E lá vamos nós para mais um Re-Pa. Fruto da incapacidade dos mandatários do futebol paraense em criarem novas formas de gerarem receita. A torcida tem mesmo que sustentar os clubes, já que os dirigentes estão mais preocupados em tornarem "persona non-grata" jornalistas que ferem seus egos e vaidades.
Remo e Paysandu do Campeonato Brasileiro são duas obras em construção. Roberval Davino se preocupou com os alicerces da "casa", colocando três zagueiros. Dos três, Fábio Sanches e Marcus Vinicius ainda estão sendo conhecidos. Por via das dúvidas, o trio tem dois volantes para protege-los.
Em compensação, Yago Pikachu e Leandrinho tem espaço livre para atacar ao lado de Alex William, outro estranho no ninho. Três mosqueteiros do um por todos e todos por Kiros, o gigante que carece de bolas aéreas. Tiago Potiguar seria o D´artagnan desta turma, responsável pelas bolas rasteiras para o chute forte do atacante de 1,95 de altura.
Flávio Lopes não esconde de ninguém que era contra o Re-Pa. Acabou cedendo, imaginando atrasos ainda maiores nos salários. O time que joga o Re-Pa tem uma defesa renovada. Sobraram apenas Adriano e Juan Sosa. Vieram Dida, Ávalos e Paulinho para os lugares de Thiago Cametá, Diego Barros e Aldivan, respectivamente.
Mesmo elogiado, Johnattan parece que vai ser mais um valor da base que não vai ter a tão sonhada valorização. Flávio dá mostras que vai confiar mais em Marcos Pinguim. Pelo menos o mineiro já mostrou que sabe sair jogando tão bem quanto Johnattan. Deve encaixar bem com André.
Enquanto Magnum não recupera a forma física, Ratinho se candidata ao cargo de maestro do meio-campo. Enquanto isso, Lopes ainda aposta na combinação "velocista-finalizador". Fábio Oliveira segue intocável na função de fazer gols, enquanto Marcelo Maciel, o mais técnico dos velocistas, é quem desponta.
Só falta a torcida ter boa vontade para ver os seus novos times.
O caixa agradece.
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