Nem adianta reclamar da arbitragem. Se o nível dela é baixíssimo na Série A, na Série C então, é piada de mau gosto.
O Paysandu perdeu a chance de somar três pontos no Recife muito mais por falhas suas do que por méritos do Santa Cruz.
No ataque, foi a melhor atuação do Papão na Série C.
Robinho foi vibrante e atrevido.
Regis, o substituto de Yago Pikachu, uma grata surpresa.
Kiros, útil taticamente.
Mas Thiago Potiguar é quem roubou a cena.
Primeiramente, no escanteio direto na cabeça de Fábio Sanches.
A bola aérea seria o carma bicolor no mundão do Arruda.
Cobrança de escanteio e Paulo Rafael saiu mal. 1 a 1 com Fabrício Ceará.
No total, 24 mil no Arruda.
Para os padrões do mundão, um mundinho.
Que não abalou Thiago Potiguar nem um pouco.
Que deixou a marcação para trás e desempatou.
Regis era lateral e meia.
Faltava virar atacante.
Ganhou do paraense Chicão na corrida e marcou o que seria o gol da vitória.
O ataque foi bem.
Mas a defesa...
Sem conseguir passar pela parte do meio-campo, formada por Fabinho, Vanderson e Pablo, o Santa apelou para o escanteio.
Dalton, substituto de Paulo Rafael, que saiu machucado, não viu por onde a bola passou.
Quando enxergou Dênis Marques pulando, já era tarde.
E nos acréscimos, mais uma.
Cobrança de escanteio e três atacantes do Santa livres.
O destino escolheu Dênis Marques para dar um ponto ao Santa e tirar dois do Paysandu.
E agora, os bicolores dividem a liderança da Série C, ao lado do Icasa.
Podia ser melhor.
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