Paysandu com Paulo Rafael (Dalton); Thiago Costa, Marcus Vinicius e Fábio Sanches; Yago Pikachu, Billy, Fabinho, Alex William e Leandrinho; Thiago Potiguar e Kiros
Remo de Adriano; Dida, Diego Barros, Ávalos (Juan Sosa) e Aldivan; Johnattan, André e Reis; Fábio Oliveira e Cassiano (Joãozinho)
Se as Séries C e D começassem neste final de semana, seriam esses os times de Remo e Paysandu da estreia. Se Roberval Davino não se impressionar com o tamanho de Dalton, serão quatro pratas da casa em campo. Com Leandrinho, cinco paraenses.
Bem melhor que a estreia na Série C de 2011, quando Rafael Oliveira era o único "nascido" na Curuzu a começar jogando na vitória sobre o Araguaína. Se não fosse uma lesão, Rafael podia ajudar a aumentar esta conta.
Já no Remo, serão no máximo três, se Joãozinho levar a melhor. Número superior ao da estreia de 2010. Landu era o cavaleiro azulino solitário.
Mas em comparação com a estreia no Parazão deste ano, nota-se que os garotos perderam um pouco espaço. Foram cinco bicolores legítimos diante do Cametá.
Tobias falhou no lance do primeiro gol do Mapará e não se levantou mais. Passou a ser presença irregular até mesmo no banco.
Pablo chegou a ser aproveitado com Lecheva e Nad. Com o exército de zagueiros trazido por Davino, o futuro é incerto.
Luan teve a chance de se tornar o centroavante dos sonhos bicolores. Foi só um sonho mesmo.
Em compensação, ninguém pode pensar hoje em dia em um Papão sem Yago Pikachu e Billy. O mesmo vale para Paulo Rafael. A não ser que Dalton seja mais gigante embaixo das traves do que fora delas.
O Leão teve só um filho seu contra o Águia. Coube a Joãozinho fazer as honras.
Os dois times ainda estão bem longe de merecerem ser chamados de "esquadrão cabano".
Mas o discurso de privilegiar a base, repetido ano a ano, parece que começa a engatinhar.
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