O Remo acordou sem divisão na segunda-feira.
Foi dormir com divisão na terça.
E pode acordar novamente sem na quarta.
Tudo por causa da data do cabeçalho deste documento
Jogadores e comissão técnica do Cametá voltaram para casa e encontraram uma cidade entre tapas e beijos.
Uma parte, comemorava o título do Parazão. A outra, queria protestar pela desistência do mapará da Série D.
Quase sobrou para o presidente Orlando Peixoto, que por pouco não foi agredido.
Aliás, ex-presidente, porque em meio a confusão, renunciou ao cargo.
O vice-presidente Paulo Amorim assumiu o comando e garantiu o Cametá na Quarta Divisão.
Mas de acordo com o documento acima, o Cametá não desistia da Série D?
Pois é.
Só que o documento está datado do dia 16, sendo válido juridicamente apenas no dia 16.
Data em que os atos de Orlando Peixoto já não são válidos.
E agora?
Quem fica com a vaga?
Os dirigentes mais uma vez conseguiram roubar a atenção.
E o futebol paraense segue rumo ao fundo do poço.
O senhor é advogado?
ResponderExcluirData de 16, com firma reconhecida em cartório no dia 15, com ofício da FPF encaminhando o documento no dia 15 de maio. Então, de fato e de direito, assinado foi em 15 de maio. É a mesma coisa que se apegar a algum erro de português ou de digitação.
ResponderExcluirEm tempo: não sou jurista.
ResponderExcluirPostei no meu blogue-passatempo (http://www.bloguedovalentim.com/2012/05/leandro-santiago-o-16-da-discordia.html) Obrigado!