O Campeonato é a Série D do Brasileiro.
Então, não dá para esperar atuações de gala.
Ainda mais de um time envelhecido e limitado tecnicamente.
O mínimo exigido é eficiência.
E isso o Remo foi na noite de sábado na Arena da Floresta.
Começou tocando a bola com uma certa beleza, mas sem conseguir chegar a área.
O Rio Branco cercou a área com sete jogadores.
E saída rápida no contra-ataque para a bola chegar em Josy.
Que em sua reestreia pelo Galo Carijó, deu um passe primoroso para Ailton abrir o placar.
Contra o vigor da juventude acriana, a experiência azulina.
O trintão Dida cruzou para o quase quarentão Fábio Oliveira, que de calcanhar, deu para Ratinho chutar cruzado e empatar.
Fábio tirou o dia para ser garçom.
Deixou Reis na cara do gol e o homem do cabelo Neymar virou o jogo.
O veterano centroavante era oportunista até na assistência.
Cruzamento na área e ele aproveitou a falha de Ceildo para dar um toquinho para Reis ampliar.
Experiência nem sempre ensina.
Ávalos quase coloca tudo a perder.
Foi deixar para Gustavo e o goleiro acabou cometendo um pênalti.
Sorte do Leão que o árbitro não deu cartão vermelho.
Muitos homens de preto mandariam o camisa 1 direto para o chuveiro.
Josy cobrou. 3 a 2.
O cerebral meia sabe bem usar a cabeça para pensar.
Mas não para coloca-la de encontro com a bola.
Duas cabeçadas de frente para o gol erradas.
Remo 3 a 2.
E com tudo para se classificar.
Basta não fazer besteira contra Náutico e Vilhena em casa.
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