para colocar o Carcará na frente.
Carcará é um bicho que gosta de matar rapidamente a vítima.
E na bobeira de Marquinhos e Marcelo Cruz, Edmar ampliou.
A defesa, que anda marcando bobeira na Série C, pelo menos limpa a barra as vezes.
Desta fez foi Carlão. 2 a 1.
Thiago Pereira, que não é o medalhista olímpico, está bem longe de ser o centroavante dos sonhos do Águia.
Saiu e deu a vaga para Branco, que também não vem correspondendo.
Sem um parceiro, Wando tem que fazer tudo sozinho.
E conseguiu. 2 a 2.
Se não fosse o goleiro Luciano e suas milagrosas defesas, seria 3 a 2 Águia.
Se não fosse o cabeludo Clebson perder uma chance na cara do gol nos acréscimos, seria 3 a 2 Salgueiro.
E os dois seguem fora do G-4.
Faze-lo aguentar o feroz calor de Marabá e as desconfortáveis arquibancadas do Zinho Oliveira é o de menos.
Pior é ver o time sempre saindo em desvantagem.
Mesma novela contra o Salgueiro.
Alexandre Carioca errou passe e permitiu a Rodolfo Potiguar receber livre para colocar o Carcará na frente.
Carcará é um bicho que gosta de matar rapidamente a vítima.
E na bobeira de Marquinhos e Marcelo Cruz, Edmar ampliou.
A defesa, que anda marcando bobeira na Série C, pelo menos limpa a barra as vezes.
Desta fez foi Carlão. 2 a 1.
Thiago Pereira, que não é o medalhista olímpico, está bem longe de ser o centroavante dos sonhos do Águia.
Saiu e deu a vaga para Branco, que também não vem correspondendo.
Sem um parceiro, Wando tem que fazer tudo sozinho.
E conseguiu. 2 a 2.
Se não fosse o goleiro Luciano e suas milagrosas defesas, seria 3 a 2 Águia.
Se não fosse o cabeludo Clebson perder uma chance na cara do gol nos acréscimos, seria 3 a 2 Salgueiro.
E os dois seguem fora do G-4.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ferido Águia
Em cinco edições da Série C, João Galvão nunca deve ter tido tanta dor de cabeça a frente do Águia quanto agora.
O Águia que joga contra o Salgueiro neste sábado,no sertão pernambucano, deve ser diferente mais uma vez.
Os problemas agora são as lesões de Diogo e Flamel. Dois jogadores que no elenco do Azulão, não tem substitutos.
Alexandre Carioca não dá ao Águia a mesma qualidade na saída de jogo que Diogo.
Marabá tem mais qualidade técnica que ambos.
Falta fôlego. Idade pesa.
O voluntarioso Marquinhos concilia poder de marcação com alguma criatividade na armação.
Mas não a mesma de Flamel.
O Salgueiro está animado pelos 6 a 2 contra o Luverdense.
E o artilheiro daquela partida, motivado.
Marciano, aquele que o Remo dispensou para contratar Mendes.
O Carcará ainda tem Clebson, o cabeludo que ao lado de Edu Chiquita, ajudou a destruir o Paysandu na Curuzu em 2009.
E o ex-corintiano Marcos Tamandaré, lateral-direito aplicado no ataque, mas nem tanto na marcação.
Mocajuba pode ter que segurar o ímpeto.
Ou não.
Porque o Azulão tem que vencer para não ficar mais distante do G-4.
O Águia que joga contra o Salgueiro neste sábado,no sertão pernambucano, deve ser diferente mais uma vez.
Os problemas agora são as lesões de Diogo e Flamel. Dois jogadores que no elenco do Azulão, não tem substitutos.
Alexandre Carioca não dá ao Águia a mesma qualidade na saída de jogo que Diogo.
Marabá tem mais qualidade técnica que ambos.
Falta fôlego. Idade pesa.
O voluntarioso Marquinhos concilia poder de marcação com alguma criatividade na armação.
Mas não a mesma de Flamel.
O Salgueiro está animado pelos 6 a 2 contra o Luverdense.
E o artilheiro daquela partida, motivado.
Marciano, aquele que o Remo dispensou para contratar Mendes.
O Carcará ainda tem Clebson, o cabeludo que ao lado de Edu Chiquita, ajudou a destruir o Paysandu na Curuzu em 2009.
E o ex-corintiano Marcos Tamandaré, lateral-direito aplicado no ataque, mas nem tanto na marcação.
Mocajuba pode ter que segurar o ímpeto.
Ou não.
Porque o Azulão tem que vencer para não ficar mais distante do G-4.
Respeitem o Galo
Já passou da hora dos clubes paraenses pararem de julgar a qualidade técnica de seus adversários pela história do clube.
O Remo pode começar a fazer isso neste sábado contra o Atlético Acreano, na Arena da Floresta, a mesma arena onde o Leão encontrou a desgraça na Série C de 2008 e se viu obrigado a penar no estadual em busca de uma vaga na Série D.
Em termos de título, o Atlético está bem atrás de Rio Branco, Independência ou Juventus.
Mas chama a atenção em 2012 pelos jovens valores.
O Acre dá mostras que começa a fazer uma escola com estilo próprio.
Com mais cadência que o Pará, mas melhor passe.
Contra o Leão, ainda terá um reforço. Josy,o melhor jogador do acriano, reestreia após uma rápida e apagada passagem pelo América-RN.
Pode ser o novo Testinha do futebol do Acre.
Edson Gaúcho não quer problemas novamente com o Galo Carijó e reforçou o meio-campo com André.
Deve ser ele o responsável por marcar Josy.
Utilizado sempre como meia, Ratinho vai ao ataque desta vez.
É para ele ser o Potiguar do Baenão.
Se não for, o recém-contratado Laionel estará no banco esperando pela chance de ser esse cara.
Enquanto na armação, Edu Chiquita, 20% mais pobre devido a alcoólica noite em Salinas, ganha nova oportunidade.
O Remo precisa vencer.
Com qualquer outro resultado, deve se classificar em segundo.
Para enfrentar o Sampaio Corrêa.
Na atual fase da Bolívia Querida, encará-los é um presente de grego.
O Remo pode começar a fazer isso neste sábado contra o Atlético Acreano, na Arena da Floresta, a mesma arena onde o Leão encontrou a desgraça na Série C de 2008 e se viu obrigado a penar no estadual em busca de uma vaga na Série D.
Em termos de título, o Atlético está bem atrás de Rio Branco, Independência ou Juventus.
Mas chama a atenção em 2012 pelos jovens valores.
O Acre dá mostras que começa a fazer uma escola com estilo próprio.
Com mais cadência que o Pará, mas melhor passe.
Contra o Leão, ainda terá um reforço. Josy,o melhor jogador do acriano, reestreia após uma rápida e apagada passagem pelo América-RN.
Pode ser o novo Testinha do futebol do Acre.
Edson Gaúcho não quer problemas novamente com o Galo Carijó e reforçou o meio-campo com André.
Deve ser ele o responsável por marcar Josy.
Utilizado sempre como meia, Ratinho vai ao ataque desta vez.
É para ele ser o Potiguar do Baenão.
Se não for, o recém-contratado Laionel estará no banco esperando pela chance de ser esse cara.
Enquanto na armação, Edu Chiquita, 20% mais pobre devido a alcoólica noite em Salinas, ganha nova oportunidade.
O Remo precisa vencer.
Com qualquer outro resultado, deve se classificar em segundo.
Para enfrentar o Sampaio Corrêa.
Na atual fase da Bolívia Querida, encará-los é um presente de grego.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
A magia do Mangueirão
É, o título deste texto pode até ser um tanto quanto indecente.
Menos indecente que a ideia que torcedores tem de que o Paysandu só pode atuar como time grande jogando em estádio pequeno e que por isso, deve abandonar de vez o Mangueirão.
Menos indecente com a quantidade de gols perdida pna noite desta segunda-feira.
O goleiro Marcelo Cruz também teve seus méritos.
Menor que o demérito de Kiros, que começa a fazer a torcida perder a paciência.
Indecente também o Águia, que mesmo com três volantes, era inseguro na defesa.
Mais indecente ainda foi o que os dois times fizeram no segundo tempo.
Erros e mais erros de passes.
Empate sem gols.
E o Papão chega a 5 pontos perdidos em casa.
Poderia estar com 13 e isolado na liderança.
É só o quarto, enquanto o Águia é quinto e fora da zona de classificação.
Paysandu e Águia precisam melhorar e é pra já.
O Azulão tem que dar samba contra o Salgueiro.
E o Papão, espantar a uruca contra Treze.
Menos indecente que a ideia que torcedores tem de que o Paysandu só pode atuar como time grande jogando em estádio pequeno e que por isso, deve abandonar de vez o Mangueirão.
Menos indecente com a quantidade de gols perdida pna noite desta segunda-feira.
O goleiro Marcelo Cruz também teve seus méritos.
Menor que o demérito de Kiros, que começa a fazer a torcida perder a paciência.
Indecente também o Águia, que mesmo com três volantes, era inseguro na defesa.
Mais indecente ainda foi o que os dois times fizeram no segundo tempo.
Erros e mais erros de passes.
Empate sem gols.
E o Papão chega a 5 pontos perdidos em casa.
Poderia estar com 13 e isolado na liderança.
É só o quarto, enquanto o Águia é quinto e fora da zona de classificação.
Paysandu e Águia precisam melhorar e é pra já.
O Azulão tem que dar samba contra o Salgueiro.
E o Papão, espantar a uruca contra Treze.
domingo, 29 de julho de 2012
Cresça e apareça
Quem tiver Facebook pode ver a foto. É so clicar.
Quem não tem, eu explico.
A foto mostra Thiago Cametá, lateral do Remo, atuando neste final de semana em uma decisão de um campeonato em Mocajuba, na região tocantina.
Fez isso no horário de folga.
Poderia jogar.
Mas deveria?
O que os jogadores locais precisam aprender é que não basta ter postura de profissional dentro de campo.
Ainda mais quando o comportamento fora dele é de um peladeiro.
Thiago poderia se machucar em um jogo desses.
Vale a pena arriscar?
Acredito que não.
Dida já não é nenhum garoto.
Thiago pode substituí-lo tranquilamente.
Mas não desse jeito.
Não basta ser adulto.
Tem que parecer um.
Quem não tem, eu explico.
A foto mostra Thiago Cametá, lateral do Remo, atuando neste final de semana em uma decisão de um campeonato em Mocajuba, na região tocantina.
Fez isso no horário de folga.
Poderia jogar.
Mas deveria?
O que os jogadores locais precisam aprender é que não basta ter postura de profissional dentro de campo.
Ainda mais quando o comportamento fora dele é de um peladeiro.
Thiago poderia se machucar em um jogo desses.
Vale a pena arriscar?
Acredito que não.
Dida já não é nenhum garoto.
Thiago pode substituí-lo tranquilamente.
Mas não desse jeito.
Não basta ser adulto.
Tem que parecer um.
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